<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369</id><updated>2011-08-01T10:16:29.302-07:00</updated><category term='A  Reforma'/><category term='Teologia Calvinista'/><category term='SUGESTÕES DE LIVROS'/><category term='Feitiçaria'/><category term='Jesus Cristo'/><category term='Idolatria'/><category term='Inferno'/><category term='Servos do Senhor'/><category term='Outros Temas'/><category term='A Revelação // A BÍBLIA'/><category term='O Espírito Santo'/><category term='O Corpo e a Alma'/><category term='A Palavra de Deus'/><category term='A Natureza e os Atributos de Deus'/><category term='As Obras e os Decretos de Deus'/><category term='Álcool'/><title type='text'>A BÍBLIA DIZ</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://abibliadiz.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>109</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-6705233473806693636</id><published>2009-06-19T16:06:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T16:11:52.530-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>O Espírito Santo (Paráclito)</title><content type='html'>&lt;p style="font-weight: bold;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;O Espírito Santo  (Paráclito)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;O Espírito Santo Ministra aos crentes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" align="center"&gt;&lt;b&gt;O &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Paráclito&lt;/span&gt;.&lt;/b&gt; Palavra do grego "&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;parakletos&lt;/span&gt;", o mediador, o defensor, o  consolador. Jesus nos apresenta ao Espírito Santo dizendo: "O Pai vos dará outro  Paráclito" (Jo 14,16).&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;"&lt;em&gt;Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos  guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que  tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. Ele me glorificará, porque há de  receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar&lt;/em&gt;." Jo 16.13,14&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Antes da paixão de Jesus. Ele prometeu que o Pai e Ele  enviariam a seus discípulos "outro Consolador" (Jo 14.16,26; 15.26; 16.7). O  Consolador ou Paráclito (ou Paracleto, da palavra grega parakletos, que  significa o que dá auxilio), é um ajudador, conselheiro. fortalecedor,  estimulador, aliado e advogado. Outro única que Jesus foi o primeiro Paráclito e  está prometendo um substituto, que, após sua partida, continuará o ensino e o  testemunho que Ele havia iniciado (Jo 16.6,7).&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;O ministério do Paráclito, por sua própria natureza, é um  ministério pessoal e relacional, implicando a plena pessoalidade de quem o  consuma. Embora o Velho Testamento tenha dito muito acerca da atividade do  Espírito na Criação (por exemplo, Gn 1.2; Sl 33.6), na revelação (p. ex., Is  61.1-6; Mq 3.8), na capacitação para o serviço (p. ex., Êx 31.2-6; Jz 6.34;  15.14,15; Is 11.2), e na renovação interior (p. ex., Sl 51.10-12; Ez 36.25-27),  ele não torna claro que o Espírito é uma Pessoa divina distinta. No Novo  Testamento, contudo, fica claro que o Espírito é verdadeiramente uma Pessoa  distinta do Pai, assim como é o Filho. isto é evidente não somente pela promessa  de "outro Consolador", mas também pelo fato de que o Espírito, entre outras  coisas, fala (At 1.16; 8.29; 10.19; 11.12; 13.2; 28.25), ensina (Jo 14.26),  testemunha (Jo 15.26), busca (1 Co 2.10,11), determina ( 1 Co 12.11), intercede  (Rm 8.26,27), é alvo de mentira (At 5.3), e pode ser afligido (Ef 4.30). Somente  de um ser pessoal podem ser ditas tais coisas.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;A divindade do Espírito surge da declaração de que mentir ao  Espírito é mentir a Deus (At 5.3,4), e da associação do Espírito com o Paia e o  Filho nas bênçãos ( 2 Co 13.14; Ap 1.4-6) e  na fórmula do batismo (Mt 28.19). O  Espírito é chamado "os sete espíritos" em Apocalipse 1.4; 3.1; 4.5; 5.6, em  parte, parece, porque sete é um número que significa a perfeição divina e, em  parte, porque o Espírito ministra em sua plenitude.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Portanto, o Espírito é "Ele", não "ele", e deve ser obedecido,  amado e adorado, juntamente com o Pai e o Filho.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Testemunhar a Jesus Cristo, glorificá-lo, mostrando a seus  discípulos quem e o que Ele é (Jo 16.7-15), e fazê-los cônscios do que são nele  (Rm 8.15-17; Gl 4.6) é o ministério central do Paráclito. O Espírito nos ilumina  (Ef 1.17,18), regenera (Jo 3.5-8), guia-nos à santidade (Rm 8.14; Gl 5.16-18),  transforma-nos (2 Co 3.18; Gl 5.22,23), dá-nos certeza ( (Rm 8.16), e dons para  ministério ( 1 Co 12.4-11). Todo trabalho de Deus em  nós, tocando nosso  corações, nosso caráter e nossa conduta,  é feito pelo Espírito, embora aspectos  desse trabalho sejam, às vezes, atribuídos ao Pai e ao Filho, de quem o espírito  é executivo.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;O pleno ministério do Espírito começa na manhã do Pentecostes,  logo depois da ascensão de Jesus (At 2.1-40, João Batista predisse que Jesus  batizaria com Espírito Santo ( Mc 1.8; Jo 1.33), de acordo com a promessa do  Velho Testamento de um derramamento do Espírito de Deus nos últimos dias (Jl  2.28-32; cf. jr 31.31-34), e Jesus havia repetido a promessa (At  1.4,5). A  significação da manhã do Pentecostes foi duplo: ela  marcou o início da era  final da história do mundo antes do retorno de Cristo, e, comparada com a era do  Velho Testamento, marcou uma formidável intensificação do ministério do Espírito  e da experiência de viver para Deus.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Os discípulos de Jesus foram evidentemente crentes nascidos  do  Espírito antes do Pentecostes, de sorte que seu batismo no Espírito, que trouxe  poder à sua vida e ministério (At 1.8),  não foi o começo de sua experiência  espiritual. Para todos, porém, que chegaram à fé desde a manhã do Pentecostes,  começando com os convertidos naquele evento, o recebimento do Espírito na plena  bênção da nova aliança tem sido um aspecto de sua conversão  e novo nascimento  (At 2.37; Rm 8.9. 1 Co 12.13). Todas as aptidões para o serviço que surgem  subseqüentemente na vida de um cristão devem ser vistas como a seiva emanada  desse batismo espiritual inicial, que une vitalmente o pecador ao Cristo  ressurreto.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204); font-weight: bold;"&gt;Autor: J. I. Packer&lt;br /&gt;Fonte: Teologia Concisa, pg. 135, Ed. Cultura Crista.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-6705233473806693636?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6705233473806693636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6705233473806693636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/o-espirito-santo-paraclito.html' title='O Espírito Santo (Paráclito)'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-1091587830167013644</id><published>2009-06-19T16:02:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T16:05:19.202-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>A Dinvidade do Espírito Santo</title><content type='html'>&lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A Dinvidade do Espírito  Santo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);" align="center"&gt;Gn 1.12; At 5.3,4; Rm 8.9-17; 1 Co 6.19,20; Éf 2.19-22&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Na liturgia da Igreja&lt;/span&gt;, freqüentemente ouvimos as palavras: "Em  nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, amém". Esta expressão é uma fórmula  trinitariana que atribui divindade a todas as três pessoas da Trindade.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Semelhante, cantamos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Glória seja dada ao Pai e ao Filho e  ao Espírito Santo. Como era no principio, é hoje e para todos sempre,  eternamente. Amém, Amém.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Este cântico atribui glória eterna às três pessoas da Trindade.  O Espírito Santo recebe glória junto com o Pai e o Filho.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Enquanto a divindade de Cristo foi debatida durante séculos e o  debate continua ainda hoje, a divindade do Espírito Santo geralmente é aceita na  Igreja. A razão pela qual a divindade do Espírito Santo nunca tenha sido alvo da  controvérsia, talvez seja porque nunca assumiu a forma humana.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;A Bíblia claramente representa o Espírito Santo como possuindo  atributos divinos e exercendo autoridade divina. Desde o século IV, praticamente  todos os que concordam que ele é uma pessoa também concordam que o Espírito é  divino.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;No Antigo Testamento, o que se diz de Deus  freqüentemente  também se  diz do Espírito de Deus. As expressões "&lt;em&gt;Deus disse&lt;/em&gt;" e o  "&lt;em&gt;Espírito disse&lt;/em&gt;" são repetidamente intercambiadas. Estes padrão  continua no Novo Testamento; talvez em nenhum outro texto isso fique tão claro  como em Atos 5.3,4, onde Pedro diz: "&lt;em&gt;Ananias, por que encheu Satanás teu  coração, para que mentisses ao  Espírito Santo, reservando parte do valor do  campo?... Não mentiste aos  homens, mas a Deus&lt;/em&gt;". Resumindo, mentir ao  Espírito Santo é o mesmo que ao próprio Deus.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;As Escrituras também se referem aos atributos divinos do  Espírito Santo. Paulo escreve sobre a onisciência do Espírito em 1 Coríntios  2.10,11: "&lt;em&gt;Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as  coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque qual dos homens sabe  as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também  as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus&lt;/em&gt;”. O  salmista atesta sobre a onipresença do Espírito no Salmo 139.7,8: "&lt;em&gt;Para onde  me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus,  lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também&lt;/em&gt;;" .  O Espírito também operou na criação, movendo-se sobre a face das águas (Gn  1.1,2).&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Como uma declaração conclusiva sobre a divindade do Espírito  Santo, temos a bênção de Paulo no final da sua segunda carta aos Coríntios:  "&lt;em&gt;A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito  Santo sejam com todos vós&lt;/em&gt;." (2 Co 13.13).&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;strong&gt;Sumário&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. A liturgia da igreja atribui divindade ao  Espírito Santo.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;2. O Antigo Testamento reconhece atributos e autoridades divinos do Espírito  Santo.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;3. O Novo Testamento reconhece atributos divinos do Espírito Santo.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204); font-weight: bold;"&gt;&lt;strong&gt;Autor:&lt;/strong&gt;  R. C. Sproul&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; 2º Caderno  Verdades Essenciais da Fé Cristã – R.C.Sproul. Editora Cultura Cristã.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-1091587830167013644?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/1091587830167013644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/1091587830167013644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/dinvidade-do-espirito-santo.html' title='A Dinvidade do Espírito Santo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-7609108985349024964</id><published>2009-06-19T15:59:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T16:01:21.766-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>A Personalidade do Espírito Santo</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;A Personalidade do Espírito  Santo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Jo 16.13; 2 Co 13.13; 1 Tm 4.1; Tg 4.5; 1 Jo 5.6&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="center"&gt;"&lt;em&gt;Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá;  porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo  enviarei. E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do  juízo&lt;/em&gt;." (Jo 16.7,8)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Na noite em que minha esposa se converteu a Cristo, ela  exclamou: "Agora eu  sei quem é o Espírito Santo". Antes daquele momento, ela  pensava no Espírito como uma "coisa" e não como um ser pessoal.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Quando falamos da personalidade do Espírito Santo, queremos  dizer que o Terceiro Membro da Trindade é uma pessoa e não  uma força. Isso é  muito claro nas Escrituras, onde só pronomes pessoais são usados em referência  ao Espírito. Em João 16.13, Jesus disse: "Mas, quando vier aquele Espírito de  verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas  dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.".&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Visto que o Espírito Santo é uma pessoal real e distinta, e não  uma força impessoal, podemos experimentar uma relacionamento pessoal com ele.  Paulo  abençoa a igreja de Corinto de uma maneira que enfatiza isso: "A graça do  Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com  todos vós." (2 Co 13.13 - ou em algumas versos 2 Co 13.14). Ter comunhão com  alguém é entrar em  relação pessoal com ele. Além disso, somos intimados a não  pecar contra, resistir ou entristecer o Espírito Santo. Forças impessoais não  podem ser "entristecidas". Tristeza só pode ser experimentada por um ser  pessoal.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;O Espírito Santo é uma pessoa, e por isso é correto orar a ele.  Seu papel na oração é nos assistir, para nos expressarmos adequadamente ao Pai.  Assim como Jesus intercede por nós como Sumo Sacerdote, também o Espírito Santo  intercede por nós em oração.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Finalmente, a Bíblia fala do Espírito Santo desempenhado  tarefas que só pessoas podem desempenhar. O Espírito conforta, guia e ensina os  eleitos (ver Jo 16). Essas atividades são feitas de uma maneira que envolve  inteligência, vontade, sentimentos e poder. Ele sonda, escolhe, revela,  conforta, convence e admoesta.Somente uma pessoa poderia fazer tais coisas. A  resposta do cristão, portanto, não é mera afirmação de que tal ser existe, mas  antes, obedecer, amar e adorar o Espírito Santo, a Terceira Pessoa da  Trindade.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Sumário&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;1. O Espírito Santo é uma pessoa, não uma força impessoal.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;2. A Bíblia usa pronomes pessoas ao referir ao Espírito Santo.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;3. A obra do Espírito Santo tanto requer como exibe personalidade.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;4. O cristão experimenta um relacionamento pessoal com o Espírito Santo.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;5. o Espírito Santo deve ser cultuado e obedecido.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204); font-weight: bold;"&gt;Autor:  R. C. Sproul&lt;br /&gt;Fonte: 2º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã –  R.C.Sproul. Editora Cultura Cristã.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-7609108985349024964?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/7609108985349024964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/7609108985349024964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/personalidade-do-espirito-santo.html' title='A Personalidade do Espírito Santo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-6348456236765896129</id><published>2009-06-19T15:56:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T15:57:41.289-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>Divindade e Personalidade do Espírito</title><content type='html'>&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Divindade e Personalidade do  Espírito&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A divindade do Espírito Santo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Pode-se estabelecer a veracidade da div&lt;span style="font-size:100%;"&gt;in&lt;/span&gt;dade do Espírito Santo  com base na Escritura segundo uma linha de comprovação muito semelhante à que  foi empregada com relação ao Filho:&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;(1) São-lhe dados nomes divinos, Êx 17.7 (compare com Hb  3.7-9); At 5.3,4; 1 Co 3.16; 2 Tm 3.16; 2 Pe 1.21.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;(2) São lhe atribuídas perfeições divinas, como onipresença, Sl  139.7-10; onisciência, Is 40.13,14 (compare com Rm 11.34); 1 Co 2.10,11;  onipotência, 1 Co 12.11; Rm 15.19, e eternidade, Hb 9.14.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;(3)El realiza obras divinas, como a criação, Gn 1.2; Jó 26.13;  33.4; renovação providencial; Sl 104.30; regeneração, Jo 3.5,6, Tt 3.5; e a  ressurreição dos mortos, Rm 8.11.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;(4) É-lhe prestada honra divina, Mt 28.19; Rm 9.1; 2 Co  13.13.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A personalidade do Espírito Santo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;As expressões "Espírito de Deus" e "Espírito Santo" não sugerem  personalidade com a clareza que o termo "Filho" sugere. Além disso, a pessoa do  Espírito Santo não apareceu de forma claramente discernível entre os homens,  como aconteceu com a pessoa do Filho de Deus. Como resultado, a personalidade do  Espírito Santo muitas vezes foi posta em questão e, portanto, merece atenção  especial. A personalidade do Espírito foi negada na Igreja Primitiva pelos  monarquistas e pneumatomaquianos. Nesta negação eles foram seguidos pelos  socianos dos dias Reforma. Mais recentemente, Schleiermacher, Ritschl, os  unitários, os modernistas dos dias atuais e todos os sabelianos modernos  rejeitam a personalidade do Espírito Santo. Muitas vezes se diz hoje em dia que  as passagens que parecem implicar a personalidade do Espírito Santo simplesmente  contêm personificações. Mas as personificações certamente são raras nos escritos  em prosa do Novo Testamento, e podem ser reconhecidas com facilidade. Ademais,  essa explicação evidentemente destrói o sentido de algumas dessas passagens  como, por exemplo, Jo 14.26; 16.7-11; Rm 8.26. &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Aprova bíblica da personalidade do Espírito Santo é mais que  suficiente:&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;(1) Designativos próprios de personalidade Lhe são dados.   Embora pneuma seja neutro, o pronome masculino ekeinos é utilizado com  referência ao Espírito Santo em Jo 16.14; e em Ef 1.14 algumas das melhores  autoridades têm o pronome relativo masculino hos. Além disso, é-lhe aplicado o  nome Parakletos, Jo 14.26; 15.26; 16.7, termo que não pode ser traduzido por  "conforto", "consolação", nem pode ser considerado como nome de alguma  influência abstrata. Um fato que indica que se trata de uma pessoa é que o  Espírito Santo, como Consolador, é colocado em justa-posição com Cristo como  Consolador que estava para partir, a quem o mesmo termo é aplicado em 1 Jo 2.1.  É verdade que este termo é seguido pelos neutros ho e auto em Jo 14.16-18, mas  isto se deve ao fato de que intervém o vocábulo pneuma.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;(2) São-lhe  atribuídas características de pessoa, como  inteligência, Jo 14.26; 15.26; Rm 8.16, vontade, At 16.7; 1 Co 12.11, e  sentimentos, Is 63.10; Ef 4.30. Demais, Ele realiza atos próprios de  personalidade. Sonda, fala, testifica, ordena, revela, luta, cria, faz  intercessão, vivifica os mortos, etc., Gn1.2; 6.3; Lc 12.12; Jo 14.26; 15.26; At  8.29; 13.2; Rm 8.11; 1 Co 2.10,11. O realizador destas coisas não pode ser um  simples poder ou influência, mas tem que ser uma pessoa.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;(3) É apresentado como mantendo tais relações com outras  pessoas, que implicam Sua própria personalidade. Ele é colocado em justaposição  com os apóstolos em At 15.38, com Cristo em Jo 16.14, e com o Pai e o Filho em  Mt 28.19; 2 Co 13.13; 1 Pe 1.1,2; Jd 20,21. Uma boa exegese exige que nestas  passagens o Espírito Santo seja considerado uma pessoa.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;(4) Também há passagens em que se distingue entre o Espírito e  o Seu poder, Lc 1.35; 4.14; At 10.38; Rm 15.13; 1 Co 2.4. Tais passagens seriam  tautológicas, sem sentido, e até absurdas, se fossem interpretadas com base no  princípio de que o Espírito é pura e simplesmente um poder impessoal. Pode-se  ver isto substituindo o nome "Espírito Santo" pela palavra "poder" ou  "influência".&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204); font-weight: bold;" align="justify"&gt;Autor: Louis Berkhof&lt;br /&gt;Fonte: Teologia Sistemática do autor,  pg. 96,97,98 Ed CEP&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-6348456236765896129?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6348456236765896129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6348456236765896129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/divindade-e-personalidade-do-espirito.html' title='Divindade e Personalidade do Espírito'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-2880581361623796891</id><published>2009-06-19T15:51:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T15:55:04.902-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>O Testemunho Interior do Espírito Santo</title><content type='html'>&lt;p style="font-weight: bold;" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;&lt;strong&gt;O Testemunho Interior do Espírito  Santo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-size:100%;" &gt;Jo 15.13; At 5.32; At 15.28; Rm 8.16; Gl 5.16-18&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;"E nós somos testemunhas destas coisas, e bem assim o Espírito  Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem." At 5.32&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Em qualquer tribunal de júri que inclua testemunhas, o  depoimento delas é crucial para o caso. O testemunho é importante porque  destina-se a ajudar-nos a chegarmos à verdade sobre o caso. Em alguns  julgamentos, o depoimento de algumas testemunhas é questionado em razão de o  caráter delas ser suspeito.  O testemunho de um psicopata mentiroso tem  pouquíssimo valor. Para que o testemunho tenha credibilidade, a testemunha  precisa ser confiável.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Quando Deus testifica sobre a verdade de alguma coisa, seu  testemunho é certo e totalmente inquestionável. O testemunho que tem Deus como  autor não pode falhar. Ele é de fato um testemunho infalível. Procede do caráter  mais elevado possível, da fonte mais profunda de conhecimento e da mais suprema  autoridade. A confiabilidade do testemunho de Deus fez Lutero certa vez  declarar: "O Espírito Santo não é cético." As verdades que p Espírito Santo  revela são maus certas do que a própria vida.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;João Calvino ensinava que apesar de as Escrituras  manifestarem  sinais claros e inquestionáveis da sua autoridade divina e exibir evidências  satisfatórias de sua origem divina, essas evidências não nos persuadem  plenamente até que,  ou a menos que, sejam seladas em nosso coração por meio do  testemunho interior do Espírito Santo. Calvino reconhecia a diferença entre  prova e persuasão. Mesmo que sejamos capazes de oferecer provas objetivas e  conclusivas sobre a verdade das Escrituras, isso não é garantia de que as  pessoas irão crer nelas, aceitá-las ou abraçá-las. Para que sejamos persuadidos  quanto à verdade das Escrituras, precisamos de ajuda do testemunho interior do  Espírito. Ele nos leva a concordar com as evidências irrefutáveis da verdade da  Bíblia ou aceitá-las.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;E seu testemunho interior, o Espírito Santo não oferece nenhuma  informação nova e secreta, nem nenhum argumento mais engenhosos ao qual não  podemos ter acesso por outros meios. Pelo contrário, ele opera em nosso espírito  para quebrar e vencer nossa resistência à verdade de Deus. Ele nos move a  redermos-nos ao ensino claro da Palavra de Deus e a abraçá-la cheios de  confiança.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;O testemunho interior do Espírito não é uma figura para  misticismo nem um escape para o subjetivismo, onde os sentimentos pessoais são  elevados à condição de autoridade absoluta. Existe uma diferença crucial entre o  testemunho do Espírito Santo ao nosso espírito e o testemunho humano do nosso  próprio espírito. O testemunho do Espírito Santo é a Palavra de Deus. Chega a  nós com a Palavra e através da Palavra. Não é um testemunho separado ou  desprovido da Palavra.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Assim como o Espírito Santo testifica ao nosso espírito de que  somos filhos de Deus, confirma sua Palavra a nós (Rm 8.16), assim ele também nos  assegura intimamente que a Bíblia é a Palavra de Deus.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Sumário&lt;br /&gt;1. O testemunho de Deus é totalmente confiável.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;2. A Bíblia oferece evidências objetivas de que é a Palavra de Deus.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;3. Não somos totalmente persuadidos quanto à verdade das Escrituras sem o  testemunho do Espírito Santo.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;4. O testemunho interior do Espírito não oferece argumento novo à mente, mas  opera em nosso coração e em nosso espírito nos levando a aceitarmos as  evidências que já estão lá.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;5.  A doutrina do testemunho interno do Espírito Santo não é uma licença para  acreditarmos que tudo o sentimos ser verdadeiro é de fato verdadeiro.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Autor:  R. C. Sproul&lt;br /&gt;Fonte: 2º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã –  R.C.Sproul. Editora Cultura Cristã.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-2880581361623796891?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/2880581361623796891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/2880581361623796891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/o-testemunho-interior-do-espirito-santo.html' title='O Testemunho Interior do Espírito Santo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-4322731338402397402</id><published>2009-06-19T15:46:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T15:50:36.110-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>O Espírito Santo dá Entendimento Espiritual</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="text articletext"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;strong&gt;Iluminação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;O  Espírito Santo dá Entendimento Espiritual&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 204);" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"&lt;em&gt;O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus,  porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem  espiritualmente.&lt;/em&gt;"1 Coríntios 2.14&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;O conhecimento das coisas divinas, para o qual os cristãos são  atraídos, é mais do que uma intimidade formal com as palavras bíblicas e as  idéias cristãs. É uma conscientização da realidade e relevância das atividades  do Deus triúno, as quais a Escritura testifica. Tal conscientização não é normal  nas pessoas, por mais familiaridade que tenham com as idéias cristãs (como o  homem sem o Espírito em 1 Co 2.14, que não aceita o que os cristãos lhe dizem,  ou os cegos guias de cegos, de quem Jesus falou tão causticamente em Mt 15.14,  ou Paulo antes do seu encontro com Jesus na estrada de Damasco). Somente o  Espírito Santo, perscrutador das profundezas de Deus (1 Co 2.10), pode efetuar  essa conscientização em nossas mentes e corações obscurecidos pelo pecado. É por  isso qie é chamada “entendimento espiritual” (espiritual significa “dado pelo  Espírito”, Cl 1.9; cf. Lc 24.25; 1 Jo 5.20) . Aqueles que, ao lado de uma sólida  instrução verbal, possuem “unção que vem do Santo...(têm) conhecimento da  verdade” 1Jo 2.20.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;A obra do Espírito de conceder esse conhecimento é chamada  “iluminação”. Não é uma nova revelação que esteja sendo dada, mas uma obra  dentro de nós que nos capacita a compreender e amar a revelação que está ali  diante de nós no texto bíblico ouvido ou lido., e explanado por professores e  escritores. O pecado em nosso sistema mental e moral anuvia nossas mentes e  vontades, de modo que não compreendemos a força da Escritura e resistimos a ela.  Deus parece-nos remoto, ao extremo da irrealidade, e diante da sua verdade somos  embotados a apáticos. O Espírito, contudo, abre e desanuvia nossas mentes,  sintonizando nossos corações para que compreendamos (Ef 1.17,18; 3.18,19; 2 Co  3.14-16; 4.6). Como pela iluminação é, pois, a aplicação da verdade revelada de  Deus aos nossos corações, a fim de que apreendamos como realidade para nós o que  o texto sagrado anuncia.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;A iluminação, que é um ministério permanente do Espírito Santo  aos cristãos, inicia antes da conversão com uma crescente compreensão da verdade  acerca de Jesus Cristo e uma crescente sensação de estar sendo avaliado e  exposto por ela. Jesus disse que o Espírito “convenceria o mundo” do pecado de  não crer nele, do fato de Ele estar à direita de Deus Pai (como seu bom  acolhimento na volta ao céu o provou), e da realidade do julgamento tanto aqui  como na vida futura (Jô 16.8-11). Este convencimento triplo é ainda o meio de  Deus fazer que o pecado seja repulsivo e Cristo adorável aos olhos das pessoas  que antes amavam o pecado e não tinham nenhum interesse pelo divino  Salvador.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;A forma de ser plenamente beneficiado pelo ministério da  iluminação do Espírito é o estudo sério da Bíblia, a oração séria e a séria  correspondência obediente a todas e quaisquer verdades que já tenham sido  expostas. Isto corresponde à máxima de Lutero sobre as três coisas que fazem um  teólogo: oratio (oração), meditatio (pensar na presença de Deus sobre o texto),  e tentatio (provação, a luta pela fidelidade bíblica diante da pressão para  desatender o que a Escritura diz).&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Autor: J. I. Packer&lt;br /&gt;Fonte: Teologia Concisa, Ed. Cultura Crista.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-4322731338402397402?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4322731338402397402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4322731338402397402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/o-espirito-santo-da-entendimento.html' title='O Espírito Santo dá Entendimento Espiritual'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-79794866420992778</id><published>2009-06-19T15:41:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T15:45:57.535-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>A Iluminação do Espírito Santo</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A Iluminação do Espírito Santo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;João 16.13-15; 1 Coríntios 2.9-16;  2 Pedro 1.21&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Uma das invenções modernas mais úteis é a lanterna a  pilha. Quando falta energia elétrica e nossa casa mergulha na escuridão, a  lanterna salva a situação. Sua função é lançar luz no meio da escuridão, para  podermos enxergar onde estamos andando e o que estamos fazendo. O trabalho da  lanterna é &lt;i style=""&gt;iluminar &lt;/i&gt;o cenário.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A Bíblia não é um livro de trevas. Pelo contrário, é  a fonte de luz tão necessária. O salmista chamou a Palavra de Deus de “&lt;i style=""&gt;lâmpada paras os meus pés... e luz, para o  meu caminho&lt;/i&gt;” (Sl 119.105). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nem toda a partes das Escrituras são igualmente  claras para nosso entendimento. Ceras passagens são difíceis de assimilar.  Lutamos com certos pontos para conseguir captar o significado do texto. O efeito  do pecado em nós é envolver nossa mente nas trevas. Em nossa natureza caída,  somos criaturas em trevas precisando desesperadamente de luz. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Embora as próprias Escrituras sejam luz para nós, há  necessidade de iluminação adicional para que possamos perceber claramente essa  luz. O mesmo Espírito Santo que inspira a Palavra, age para iluminar a Palavra  em nosso benefício. Ele derrama mais luz sobre a luz original. A iluminação é  obra do Espírito Santo. Ele nos ajuda a ouvir, receber e entender corretamente a  mensagem da Palavra de Deus. Conforme o apóstolo Paulo escreve: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 54pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nem olhos  viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem  preparado para aqueles que o ama. Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o  Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque  qual dos homens sabe as coisa do homem, senão o seu próprio espírito, que nele  está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de  Deus. (1 Coríntios 2.9-11) &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Aqui Paulo faz uma analogia da experiência humana.  Você pode aprender muitas coisas a meu respeito me observando ou ouvindo  comentários a meu respeito; contudo, você não pode saber o que se passa no  interior de minha mente ou de meu espírito a menos que eu decida revelar.  Somente eu conheço meus próprios pensamentos. (Embora às vezes eu tenha certeza  que minha esposa lê meus pensamentos!) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Semelhantemente, o Espírito Santo conhece os  pensamentos mais profundos de Deus. Paulo diz que o Espírito “perscruta” as  coisas profundas de Deus. Isso não significa que o Espírito Santo tenha&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;de investigar e inquirir a mente de Deus para  ser instruído. Ele não busca informações que de outra forma não poderia ter. Ele  “perscruta” no mesmo sentido em que um farol ilumina a escuridão para trazer à  luz o que de outra maneira permaneceria oculto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Iluminação não deve ser confundida com revelação. É  comum hoje em dia ouvirmos pessoas falando sobre revelações particulares que  alegam ter recebido do Espírito Santo. A obra do Espírito Santo na iluminação  não é o provimento de novas informações ou revelações além daquelas encontradas  na Bíblia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O cristianismo reformado nega enfaticamente que Deus  transmita novas revelações normativas hoje. O Espírito continua operando,  iluminando aquilo que está revelado na Escrituras. O Espírito nos convence da  verdade de Palavra, nos ajuda a entender a palavra e a aplicar essa verdade ás  nossas vidas. Ele opera com a Palavra e por meio da Palavra. Sua tarefa nunca é  ensinar contra a Palavra. Portanto, é sempre necessário testar aquilo que  ouvimos mediante o ensino da Palavra. A Bíblia é o livro do Espírito. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Sumário&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol style="margin-top: 0cm; font-weight: bold;" type="1"&gt;&lt;li style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Iluminação refere-se à  assistência do Espírito Santo, nos ajudando a entender e a aplicar a Palavra de  Deus. &lt;/span&gt; &lt;/li&gt;&lt;li style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Iluminação não deve ser  confundida com revelação.&lt;/span&gt; &lt;/li&gt;&lt;li style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Figura:&lt;img src="http://img.forministry.com/3/36/367B04A9-2B84-405D-837A7A43A3E93290/DF5A5422-5E5B-4EDE-B1A15D51F5F9B678.jpg" align="baseline" border="0" height="219" hspace="0" width="299" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Autor:&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;R. C. Sproul &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Fonte: 2º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã,  pg 15-16, Editora Cultura Cristã.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-79794866420992778?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/79794866420992778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/79794866420992778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/iluminacao-do-espirito-santo.html' title='A Iluminação do Espírito Santo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-4762265987099485241</id><published>2009-06-19T15:39:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T15:41:27.239-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>O Espírito Santo como Santificador</title><content type='html'>&lt;!-- end pg_open --&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="10" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class="text"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="text articletext"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;O Espírito Santo como  Santificador&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jo 15.26; 2 Co 3.17,18; Gl 4.6; Fp 2.12,13; 1 Pe  1.15,16&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Deus chama todas as pessoas para espelharem e refletirem o  caráter dele: "&lt;em&gt;segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santo  também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede  santos, porque eu sou santo&lt;/em&gt;" (1 Pe 1.15,16). Nosso problema é que não somos  intrinsecamente santos; somos profanos. Mesmo assim, a Bíblia se refere a nós  com "os santos". Visto que a santidade não se encontra em nós, temos de nos  tornar santo. É o Espírito Santo quem opera para  nos tornar santos, para nos  conformar com a imagem de Cristo. Como a Terceira Pessoa da Trindade, o Espírito  Santo não é mais do que Pai e o Filho, muito embora não falemos do Pai Santo e  do Filho Santo e do Espírito Santo. O Espírito de Deus é chamado de Espírito  Santo não tanto por causa da sua pessoa (a qual de fato é santa), mas por causa  de sua obra de nos fazer santos.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Esta é a obra especial do Espírito Santo: nos fazer santos. Ele  nos consagra. O Espírito Santo cumpre a função de santificação. Ser santificado  significa ser feito santo, ou justo. A santificação é um processo que começa no  momento em que nos tornamos cristãos. Esse processo continua até a morte, quanto  finalmente o crente torna-se total e eternamente justo.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;A fé  reformada é distintiva em sua ênfase sobre a obra  exclusiva do Espírito Santo na regeneração. Nós não cooperamos com o Espírito no  Novo Nascimento. Rejeitamos totalmente qualquer noção de esforço cooperativo na  regeneração do crente. A santificação, entretanto, é outro assunto. Nossa  santificação é uma obra conjunta, de cooperação. Temos de trabalhar junto com o  Espírito Santo para crescermos em santificação. O apóstolo Paulo expressou esta  idéia em sua carta à igreja de Filipos: &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;"&lt;em&gt;De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes,  não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência, assim também  operai a vossa salvação com temor e tremor;  Porque Deus é o que opera em vós  tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade&lt;/em&gt;." (Fp 2.12,13)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;O chamado à cooperação é algo que envolve esforço. Temos de  labutar com empenho. Labutar com temor não pressupõe um espírito de terror, mas  de reverência associada à diligência. Somos consolados com o conhecimento de que  não somos deixados sozinhos nessa tarefa, ou entregues aos nossos próprios  esforços. Deus está operando em nosso íntimo para realizar nossa  santificação.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;O Espírito Santo habita no crente, operando para produzir uma  vida e um coração mais justo. Devemos ser cuidadosos, entretanto, para não  confundir habitação do Espírito com algum tipo de deificação do indivíduo. O  Espírito está no crente e age com o crente, mas não se converte no crente. O  Espírito trabalha para produzir seres humanos santificados - não criaturas  deificadas. Quando o Espírito habita em nós, ele não se torna humano e nós não  nos tornamos deuses. O Espírito Santo não destrói nossa identidade pessoal como  seres humanos. Em nossa santificação, devemos nos tornar semelhantes a Deus  quanto ao caráter não quanto à essência.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;strong&gt;Sumário&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;1. Deus nos chama para refletirmos sua santidade.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;2. Tornarmo-nos santos requer que recebamos santidade de fora de nós  mesmos.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;3. O Espírito Santo se chama santo por causa obra como nosso  santificador.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;4. A santificação é um processo que dura à vida toda.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;5. A santificação é uma obra cooperativa, envolvendo o crente e o Espírito  Santo.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;6. A habitação do Espírito Santo em nós não opera nossa deificação.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Autor:  R. C. Sproul&lt;br /&gt;Fonte: 2º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã –  R.C.Sproul.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-4762265987099485241?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4762265987099485241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4762265987099485241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/o-espirito-santo-como-santificador.html' title='O Espírito Santo como Santificador'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-4296538095722291708</id><published>2009-06-19T15:36:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T15:38:29.373-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>O Espírito Santo prepara a Igreja</title><content type='html'>&lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Dons  Espirituais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Espírito Santo prepara a Igreja&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;"&lt;em&gt;E a graça foi concedida a cada um de nós segundo a  proporção do dom de Cristo... E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros  para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com  vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho de seu serviço, para a  edificação do corpo de Cristo.&lt;/em&gt;" Efésios 4.7,11,12&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;O Novo Testamento retrata as igrejas locais, em que alguns  cristãos exercem ofícios ministeriais formais e oficiais  (presbíteros-supervisores e diáconos, Fp 1.1), enquanto todos desempenham  serviços em papéis informais. O ministério de cada membro no corpo de Cristo é o  ideal neotestamentário. É claro que os oficiais que supervisionam não devem  restringir os ministérios informais, mas sim facilitá-los (Ef 4.11-13), do mesmo  modo que é claro que os que ministram informalmente não devem permitir que os  supervisores dirijam seus ministérios por meios que sejam ordeiros e  edificadores (isto é, confortando e edificando, 1 Co 14.3-5, 12, 26, 40; Hb  13.17). O corpo de Cristo cresce na maturidade em fé e amor, “segundo a justa  cooperação de cada parte” (Ef 4.16) e cumpre sua forma de serviço doadora de  graça (Ef 4.7,12).&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;A palavra dom (literalmente “dádiva” ou “doação”) aparece em  conexão co serviço espiritual somente em Efésios 4.7,8. Paulo explica a frase  Ele... concedeu dons aos homens referindo-se ao Cristo assunto ao céu dando à  sua igreja pessoas chamadas e preparadas para o ministério de apóstolo, profeta,  evangelista e pastor-mestre. Outrossim, por meio do ministério capacitador  desses oficiais, Cristo está concedendo um papel ministerial de uma forma ou de  outra a cada cristão. Em outras partes (Rm 12.4-8; 1 Co 12-14), Paulo chama  esses poderes dados divinamente para servir charismata (dons que são  manifestações específicas de charis ou graça, o amor ativo e criativo de Deus, 1  Co 12.4), e também pneumatika (dons espirituais como demonstrações específicas  da energia do Espírito Santo, pneuma de Deus, 1 Co 12.1).&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Entre as muitas obscuridades e questões debatidas com respeito  ao charismata do Novo Testamento, três certezas despontam. Primeira, um dom  espiritual é uma capacidade de certa forma de expressar, celebrar, expor e,  portanto, transmitir Cristo. Sabemos que os dons, corretamente usados, edificam  os cristãos e as igrejas. Mas somente o conhecimento de Deus em Cristo edifica;  portanto, cada charisma deve ser uma capacitação de Cristo para mostrar Cristo e  participar dele de um modo edificante.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Segundo, os dons são de dois tipos. Há dons de falar e de amar,  de ajuda prática. Em Romanos 12.6-8, a lista de Paulo sobre os dons alterna  entre as categorias: um, três e quatro (profetizar, ensinar e exortar) são dons  de falar; itens dois, cinco seis e sete (servir, dar, guiar e mostrar  misericórdia) são dons de ajuda. A alternância implica que nenhuma idéia de  superioridade de um dom sobre o outro pode ser introduzida. Apesar do quanto os  dons diferem como formas de atividade humana, todos são de igual dignidade, e a  única questão é se o cristão usa apropriadamente o dom que possui (1 Pe  4.10,11).&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Terceiro, nenhum cristão é falto de dom (1 Co 12.7; Ef 4.7),  sendo responsabilidade de todos encontrar, desenvolver e usar plenamente  quaisquer capacidade para o serviço que Deus lhes concedeu.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 204);" align="justify"&gt;Autor: J. I. Packer&lt;br /&gt;Fonte: Teologia Concisa, Ed. Cultura  Crista.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-4296538095722291708?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4296538095722291708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4296538095722291708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/o-espirito-santo-prepara-igreja.html' title='O Espírito Santo prepara a Igreja'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-5674443265623019568</id><published>2009-06-19T15:32:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T15:34:51.686-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>O Batismo do Espírito Santo</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;O Batismo do Espírito  Santo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jl 2.28,29; Jo 7.37-39; At 2.1-11; 1 Co 12; 1 Co  14.26-33&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);" align="center"&gt;"&lt;em&gt;E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que  nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não  ter sido glorificado&lt;/em&gt;." Jo 7.39&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;"Você já recebeu o batismo do Espírito Santo?" Uma pessoa que  se torna cristã em nossos dias mais cedo ou mais tarde ouvirá esta pergunta. Tal  pergunta geralmente é feita pelos cristãos carismáticos, os quais são  entusiastas a respeito das  experiências que têm com o Espírito Santo..&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Uma doutrina que antigamente era mais confinada às igrejas  Pentecostais e à Assembléia de Deus agora tem se tornado o ponto de central  importância para um grande número de crentes. O movimento neo-pentecostal tem  alcançado praticamente todas as denominações cristãs. Um senso de empolgação e  de avivamento espiritual geralmente acompanha essa nova descoberta da presença e  do poder do Espírito Santo na Igreja.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;O neo-pentecostalismo procura definir a doutrina do batismo do  Espírito Santo com base nas experiências das pessoas. Tal doutrina tem sido  amplamente controvertida.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Geralmente, mas não sempre, os cristãos carismáticos consideram  o batismo do Espírito Santo como uma segunda obra de graça, distinta e  subseqüente à regeneração e à conversão. Os carismáticos estão divididos entre  eles mesmos quanto à questão, se falar em línguas é um sinal necessário ou uma  manifestação do "batismo".&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Os pentecostais apontam para o padrão no livro de Atos, onde os  crentes (os quais experimentaram a obra regeneradora do Espírito Santo antes do  dia de Pentecostes) foram cheios do Espírito Santo e falaram em línguas. Este  padrão bíblico, que inclui um lapso de tempo entre a conversão e o batismo do  Espírito, é usado então como norma para todas as épocas.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Os pentecostais estão certos em ver certa distinção entre a  regeneração pelo Espírito Santo e o batismo. Regeneração refere-se ao Espírito  Santo dando nova vida ao crente - vivificando aquele que estava morto no pecado.  O batismo do Espírito Santo refere-se a Deus capacitando seu povo para o  ministério.]]Embora a distinção entre a regeneração e o batismo do Espírito  Santo seja legítima, transforma o lapso de tempo entre ambos numa norma para  todas as gerações é uma atitude improcedente. O padrão normal desde os dia dos  apóstolos tem sido que os cristão recebem a capacitação do Espírito Santo  juntamente com a regeneração. Não é necessário que o crente busque uma segunda e  especifica obra do batismo do Espírito depois da conversão. Todos cristão é  cheio do Espírito, numa medida maior ou menor, dependendo da correspondência de  consagração a ele.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Outro problema com doutrina pentecostal é que ela tem uma visão  incorreta do Pentecostes, o qual é uma "linha divisória" na história do Novo  Testamento. No Antigo Testamento, só alguns crentes selecionados foram dotados  por Deus com dons para o ministério (ver Nm 11). Este padrão mudou no  Pentecostes, quando todos os crentes presentes (todos judeus) receberam o  batismo. Semelhantemente, nos derramamentos posteriores, os convertidos  samaritanos (At 8), o crentes na casa de Cornélio (At 10) e os discípulos  gentios de João Batistas que viviam em Éfeso (At 19), todos receberam o batismo  do Espírito.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Os primeiros crentes não acreditavam que os samaritanos, os  prosélitos e os discípulos de João Batista pudessem ser cristãos. Desta maneira,  o batismo do Espírito Santo serviu como confirmação de sua membresia na Igreja.  Visto que cada um desses grupos experimentou o batismo do Espírito Santo da  mesma maneira que os judeus experimentaram no Pentecostes, a inclusão deles na  Igreja era inquestionável. O próprio Pedro foi o primeiro a experimentar isso.  Quando viu o Espírito Santo descer sobe os gentios tementes a deus na casa de  Cornélio, ele concluiu que não havia nada que impedisse que fossem aceitos  plenamente como membros da Igreja. Pedro disse: "Pode alguém porventura recusar  a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós o  Espírito Santo?" (At 10.47).&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Os episódios subseqüentes do batismo do Espírito Santo, depois  do Pentecostes devem ser entendidos como uma extensão do Pentecostes, por meio  do qual todo o Corpo recebeu dons para o ministério. Na igreja do Novo  testamento nem todos os cristãos falaram em línguas, mas todos os cristãos  receberam dons do Espíritos Santo. Desta maneira, se cumpriu a profecia de Joel  (At 2.16-21).&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Sumário&lt;br /&gt;1. O batismo do Espírito Santo é uma obra distinta  da qual o Espírito dota os crentes com dons para o ministério.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;2. No livro de Atos, o Espíritos Santo foi derramado sobre  quatro grupos (judeus, samaritanos, prosélitos e gentios), indicando que todos  estavam incluídos na igreja.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;3. O Pentecostes cumpre a profecia do Antigo Testamento de que  o Espírito seria derramando sobre todos os crentes e não sobre um grupo  restrito.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;" align="justify"&gt;Autor:  R. C. Sproul&lt;br /&gt;Fonte: 2º Caderno Verdades Essenciais  da Fé Cristã – R.C.Sproul.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-5674443265623019568?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/5674443265623019568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/5674443265623019568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/o-batismo-do-espirito-santo.html' title='O Batismo do Espírito Santo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-2977108902289676034</id><published>2009-06-19T15:14:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T15:29:38.851-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>A Importância da Obra do Espírito Santo</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: center; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;A  Importância da Obra do Espírito Santo&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;color:maroon;"   &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Mas  a obra do Espírito Santo é realmente importante?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 13.9pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Importante&lt;/span&gt;!  E tão importante que se não fosse pela ação do Espírito Santo não haveria  Evangelho, nem fé, nem Igreja e nem cristianismo no mundo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 13.9pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 14.15pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;Em  primeiro lugar&lt;/span&gt;: sem o Espírito Santo &lt;i&gt;não haveria Evangelho nem Novo  Testamento.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 14.15pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 14.4pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Quando  Cristo&lt;/span&gt; deixou o mundo, entregou sua causa aos discípulos. Deu-lhes a  responsabilidade de ir e fazer discípulos em todas as nações, "E vocês também  testemunharão", disse-lhes no cenáculo Jo 15:27). "E serão minhas testemunhas  [...] até aos confins da terra" foram suas palavras de despedida no monte das  Oliveiras antes da ascensão (At 1:8). Esta foi a tarefa que lhes confiou, mas  que tipo de testemunhas seriam? Não tinham sido bons alunos; conseqüentemente  não conseguiam entendê-lo, e não compreenderam seus ensinamentos durante seu  ministério na terra; como poderiam esperar melhorar agora, depois de sua  partida? Não era certo que eles logo estariam misturando a verdade do Evangelho  com uma série de equívocos bem-intencionados, e seu testemunho seria rapidamente  reduzido a uma confusão distorcida e deturpada, embora possuíssem boa vontade? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 13.45pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;A  resposta&lt;/span&gt; a essa pergunta é negativa, porque Cristo enviou o Espírito Santo para  lhes ensinar todas as verdades, livrando-os de erros, recor-dando-lhes as coisas  aprendidas e revelando-lhes o restante do que o Senhor queria ensinar. "[...] o  Conselheiro [...] lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que  eu lhes disse" 0o 14:26). "Tenho ainda muito que lhes dizer, mas vocês não o  podem suportar agora. Mas quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a  toda a verdade. Não falará de si mesmo; falará apenas o que tiver ouvido" — isto  é, o Espírito lhes esclareceria a eles tudo o que Cristo lhe dissesse, do mesmo  modo como Cristo lhes mostrara as coisas que o Pai queria que ele transmitisse  (v. Jo 12:49; 17:8,14) — "e lhes anunciará o que está por vir. Ele me  glorificará, porque receberá do que é meu e o tornará conhecido" (16:12-14).  Deste modo "ele testemunhará a meu respeito" — a vocês, meus discípulos, a quem  o enviarei — "e" — equipados e capacitados pela sua atuação — "vocês também  testemunharão [...]" (15:26,27). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 13.9pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;A  promessa &lt;/span&gt;consistia em que, ensinados pelo Espírito, esses primeiros discípulos  seriam capacitados como porta-vozes de Cristo. À semelhança dos profetas que no  Antigo Testamento começavam seus sermões com as palavras "Assim diz o Senhor  Jeová", no Novo Testamento os apóstolos poderiam, com igual autoridade, afirmar  em seus ensinamentos orais ou escritos "Assim diz o Senhor Jesus Cristo". &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 13.9pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;E  foi o que aconteceu.&lt;/span&gt; O Espírito veio sobre os discípulos e testemunhou-lhes de  Cristo e sua salvação de acordo com a promessa feita. Referindo-se às glórias  desta salvação ("o que Deus preparou para aqueles que o amam"), Paulo escreve: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;...  Deus o revelou &lt;/span&gt;a nós por meio do Espírito [...] porém [...] recebemos [...] o  Espírito procedente de Deus, para que entendamos as coisas que Deus nos tem dado  gratuitamente. Delas também falamos [e ele poderia ter acrescentado  &lt;i&gt;escrevemos] &lt;/i&gt;não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com  palavras ensinadas pelo Espírito. I Coríntios 2:9-13 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;O  Espírito testificou &lt;/span&gt;aos apóstolos revelando-lhes toda a verdade e inspirando-os  a transmiti-la com toda a fidelidade. Por essa razão temos o Evangelho e o Novo  Testamento. Mas o mundo não teria os dois sem o Espírito Santo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 13.45pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;E  isto não é tudo. &lt;/span&gt;Em segundo lugar, sem o Espírito Santo &lt;i&gt;não haveria fé, nem  novo nascimento &lt;/i&gt;— em resumo, &lt;i&gt;não haveria cristãos.&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 13.7pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;A  luz do Evangelho&lt;/span&gt; brilha, mas "O deus desta era cegou o entendimento dos  descrentes" (2Co 4:4), e o cego não reage ao estímulo da luz. Como Cristo  explicou a Nicodemos: "Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo"  (Jo 3:3; cf. v. 5). Falando por si mesmo e por seus discípulos a Nicodemos e a  toda classe de pessoas religiosas não-regeneradas, à qual Nicodemos pertencia,  Cristo continuou explicando que a conseqüência inevitável da não-regeneração é a  descrença: "[...] vocês não aceitam nosso testemunho" (v. 11). O Evangelho não  produziu neles convicção alguma; a incredulidade os mantinha irredutíveis. O que  aconteceu então? Devemos concluir que é perda de tempo pregar o Evangelho, e que  a evangelização deve ser riscada como um empreendimento sem esperança, fadado ao  fracasso? Não, porque o Espírito habita com a Igreja para dar testemunho de  Cristo. Aos apóstolos, como já vimos, ele se manifestou &lt;i&gt;revelando &lt;/i&gt;e  &lt;i&gt;inspirando. &lt;/i&gt;Aos outros homens, durante séculos, ele se manifesta  &lt;i&gt;iluminando, &lt;/i&gt;abrindo os olhos vendados, restaurando a visão espiritual,  capacitando os pecadores a perceber que o Evangelho é realmente a verdade  divina, as Escrituras são a Palavra de Deus e Cristo é verdadeiramente o Filho  de Deus. "Quando ele [o Espírito] vier", o Senhor prometeu, "convencerá o mundo  do pecado, da justiça e do juízo" (16:8). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 13.9pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Não  devemos pensar &lt;/span&gt;que podemos provar a verdade do cristianismo por meio de nossos  argumentos; ninguém, a não ser o Espírito Santo, pela própria obra poderosa de  renovação do coração endurecido, pode provar essa verdade. É prerrogativa  soberana do Espírito Santo de Cristo convencer a consciência das pessoas sobre a  verdade do Evangelho de Cristo; e a testemunha humana de Cristo deve aprender a  basear sua esperança de sucesso não em brilhantes apresentações da verdade pelo  ser humano, mas na poderosa demonstração da verdade pelo Espírito. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 13.7pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Paulo  mostra o caminho.&lt;/span&gt; "Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o  testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria [...]  A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de  sabedoria, &lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;mas em demonstração do Espírito e de poder, &lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;para que a vossa  fé não se apoiasse em sabedoria humana e sim no poder de Deus" (1Co 2:1-5).&lt;/span&gt;  &lt;b style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Os homens crêem quando o Evangelho é pregado porque o Espírito se manifesta  desse modo. Mas sem o Espírito não haveria um só cristão no mundo.&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Autor: J.  I. Packer &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Fonte: O  Conhecimento de Deus, Editora Mundo Cristão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-2977108902289676034?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/2977108902289676034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/2977108902289676034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/importancia-da-obra-do-espirito-santo.html' title='A Importância da Obra do Espírito Santo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-3882618948213444137</id><published>2009-06-19T14:49:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T15:01:17.800-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>A obra do Espírito Santo</title><content type='html'>&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A obra do Espírito  Santo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt; &lt;em style="font-weight: normal; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;No Princípio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt; ·          Ativo e presente na criação, movendo-se sobre condições ainda não  ordenadas (Gn 1.3)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;No Antigo Testamento&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;·          A origem de habilidades sobrenaturais (Gn 41.38)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          O doador de talentos artísticos (Ex 31.2-5)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          A fonte de poder e força (Jz 3.9-10)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          A inspiração de profecia (1 Sm 19.20,23)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          O que equipa mensageiros de Deus (Mq 3.8)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="color: rgb(204, 102, 0); font-weight: normal;"&gt;&lt;strong&gt;Nas profecias do Antigo Testamento&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          A purificação do coração para uma vida santa (Ez 36.25-29)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;em&gt;Na Salvação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;·          Regenera o crente (Tt  3.5)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;·          Habita no crente (Rm 8.9-11)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;·          Santifica o crente (2 Ts 2.13)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;&lt;em&gt;No Novo Testamento&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;·          Declara as verdades sobre Cristo (Jo 16.13-14)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          Reveste do poder necessário à proclamação do evangelho (At  1.8)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          Derrama amor de Deus nos corações (Rm 5.5)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          Intercede (Rm 8.26)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          Concede os dons para o ministério (1 Co 12.4-11)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          Possibilita os frutos necessários a uma vida santa (Gl  5.22-23)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;·          Fortalece os ser interior (Ef 3.16)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;em&gt;Na Palavra Escrita&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt; ·          Inspirou as Sagradas Escrituras (2 Tm 3.16; 2 Pe 1.21)&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Fonte: Bíblia de Estudo de Genebra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-3882618948213444137?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/3882618948213444137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/3882618948213444137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/obra-do-espirito-santo.html' title='A obra do Espírito Santo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-7497419195668200664</id><published>2009-06-19T14:38:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T14:47:04.907-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Espírito Santo'/><title type='text'>A obra do Espírito Santo na Salvação</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);" class="MsoTitle" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;strong&gt;A obra do Espírito Santo na Salvação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;table style="border: medium none ; border-collapse: collapse;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border: 0.5pt solid windowtext; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 84.5pt;" valign="top" width="113"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Atividade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: solid solid solid none; border-color: windowtext windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: 0.5pt 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 255.05pt;" valign="top" width="340"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Descrição&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;da Atividade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: solid solid solid none; border-color: windowtext windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: 0.5pt 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 130.95pt;" valign="top" width="175"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Referências  Bíblicas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 84.5pt; color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold;" valign="top" width="113"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Regeneração&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 255.05pt; font-weight: bold;" valign="top" width="340"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por meio do ministério do Espírito  a pessoa nasce de novo, recebe vida eterna e é transformada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 130.95pt; font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);" valign="top" width="175"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Jo 3.3-8; 6.63; Tt3.5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 84.5pt; color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;" valign="top" width="113"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Habitação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 255.05pt; font-weight: bold;" valign="top" width="340"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O Espírito habita no crente. Sem a  habitação do Espírito, a pessoa não pertence a Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 130.95pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);" valign="top" width="175"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;Jo 14.17; Rm 8.9,11; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;1 Co 3.16; 6.19&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 84.5pt; color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;" valign="top" width="113"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Batismo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 255.05pt; font-weight: bold;" valign="top" width="340"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os crentes são batizados no  Espírito Santo por Cristo, unindo-os todos em um só corpo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 130.95pt;" valign="top" width="175"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;Mt 3.11; Mc1.8; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;Lc 3.16;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;1 Co 12.13&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 84.5pt; color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;" valign="top" width="113"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Selo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 255.05pt; font-weight: bold;" valign="top" width="340"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Deus sela os crentes com o Espírito Santo,  fornecendo uma declaração de propriedade e uma garantia de redenção  final.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 130.95pt; font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);" valign="top" width="175"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;2 Co 1.22;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Ef 1.13; 4.30;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;cf. Rm 8.16&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 84.5pt; color: rgb(153, 51, 153); font-weight: bold;" valign="top" width="113"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Enchimento&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 255.05pt; font-weight: bold;" valign="top" width="340"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os crentes são instruídos a serem  “cheios do Espírito”. O ministério de preenchimento do Espírito pode ser  classificado em um preenchimento geral com vistas ao crescimento e  amadurecimento espiritual e em habilidades especiais concedidas pelo Espírito  para tarefas especiais para Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 130.95pt; font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);" valign="top" width="175"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;Ef 5.18; cf. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;At 4.8; 4.31; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;6.3; 9.17; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;11.24; 13.9&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 84.5pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);" valign="top" width="113"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Direção&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 255.05pt; font-weight: bold;" valign="top" width="340"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os crentes são instruídos a  andarem no Espírito&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e serem conduzidos  pelo Espírito. O Espírito preserva o crente da servidão ao legalismo e também o  proporciona disciplina e orientação para vida cristã.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 130.95pt; font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);" valign="top" width="175"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;Gl 5.16,25; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;cf. At 8.29; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;13.2; 15.7-9; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;16.6; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-US"&gt;Rm 8.14&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 84.5pt; font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);" valign="top" width="113"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Capacitação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 255.05pt; font-weight: bold;" valign="top" width="340"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O Espírito que habita no crente  concede vitória na vida cristã, a produção de frutos cristãos e a capacidade de  vencer as obras de Satanás.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 130.95pt; font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);" valign="top" width="175"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Rm 8.13; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Gl 5.17-18; 22-23.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext; border-width: medium 0.5pt 0.5pt; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 84.5pt; font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);" valign="top" width="113"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ensino&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 255.05pt; font-weight: bold;" valign="top" width="340"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Jesus prometeu que quando o  espírito viesse, ele conduziria os crentes ‘a verdade. O Espírito ilumina a  mente do crente para receber a revelação da vontade de Deus através de sua  Palavra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(232, 236, 232) windowtext windowtext rgb(232, 236, 232); border-width: medium 0.5pt 0.5pt medium; padding: 0cm 3.5pt; background-color: transparent; width: 130.95pt; font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);" valign="top" width="175"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Jo 14.26; 16.13; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;1 Jo 2.20,27&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-7497419195668200664?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/7497419195668200664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/7497419195668200664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/06/obra-do-espirito-santo-na-salvacao.html' title='A obra do Espírito Santo na Salvação'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-8618568499474786882</id><published>2009-03-02T05:56:00.000-08:00</published><updated>2009-03-02T06:27:22.107-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Palavra de Deus'/><title type='text'>A Palavra de Deus</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-size:180%;" &gt;A Palavra de Deus é eterna e nunca falha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4QVWM4LUzt4/SavrZwVDcxI/AAAAAAAABOE/kLh4BMpEy80/s1600-h/Palavra+de+Deus+1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 200px; height: 136px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4QVWM4LUzt4/SavrZwVDcxI/AAAAAAAABOE/kLh4BMpEy80/s200/Palavra+de+Deus+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308595413488726802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt; &lt;a href="http://apalavradedeus.blogtok.com/#01"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Números&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;23:19 &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa: porventura diria ele, e não o faria? ou falaria, e não o confirmaria?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Josué&lt;em&gt;&lt;br /&gt;23:14 &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; ... e vós bem sabeis, com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma, que nem uma só palavra caiu, de todas as boas palavras que falou de vós o Senhor, vosso Deus; todas vos sobrevieram, nem delas caiu uma só palavra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt; 1Reis&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;8:56    &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; ...nem uma só palavra caiu de todas as suas boas palavras...&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Salmos&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;18:30          &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; é um escudo para todos os que nele confiam. &lt;/span&gt;     &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;33:11&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;O conselho do Senhor permanece para sempre: os intentos do seu coração, de geração em geração.   &lt;/span&gt;     &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;100:5                         &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;Porque o Senhor é bom, e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade estende-se de geração em geração.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;102:18                          &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;Isto se escreverá para a geração futura; e o povo que se criar louvará ao Senhor.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;117:2    &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; ... a verdade do Senhor é para sempre... &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;119:89    &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Para sempre, ó Senhor, a tua palavra permanece no céu.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;119:160    &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; A tua palavra é a verdade, desde o princípio, e cada um dos teus juízos dura para sempre.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; 146:6    &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Que fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto há neles, e que guarda a verdade para sempre;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Prov&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;érbios&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;22:21&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Para te fazer saber a certeza das palavras da verdade ...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; 30:5,6    &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Toda a palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele.&lt;br /&gt;Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Isaías&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;34:16 &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Buscai no livro do Senhor, e lede; nenhuma destas coisas falhará, nem uma nem outra faltará; porque a minha própria boca o ordenou, e o seu espírito mesmo as ajuntará.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;40:8    &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;  Seca-se a erva, e caem as flores, mas a palavra do nosso Deus subsiste eternamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;46:11&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;... porque assim o disse, e assim acontecerá; eu o determinei, e também o farei.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; 55:11 &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes, fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Daniel&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;4:37 &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalço, e glorifico a lei do céu; porque todas as suas obras são verdade, e os seus caminhos juízo ...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt; Mateus&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;24:35    &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt; João&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;10:35&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;...a Escritura não pode ser anulada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt; Tito&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3:8 &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt; Hebreus&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;1:11&lt;/em&gt;    &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Eles perecerão, mas tu permanecerás; e todos eles, como roupa, envelhecerão&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em style="font-weight: bold;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;13:8&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;    &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt; Tiago&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;4:5        &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura ...?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt; 1Pedro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1:25    &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; Mas a palavra do Senhor permanece para sempre; ...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt; Apocalipse&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;21:5&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; ..&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-8618568499474786882?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8618568499474786882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8618568499474786882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/03/palavra-de-deus.html' title='A Palavra de Deus'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4QVWM4LUzt4/SavrZwVDcxI/AAAAAAAABOE/kLh4BMpEy80/s72-c/Palavra+de+Deus+1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-8292843955327586907</id><published>2009-02-18T18:06:00.000-08:00</published><updated>2009-02-18T18:17:53.335-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A  Reforma'/><title type='text'>A Vontade de Deus</title><content type='html'>&lt;h2 style="text-align: center; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-size:180%;" &gt;A Vontade de Deus&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="text-align: center; color: rgb(51, 102, 255);"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);font-size:180%;" &gt;a Vontade do Homem&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:180%;" &gt;o  Livre-Arbítrio&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Ernest  Reisinger&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" class="texto_artigo_desc"&gt;&lt;div id="texto_artigo" class="fonte1"&gt;&lt;p&gt;Um assunto muito importante mas negligenciado na igreja moderna é o livre-arbítrio. É vital compreender em que sentido a vontade é livre e reconhecer a importância deste assunto para a fé cristã.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Será que a salvação depende da disposição do homem para ser salvo, independentemente de uma obra prévia do Espírito Santo? Ninguém é salvo contra sua própria vontade; entretanto, Deus transforma o pecador de maneira a torná-lo desejoso. O assunto do livre-arbítrio está no cerne do cristianismo e tem um profundo efeito em nossa mensagem e em nosso método de evangelização. Ao mesmo tempo que é verdade: “Quem quiser, venha”, a Bíblia ensina que a salvação depende não da disposição do homem, e sim da disposição, da graça e do poder de Deus. Além do mais, se Deus não tivesse poder sobre a vontade humana, o mundo inteiro iria para o inferno. Deus não exclui ninguém de seu convite; entretanto, os próprios pecadores excluem a si mesmos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Philip P. Bliss escreveu um hino que traduzido no  português se chama “Quem Quiser”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Quem ouvir as novas, vá proclamar:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;Salvação de graça, vinde desfrutar!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;Oh! Que o mundo inteiro ouça a anunciar: Quem quiser,  venha!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Quem quiser agora, venha aceitar;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;Eis a porta aberta, já podeis entrar;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;É Jesus caminho para ao céu chegar;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;Quem quiser, venha!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Que fiel promessa tens, pecador!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;Queres tu a vida? Vem ao Salvador!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;Ele a todos fala com mui terno amor:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;Quem quiser, venha!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Todo o que quiser, venha receber!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;Possamos todos essa boa-nova ouvir.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;É o Pai celeste que convida assim:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;Quem quiser, venha!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Se você não pode cantar esse hino do fundo do seu coração, então, não compreende o ensino bíblico sobre o livre-arbítrio. O escritor foi muito prudente e sábio quando escreveu “quem quiser,&lt;em&gt; venha&lt;/em&gt;”. Ele não  disse “quem quiser, &lt;em&gt;pode &lt;/em&gt;vir”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Uma das primeiras perguntas que encaramos em um estudo sério, quanto à liberdade da vontade, é se existe poder na vontade para obedecer a Deus e para fazer o que é espiritualmente bom. Esta pergunta está intimamente ligada ao assunto da condição espiritual do homem diante de Deus. Precisamos começar considerando o modo como o homem foi criado e o seu estado como um ser não-regenerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é necessário conhecermos a capacidade que o homem possuía antes da Queda e a capacidade que ele perdeu por causa da Queda. A doutrina do livre-arbítrio nos leva a algumas considerações, não sobre a capacidade do homem, e sim sobre a sua fraqueza, miséria e incapacidade para fazer aquilo que é espiritualmente bom.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Nenhum homem é salvo contra a sua vontade. Nenhum homem é perdoado, enquanto odeia o simples pensar no perdão. Nenhum homem terá alegria no Senhor, se disser: “Eu não quero me regozijar no Senhor”. Não pense, por um só instante, que os anjos haverão de empurrar pessoas através dos portais do céu. Nós não somos salvos contra a nossa vontade; nem a nossa vontade é arrancada de nós, mas o agir (a operação) do Espírito de Deus se realiza no sentido de transformar a vontade humana e, assim, fazer com que alguns homens estejam dispostos no dia do poder de Deus (Sl 110.3), efetuando neles tanto o seu querer como o realizar, segundo sua boa vontade (Fp 2.13). “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito” (Jo 3.8). O Espírito vivifica a alma e lhe faz tais revelações da verdade, capacitando-a a enxergar as coisas por um prisma diferente do que jamais enxergou. A vontade alegremente curva sua cerviz, que um dia foi tão dura quanto o ferro, e se dispõe a vestir o jugo que um dia desprezou, usando-o com alegria. O homem não é como a máquina que meramente obedece a comandos; ele não é polido como um pedaço de mármore. Ele não é lixado como um pedaço de madeira, mas sobre a sua mente age o Espírito da vida. O homem é tornado uma nova criatura em Cristo, pela vontade de Deus, e a sua própria vontade é levada a ceder, com alegria e doçura. Se você está disposto, pode ter certeza de que foi Deus que o tornou disposto. Se você tem uma faísca de amor por Ele, essa faísca vem do fogo do amor de Deus por você. “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1 Jo 4.19).Trazemos a coroa e dizemos: “Em que cabeça devemos colocá-la?” Todo o filho de Deus haverá de dizer: “Coroai-o, Ele é digno, Ele nos fez diferentes”. “Pois quem é que te faz sobressair? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te vanglorias, como se o não tiveras recebido?” (1 Co 4.7). O assunto da vontade do homem não é novo no debate da igreja cristã, entre os teólogos e os filósofos. Durante centenas de anos, tem havido sérios e firmes debates e discussões sobre o assunto da liberdade da vontade humana. Durante o século V, um de nossos heróis, Agostinho, debateu com Pelágio sobre este assunto. Foi também um dos assuntos-chave da Reforma.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Martinho Lutero começou a Reforma com uma negação do livre- arbítrio. Isto era, e continua sendo, fundamental para a doutrina bíblica da justificação somente pela fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No final da Reforma, Erasmo, um erudito brilhante,  escreveu uma diatribe chamada&lt;em&gt; Discussão Acerca  da&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Liberdade da Vontade&lt;/em&gt;,  defendendo a doutrina católica romana. Em resposta a diatribe de Erasmo, Lutero  escreveu&lt;em&gt; A Escravidão da Vontade1 &lt;/em&gt;(todo  o pastor deveria ler este clássico). &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Quando a maioria dos cristãos pensa na Reforma, a primeira coisa que lhes vem à mente é a justificação somente pela fé. Há uma boa razão para isso: &lt;em&gt;Justificação pela Fé Somente&lt;/em&gt; foi a doutrina-chave que saiu da Reforma; não se tratava, entretanto, de uma questão-chave no início da Reforma. Um estudo cuidadoso dos fatos históricos mostrará claramente que o assunto da vontade humana estava no cerne da diferença teológica entre Martinho Lutero e a Igreja Católica Romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para enfatizar a importância deste assunto, talvez seja apropriado e proveitoso citar o Dr. J. I. Packer e O. R. Johnston em sua introdução histórica e teológica à obra prima de Lutero. O Dr. Packer e O. R. Johnston traduziram &lt;em&gt;A Escravidão da Vontade&lt;/em&gt; do alemão e do latim para o  inglês:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Escravidão da Vontade&lt;/em&gt; é o escrito teológico mais precioso que surgiu da caneta de Lutero. Esta era a sua própria opinião. Escrevendo a Capito, no dia 9 de julho de 1537, a respeito de uma sugerida edição completa de suas obras, Lutero afirmou categoricamente que nenhuma delas merecia ser preservada, exceto estas:&lt;em&gt; O Pequeno Catecismo para Crianças&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A  Escravidão da Vontade, &lt;/em&gt;pois  apenas estas duas obras, em seus respectivos âmbitos, eram “justas” (&lt;em&gt;justum&lt;/em&gt;). Outros têm concordado com Lutero, ao darem a esse tratado um lugar de destaque entre as suas produções teológicas. B. B. Warfield, por exemplo, ao endossar a descrição de &lt;em&gt;A Escravidão da Vontade&lt;/em&gt; como “obra prima dialética e polêmica”, classifica-a, quanto ao estilo, como sendo “a corporificação dos conceitos da Reforma de Lutero, a coisa mais próxima de uma afirmação sistemática de todos os conceitos que ele já proferiu... é... no sentido mais verdadeiro, o manifesto da Reforma”. E o professor Rupp cita com aprovação a descrição do livro como “o melhor e mais poderoso &lt;em&gt;Soli Deo Gloria&lt;/em&gt; cantado durante o período da Reforma”. Em sua fertilidade de pensamento, seu vigor de linguagem, sua percepção teológica profunda, sua força de argumento muito bem sustentada e na excepcionalidade de sua exposição, este tratado permanece não-superado entre os escritos de Lutero. É o representante mais digno de seu pensa- mento maduro, deixado para nós; é um memorial muito mais refinado de sua perícia teológica do que os pequenos folhetos de anos anteriores, que são bem mais conhecidos. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Seu caráter se destaca quando o comparamos com o livrete que ele se propôs a responder. A diatribe de Erasmo foi escrita de forma elegante e graciosa, mas não é, de maneira alguma, quanto ao seu significado, uma produção digna. Há ampla evidência de que Erasmo não tinha o desejo de escrevê-la e nenhum interesse no assunto. Seu livro sugere que esta é a realidade. Ele exibe muita cultura, mas pouco discernimento. A obra deixa claro aquilo que o autor jamais estaria preocupado em negar: Erasmo de Rotterdam, um estudioso da Bíblia bastante versado, não era teólogo. Ele foi breve, superficial e deliberadamente evasivo na questão que abordou. Escreveu acerca do debate sobre “o livre-arbítrio”, conforme ele mesmo nos informa, como um comentador e crítico, não como alguém que prestava contribuição ao assunto. Seu ponto principal é que não se trata de uma questão muito significativa, de uma forma ou de outra; e sua reclamação principal contra Lutero foi simplesmente que este demonstrava um censo defeituoso de proporção, ao colocar tanta ênfase em uma opinião que é extrema e improvável em si mesma e se relaciona a um assunto que tanto é obscuro como insignificante. &lt;em&gt;A Escravidão da Vontade&lt;/em&gt;, por outro lado, é um tratado importante sobre o que Lutero viu ser o cerne do evangelho. Não era uma obra de literatura inferior executada com objetivos financeiros. Lutero recebeu, com satisfação, a oportunidade que a aparição da &lt;em&gt;Diatribe&lt;/em&gt; lhe ofereceu para uma completa discussão escrita, acerca daquelas porções de seus ensinamentos que para ele realmente importavam; e, dedicando-se, atirou-se ao assunto com gosto. “Somente você”, ele disse a Erasmo, “atacou o que realmente importa, ou seja, a questão central. Você não se preocupou com aquelas questões irrelevantes — acerca do papado, purgatório, indulgências e coisas semelhantes — a respeito das quais até o dia de hoje a minha morte tem sido procurada... Você, e apenas você, enxergou a dobradiça sobre a qual tudo revolve e acertou no ponto nevrálgico. Por isso, agradeço-lhe de todo o coração; pois é mais gratificante para mim lidar com essa questão...” “Livre-arbítrio” não era uma questão acadêmica para Lutero; o evangelho da graça de Deus, ele defendia, estava preso nisso e permaneceria de pé ou cairia de acordo com o que se decidisse a esse respeito em &lt;em&gt;A Escravidão da Vontade&lt;/em&gt;. Portanto, Lutero acreditava estar lutando em favor da verdade de Deus, a única esperança para o homem; e sua determinação e seriedade, ao perseguir o argumento, dá testemunho da força de sua convicção de que a fé uma vez entregue aos santos e, por conseqüência, as almas preciosas estão em jogo. “Quanto ao ter-me permitido argumentar um tanto vigorosamente” ele escreveu, “reconheço minha falha, se é uma falha — mas não; sinto tremenda alegria de que este testemunho veio ao mundo a partir da minha conduta na causa de Deus. Que Deus mesmo confirme este testemunho no último dia!” Lutero argumentou que não faz parte da conduta de um verdadeiro teólogo o despreocupar-se, ou o parecer despreocupado, quando o evangelho está correndo o risco de ser mal interpretado. Esta é a explicação que Warfield chama de “o vigor surpreendente” da linguagem de Lutero. O evangelho de Deus estava em risco; as fontes da religião de Lutero foram tocadas; o homem foi movido; o vulcão começou a sua erupção; os argumentos se derramaram de Lutero como lava fervendo. Em nenhum lugar, Lutero chega mais próximo, quer em espírito ou em substância, de Paulo, em Romanos e Gálatas, do que em &lt;em&gt;A Escravidão da Vontade&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por que Erasmo e Lutero abordaram a questão “do livre arbítrio” com atitudes tão contrastantes em suas mentes? Não é difícil encontrar a resposta. Suas atitudes divergentes brotaram de duas concepções diferentes de cristianismo. Erasmo argumentava que as questões de doutrina eram todas comparativamente irrelevantes e que estar ou não o homem livre era o menos importante de todos os assuntos. Lutero, por outro lado, acreditava que as doutrinas eram essenciais e construtivas à religião cristã e que a doutrina de &lt;em&gt;A Escravidão da Vontade&lt;/em&gt;, em especial, era a pedra angular do evangelho  da fé...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Esse assunto ressurgiu com intenso vigor no século XVII, durante o Grande Despertamento. O assunto do livre-arbítrio estava na base do erro teológico de Charles Finney e seus métodos evangelísticos e antibíblicos. A batalha ainda existe entre os Reformados e os Fundamentalistas, bem como entre seus respectivos métodos e mensagem do evangelho. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Todo o estudante sério das Escrituras deveria compreender quão vital e importante é este assunto, em relação a outras doutrinas importantes da fé cristã, tais como a depravação total, a eleição e a chamada eficaz. Um ponto de vista correto do livre-arbítrio afeta profundamente nossos métodos de evangelismo. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-8292843955327586907?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8292843955327586907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8292843955327586907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2009/02/vontade-de-deus.html' title='A Vontade de Deus'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-9156582797875827704</id><published>2008-09-30T18:09:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T18:16:44.446-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A pessoa, natureza e encarnação de Jesus Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A pessoa, natureza e encarnação de Jesus Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#6600cc;"&gt;Deus enviou seu filho para nos salvar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"E o Verbo se fez carne,&lt;/span&gt; e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade."Jo 1.14&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A Trindade e a Encarnação&lt;/span&gt; são temas que se relacionam. A doutrina da trindade declara que o homem Jesus é verdadeiramente divino; a da Encarnação declara que o divino Jesus é verdadeiramente humano. Juntas, elas proclamam a plena realidade do Salvador que o Novo Testamento apresenta, o Filho que veio da parte do Pai, pela vontade do Pai, para tornar-se o substituto do pecador sobre cruz (Mt 20.28; 26.36-46; Jo 1.29; 3.13-17; Rm 5.8; 2 Co 5.19-21; 8.9; Fp 2.5-8).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O momento decisivo sobre a doutrina da Trindade&lt;/span&gt; ocorreu no Concílio de Nicéia (325 d.C.), quando a igreja rejeitou a idéia ariana de que Jesus era a primeira e mais nobre criatura de Deus, e afirmou que Ele era da mesma "substância" ou essência (isto é, a mesma entidade existente) do Pai. Assim, há somente um Deus, não dois; a distinção entre Pai e Filho está dentro da unidade divina, e o Filho é Deus no mesmo sentido em que o Pai o é. Dizendo que o Filho e o Pai são "de uma substância", e que o Filho é "gerado" ("único gerado, ou unigênito", Jo 1.14,18; 3.16,18, e notas ao texto da [Bíblia] NVI), mas "não feito", o Credo Nicéia inequivocamente reconhece a deidade do homem da Galiléia.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Um evento para a confissão da doutrina da Encarnação&lt;/span&gt; aconteceu no Concílio de Calcedônia (451 d. C.), quando a igreja rejeitou tanto nestoriana de que Jesus era duas personalidades - o Filho de deus e um homem - sob a mesma pele, como a idéia eutiquianista de que a divindade de Jesus tinha absorvido sua humanidade. Rejeitando ambos, o concílio afirmou que Jesus é uma pessoa divino-humana em duas naturezas (isto é, dois conjuntos de capacidades para a experiência, expressão, reação e ação); e que as duas naturezas são unidas em seu ser pessoal, sem mistura, confusão, separação ou divisão; e que cada natureza retém seus próprios atributos. Em outras palavras, todas qualidades e poderes que estão em Deus, estavam, estão e sempre estarão real e distintamente presente na pessoa do homem da Gáliléia. Assim, a fórmula calcedônia afirma, em termos categóricos, a plena humanidade do Senhor (nascido pela ação divina).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A Encarnação,&lt;/span&gt; este milagre misterioso no coração do Cristianismo histórico, é ponto central do testemunho do Novo Testamento. È surpreendente que os judeus tenham chegado a aceitar tal crença. Oito dos nove escritores do Novo Testamento, como os discípulos originais de Jesus, eram judeus instruídos no axioma judaica de que há somente um Deus e nenhum homem é divino. Todos eles, no entanto, ensinam que Jesus é o Messias de Deus, o filho de Davi ungido pelo Espírito prometido no Velho Testamento ( por exemplo, Is 11.1-5; Christos, "Cristo", é a palavra grega para Messias). Todos eles o apresentam em um tríplice papel de mestre, portador de pecados (dos seres humanos) e governante - profeta, sacerdote e rei. E, em outras palavras, todos insistem que Jesus o Messias deve ser pessoalmente adorado e crido - o que significa dizer que Ele é Deus não menos do que é homem. Observe-se como os quatro mais habilitados teólogos do Novo Testamento (João, Paulo, o escritor de Hebreus e Pedro) falam sobre isto.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Evangelho de João emoldura&lt;/span&gt; as narrativas do testemunho visual do escritor (Jo 1.14; 19.35; 21.24) com as declarações de seu prólogo (1.1-18): que Jesus é o eterno Logos (Palavra) divino, agente da Criação e fonte de toda vida e luz (vv.1-59), que de graça e verdade, naturalmente como "o unigênito de Deus" (vv. 14,18; notas de texto [da Bíblia] NVI). O evangelho é pródigo em declarações "Eu sou", que têm significado especial porque Eu sou (grego: ego eimi) foi usado para traduzir o nome de Deus na tradução grega e Êxodo 3.14; toda vez que João se refere a Jesus dizendo ego eimi, está implícita uma alegação de divindade. Exemplos disto são João 8.25,58, e as declarações de sua graça como (a) o Pão da Vida, dando alimento espiritual (Jo 6.35,48.510; (b) a Luz do Mundo, banindo a escuridão (Jo 8.12;9.5); (c) a porta das ovelhas, dando acesso a Deus (Jo 10.7,9); (d) o bom Pastor, protegendo do perigo (Jo 10.11,14); (e) a Ressurreição e a Vida, dominando nossa morte (Jo 11.25); (f) o Caminho, a Verdade e a Vida, guiando à comunhão com o Pai (14.6); (g) a Videira verdadeira, nutrindo para a fertilidade (15.1,5). Tomé, com intensa emoção, adora a Jesus como "Senhor meu e Deus meu!" (Jo 20.28). Jesus então pronuncia uma bênção sobre todos os que compartilham a fé de Tomé, e João insta seus leitores a juntarem-se a eles (Jo 20.29-31).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Paulo cita o que parece ser um hino&lt;/span&gt; que declara a divindade pessoal de Jesus (Fp 2.6; declara que "nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade" (Cl 2.9; cf. 1.19); aclama Jesus o Filho como a imagem doa Pai e sua agente na criação e manutenção de todas as coisas (Cl 1.15-17); declara ser Ele "Senhor" (um título de realeza, como nuanças divinas), a quem se deve rogar por salvação de acordo com a prescrição para invocar Yahweh em Joel 2.32 (Rm 10.9-13); chama-lhe "Deus sobre todos" (Rm 9.5) e "Deus e Salvador" (Tt 2.13); e faz preces diretamente a Ele (2 Co 12.8,9), olhando para Ele como fonte da graça divina (2 Co 13.13). O testemunho de Jesus é explícito: a fé na divindade de Jesus fundamental para a teologia e religião de Paulo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O escritor da carta aos Hebreus,&lt;/span&gt; pretendendo expor a perfeição do sumo sacerdócio de Cristo, começa declarando a plena divindade e conseqüente e única dignidade do Filho de Deus (Hb 1.3,6,8-12), cuja plena humanidade ele então celebra no capítulo 2. A perfeição, e certamente a própria possibilidade, do sumo sacerdócio que ele assinala cumprido por Cristo depende da união de uma vida divina infindável e infalível com uma experiência huma plena de tentação, aflição e sofrimento (Hb 2.14-17; 4.14-5.2; 7.12-28; 12.2,3).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Não menos significativo&lt;/span&gt; é o uso que Pedro faz de Isaías 8.12,13 (1 Pe 3.14). Ele cita a versão grega (dos Setenta), estimulando as igrejas a não temerem o que ouros temem, mas a santificarem o Senhor. Onde, porém, o texto de Isaías diz "a Ele (Senhor dos Exércitos) santificai", Pedro escreve, "santificai a Cristo, como Senhor" (1 Pe 3.15). Pedro tributaria a adoração em temor devida ao Todo-Poderoso a Jesus de Nazaré, seu Mestre e Senhor.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Novo Testamento proíbe&lt;/span&gt; a adoração de anjos (Cl 2.18; Ap 22.8,9), mas ordena a adoração de Jesus e focaliza consistentemente objeto próprio da fé, esperança e amor, aqui e agora. A religião a que faltam estas ênfases não é Cristianismo. Que não haja nenhum engano sobre isto!&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;J. I. Packer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Teologia Concisa, pg. 98&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-9156582797875827704?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/9156582797875827704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/9156582797875827704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/pessoa-natureza-e-encarnao-de-jesus.html' title='A pessoa, natureza e encarnação de Jesus Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-4330113565372500634</id><published>2008-09-30T18:02:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T18:09:37.016-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A Divindade de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A Divindade de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;     &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;            &lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;A Divindade de Cristo&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mc 2.28; Jo 1.1-14; Jo 8.58; Jo 20.28; Rm 9.5; Fp 2.9-11; Cl 1.19; 1 Jo 5.20&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"E sabemos que já&lt;/span&gt; o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna." (1 Jo 5.20)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para ser cristão,&lt;/span&gt; é indispensável ter fé na divindade de Cristo. Esta é uma parte essencial do Evangelho de Cristo no Novo Testamento. Mesmo assim, em todos os séculos, a Igreja tem sido obrigada a lidar com pessoas que alegam ser cristãs e ao mesmo tempo negam ou distorcem a divindade de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Na história da Igreja&lt;/span&gt; houve quatro séculos durantes os quais a confissão da divindade de Cristo foi uma questão crucial e polêmica dentro da Igreja. Foram os séculos IV, V, XIX e XX. Visto estarmos vivendo num século em que as heresias estão assaltando a Igreja, urge que a confissão da divindade de Cristo seja resguardada.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;No Concílio de Nicéia,&lt;/span&gt; no ano 325 d.C., a igreja, em oposição à heresias Ariana, declarou que Jesus é gerado e não criado, e que sua natureza divina é da mesma essência (homo ousios) que a do Pai. Essa afirmação declarou que a  segunda pessoa da Trindade é uma em essência com Deus o Pai. Quer dizer, o "ser" de Cristo é o ser de Deus. Ele não é simplesmente à Deidade - ele é a Deidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A confissão da divindade de Cristo&lt;/span&gt; é extraída do testemunho multiforme do Novo Testamento. Como o Verbo Encarnado, Cristo é revelado como sendo não só preexistente em relação à criação, mas também eterno. A Bíblia diz que ele estava no princípio com Deus e também que ele é Deus (Jo 1.1-3). O fato de ele estar com Deus exige uma distinção pessoal na Deidade. O fato de ser Deus exige sua inclusão na Deidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Em outros textos,&lt;/span&gt; o Novo Testamento atribui a Jesus termos e títulos claramente divinos. Deus concedeu-lhe o preeminente título de Senhor (Fp 2.9-11). Como o Filho do Homem, Jesus reivindica ser Senhor do sábado (Mc 2.28) e ter autoridade para perdoar pecados (Mc 2.1-12). Ele é chamado o "Senhor da glória" (Tg 2.1) e recebeu adoração de bom grado, quando Tomé confessou: "Senhor meu e Deus meu!" (Jo 20.28).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Paulo declara que a plenitude&lt;/span&gt; da Deidade habita em Cristo corporalmente (Cl 1.19), e que Jesus é superior aos anjos,, tema este reiterado no livro de Hebreus. Adorar um anjo, ou qualquer criatura, não importa quão exaltada ela seja, é violar a proibição bíblica contra a idolatria. A expressão "Eu sou" repetida no Evangelho de João também testifica sobre a identificação de Jesus Cristo com a Deidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;No Século V,&lt;/span&gt; o Concílio de Calcedônia (451 d.C.) afirmou que Jesus era verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus. O concílio declarou que as duas natureza de Jesus humana e divina, eram sem mistura, confusão, separação ou divisão. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;SUMÁRIO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A divindade de Cristo&lt;/span&gt; é uma doutrina essencial do cristianismo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A Igreja enfrentou&lt;/span&gt; crise causadas por heresias concernentes à divindade de Cristo nos séculos IV. V, XIX e XX.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Concílio de Nicéia&lt;/span&gt; (325 d.C.) afirmou a divindade de Cristo, declarando que ele é da mesma substância ou essência que o Pai, q que ele não era um ser criado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Novo Testamento afirma&lt;/span&gt; claramente a divindade de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;5.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Concílio de Calcedônia&lt;/span&gt; (451 d.C.) declarou que Jesus era verdadeiramente Deus.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt;  &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;R. C. Sproul&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;1º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã – R.C.Sproul.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-4330113565372500634?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4330113565372500634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4330113565372500634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/divindade-de-cristo.html' title='A Divindade de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-6882077248464452561</id><published>2008-09-30T17:56:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T18:02:42.825-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A Humanidade de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A Humanidade de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;                                          &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Jo 1.1-14; Gl 4.4; Fp 2.5-11; Hb 2.14-18; Hb 4.15&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"E o Verbo se fez carne,&lt;/span&gt; e habitou entre nós" Jo 1.14a&lt;br /&gt;Uma das doutrinas mais vitais do Cristianismo histórico é que o Deus Filho tomou uma verdadeira natureza humana. O grande Concílio de Calcedônia, no ano 451 da era cristã, afirmou que Jesus é verdadeiramente homem e verdadeiramente  Deus, e que suas duas naturezas são assim unidas, sem mistura, confusão, separação ou divisão, cada natureza retendo seus próprios atributos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A humanidade de Jesus&lt;/span&gt; tem sido atacada principalmente em dois aspectos. A igreja primitiva teve  de lutar contra a heresia do docetismo, a qual ensinava que Jesus não tinha um corpo físico real ou uma verdadeira natureza humana. Essa doutrina argumentava que Jesus apenas "parecia" ter um corpo, mas na realidade ele era uma espécie de ser fantasmagórico. Justamente contra isso, João declarou veementemente que aquele que negasse que Jesus realmente se manifestou na carne era do Anticristo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A outra grande heresia que a Igreja&lt;/span&gt; rejeitou foi a heresia do monofisismo, a qual argumentava que Jesus não tinha duas natureza, mas apenas uma. Essa natureza única não era totalmente divina nem totalmente humana, mas um misto de ambas. Essa natureza era chamada "teantrópica".  A heresia do monofisismo defende uma natureza deificada ou uma natureza divina humanizada.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Formas sutis de monofisismo&lt;/span&gt; têm ameaçado a Igreja em todas  as gerações. A tendência segue na direção de permitir que a natureza humana seja engolfada pela natureza divina de tal maneira que as limitações reais da humanidade de Jesus são removidas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Temos de distinguir&lt;/span&gt; entre as duas naturezas de Jesus sem separá-las.  Quando Jesus demonstra fome, por exemplo, vemos isso como uma manifestação da natureza humana, não da divina. O que se diz sobre a natureza divina ou  da natureza humana pode ser afirmado com relação à pessoa. Na cruz, por  exemplo, Cristo, o Deus-homem, morreu. Isso, entretanto, não que dizer que  Deus morreu na cruz. Embora as duas naturezas permanecessem unidas depois da ascensão de Cristo, ainda temos de distinguir as naturezas, considerando o modo como ele está presente conosco. Entretanto, em sua natureza divina Cristo nunca está ausente de nós.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A humanidade de Cristo é como a nossa.&lt;/span&gt; Ele tornou-se homem "por  nossa causa", Ele entrou em nossa situação para agir como nosso Redentor. Tornou-se nosso substituto, tomando sobre si nossos pecados, a fim de sofrer em nosso lugar. Ele também tornou-se nosso campeão, cumprindo a Lei de Deus  em nosso favor.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Na redenção, existe uma dupla mudança.&lt;/span&gt; Nossos pecados são atribuídos a Jesus. Sua justiça é atribuída a nós. Ele recebe o castigo merecido pela nossa humanidade imperfeita, enquanto nós recebemos a bênção devida à sua  humanidade perfeita. Em sua humanidade, Jesus tinha as mesmas limitações  comuns a todos os seres humanos, exceto que ele era sem pecado. Em sua natureza humana, ele não era onisciente. Seu conhecimento, embora fosse acurado e  exato, não era infinito. Havia coisas que ele não sabia, como por exemplo, o dia  e a hora de sua volta à Terra (). É claro que em sua natureza divina ele é onisciente e sua conhecimento é ilimitado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Como ser humano, Jesus estava restrito pelo tempo e espaço.&lt;/span&gt;Como todo ser humano, ele não podia estar em mais de um lugar ao mesmo tempo. Ele suava. Sentia fome. Chorava. Sofria dores. Ele era mortal, capaz de sofre a  morte. Em todos esses aspectos era como nós.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#6633ff;"&gt;Sumário&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; Jesus tinha uma verdadeira natureza que estava perfeitamente unida à sua natureza divina.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; O docetismo dizia que Jesus não tinha um corpo físico real.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt;  A heresia do monofisismo envolve a deificação da natureza humana, de modo que a humanidade de Jesus é eclipsada pela sua divindade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4.&lt;/span&gt; A humanidade de Cristo é a base de sua identificação conosco;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;5.&lt;/span&gt; Jesus tomou nossos pecados sobre si e partilha conosco sua justiça.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;6.&lt;/span&gt; A natureza humana de Jesus tinha as limitações normais do ser humano, exceto que ele era sem pecado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt;  &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;R. C. Sproul&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;1º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã – R.C.Sproul.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-6882077248464452561?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6882077248464452561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6882077248464452561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/humanidade-de-cristo.html' title='A Humanidade de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-8302961967976267876</id><published>2008-09-30T17:50:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T17:56:25.430-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>As Duas Naturezas de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;As Duas Naturezas de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jesus Cristo é inteiramente Humano&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"Porque já muitos&lt;/span&gt; enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo." 2 Jo 7&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus foi um homem&lt;/span&gt; que convenceu os que estavam próximo dele de que Ele era também Deus; portanto, sua condição humana não está em dúvida. A condenação de João daqueles que negavam que "Jesus Cristo veio em carne" (1 Jo 4.2,3; 2 Jo 7) visava aos docetas(*), que substituíram a Encarnação pela idéia de que Jesus foi um visitante sobrenatural (não Deus), que parcialmente humano, mas era realmente  uma espécie de fantasma, um mestre que, na realidade, não morre pelos pecados.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Os evangelhos mostram&lt;/span&gt; Jesus experimentando as limitações humanas (fome, Mt 4.2; cansaço, Jo 4.6; ignorância de um fato, Lc 8.45-47) e sofrimento humano (choro junto ao túmulo de Lazaro, Jo 11.35,38; agonia no Getsêmani, Mc 14.32-42; cf. 12.50; Hb 5.7-10; e sofrimento na cruz). Hebreus enfatiza que, se Ele não tivesse experimentado as aflições humanas - fraqueza, tentação, sofrimento - Ele não estaria qualificado para ajudar-nos quando passarmos por essas coisas (Hb 2.17,18; 4.15,16; 2.7-9). Nesta circunstâncias, sua experiência humana é de modo a garantir que, em qualquer  momento de pretensão ou premência em nossa relação e  caminhada com Deus, podemos ir a Ele confiantes de que de  alguma maneira Ele esteve lá antes de nós sendo assim ajudador de que necessitamos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Os cristãos,&lt;/span&gt; focalizando a divindade de Jesus, têm as vezes pensado que minimizar sua humanidade é honrá-lo. A primitiva heresia do monofisismo ( a idéia de que Jesus tinha somente uma natureza) expressava esta suposição, como  fazem as modernas deduções de que Ele apenas fingiu ser ignorante de fatos (na suposição de que Ele utilizava sua onisciência e, portanto, estava ciente de todas as coisas, e estar com fome e cansado (na suposição de que sua divindade sobrenaturalmente nutria de forças sua humanidade todos  tempo, colocando-o acima  das demandas da existência comum).. Mas a Encarnação significa, antes, que o Filho de Deus viveu sua vida divino-humana em e através de sua mente  e corpo humanos em todos os aspectos, maximizando sua identificação e empatia com aqueles que Ele viera salvar, e  lançando mão dos recursos divinos para transcender os limites humanos de conhecimento e energia somente quando exigência particulares da vontades do Pai assim o requeresse.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A idéia de que as duas naturezas&lt;/span&gt; de Jesus eram como circuitos elétricos alternados, de sorte que algumas vezes Ele agia em sua humanidade e algumas vezes em sua divindade, e é  também equivocada. Ele realizou e suportou todas as coisas,  incluindo seus sofrimentos na cruz, na unidade de sua pessoa divino-humana (isto é, como Filho de Deus que sabia tomado para si todos os poderes humanos de agir, reagir e experimentar, em sua forma não decaída). Dizer isto não contradiz a impecabilidade divina, pois impassibilidade não significa que Deus nunca experimentou angústia, mas que o que ele experimentou, angústia inclusive, é experimentado por sua própria vontade e por sua própria decisão predeterminada.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus, sendo divino,&lt;/span&gt; era impecável (não podia pecar), mas isto não quer dizer que Ele não podia ser tentado. Satanás tentou-o a desobedecer ao Pai por autogratificação, autoexibição e autoglorificação (Mt 4.1-11), e a tentação para recuar da cruz foi constante (Lc 22.28; Mt 16.23; e a oração de Jesus no Getsêmani). Sendo humano não podia vencer a tentação sem luta, mas, sendo divino, era sua natureza fazer a vontade do Pai (Jo 5.19,30) e, portanto, resistir e lutar contra a tentação até vencê-la. Do Getsêmani podemos inferir que suas lutas foram bem mais agudas e agônicas do que qualquer outra que possamos imaginar. O final feliz resultante é que "naquilo que  ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados" (Hb 2.18)&lt;br /&gt;* Partidários do docentismo, doutrina gnótica do segundo século desta era.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;J. I. Packer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Teologia Concisa, pg. 102&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-8302961967976267876?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8302961967976267876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8302961967976267876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/as-duas-naturezas-de-cristo.html' title='As Duas Naturezas de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-8035316096931925182</id><published>2008-09-30T17:45:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T18:21:36.671-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>O Porque das duas Naturezas de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;A necessidade das duas naturezas de Cristo decorre daquilo que é essencial à doutrina escriturística da expiação.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;Necessidade da Humanidade de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Desde que o homem pecou&lt;/span&gt;, era necessário que o homem sofresse a penalidade. Além disso, o pagamento da pena envolvia sofrimento de corpo e alma, sofrimento somente cabível ao homem, Jo 12.27; At 3.18; Hb 2.14; 9.22. Era necessário que Cristo assumisse a natureza humana, não somente com todas as suas propriedades essenciais, mas também com todas as debilidades a que está sujeita, depois da Queda, e, assim devia descer às profundezas da degradação em que o homem tinha caído, Hb 2.17,18. Ao mesmo tempo, era preciso que fosse um homem sem pecado, pois um homem que fosse, ele próprio, pecador e que estivesse privado da sua própria vida, certamente não poderia fazer expiação por outros, Hb 7.26.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Unicamente um Mediador&lt;/span&gt; verdadeiramente humano assim, que tivesse conhecimento experimental das misérias da humanidade e se mantivesse acima de todas as tentações, poderia entrar empaticamente em todas as experiências, provações e tentações do homem, Hb 2.17,18; 4.15-5.2; e ser um perfeito exemplo humano para os Seus seguidores, Mt 11.29; Mc 10.39; Jo 13.13-15; Fp 2.5-8; Hb 12.2-4; 1 Pe 2.21.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;Necessidade da Divindade de Cristo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;No plano divino de salvação&lt;/span&gt; era absolutamente essencial que o Mediador fosse verdadeiramente Deus. Era necessário que (1) Ele pudesse apresentar um Sacrifício de valor infinito e prestar perfeita obediência à lei de Deus; (2) Ele pudesse sofrer a ira de Deus redentoramente, isto é, para livrar outros da maldição da lei; e (3) Ele pudesse aplicar os frutos da sua obra consumada aos que o aceitassem pela fé.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O homem, com a sua vida arruinada&lt;/span&gt;, não pode nem cumprir a pena do pecado, nem prestar perfeita obediência a Deus. Ele pode sofrer a ira de Deus e, exceto pela graça redentora de Deus, terá que sofrê-la eternamente, mas não pode sofrê-la de molde a abrir um caminho de livramento, al 49.7-10; 130.3.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Louis Berkhof&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Teologia Sistemática, pág 318,319; Ed LPC&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-8035316096931925182?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8035316096931925182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8035316096931925182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/necessidade-das-duas-naturezas.html' title='O Porque das duas Naturezas de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-6340271453265492968</id><published>2008-09-30T17:19:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T17:44:37.690-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A necessidade das Duas Naturezas de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A necessidade das Duas Naturezas de Cristo e Sua Unipersonalidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A realidade&lt;/span&gt; das duas naturezas de Cristo é bem firmada na Bíblia. Ele é plenamente homem e plenamente Deus. Por natureza, entendemos os elementos essenciais para que uma coisa seja o que é (a concreta substância de uma espécie); dessa forma, quando falamos em natureza humana, referimo-nos a um corpo mortal e uma alma (= espírito) imortal, os quais a constituem. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Estudemos&lt;/span&gt; agora algumas questões levantadas na história, ainda debatidas, que devem despertar nosso interesse. Eis algumas:&lt;br /&gt;                    &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Por que era necessário que o Redentor fosse Deus?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                              &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;Por que era necessário que ele fosse humano?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                        &lt;span style="color:#3333ff;"&gt; 3.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Qual a relação existente entre as duas naturezas de Cristo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Essas&lt;/span&gt; questões não são vã especulação. O objetivo é conhecer melhor o Senhor Jesus Cristo (2Pe 3: 18). É necessário entender, antes de tudo, que esse assunto tem seus mistérios, os quais pertencem a Deus. Todavia, é importante notar que a Bíblia apresenta a realidade da encarnação. Por isso, temos o dever de estudá-la, visto que o que Deus revelou em sua Palavra pertence a nós, para estudo e prática (&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Dt 29:29&lt;/span&gt;). Atentemos para a recomendação de Agostinho: "Ignoremos de boa mente aquilo que Deus não quis que soubéssemos".&lt;/strong&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.teuministerio.com.br/BRSPORNDESAGSA/vsItemDisplay.dsp&amp;amp;objectID=C781A32F-AE90-438B-92E62DA77D732EFA&amp;amp;method=display#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;strong&gt;[1]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; Em suma, resumindo nossa postura: devemos nos limitar à Palavra, para que não façamos afirmações que a Bíblia desconhece.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;A necessidade da divindade&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Resumidamente, a divindade do Redentor era necessária para:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Cumprir&lt;/span&gt; perfeitamente a lei. É impossível a qualquer homem cumprir totalmente a lei de Deus (Rm 7:14-25).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Revelar&lt;/span&gt; Deus e sua salvação aos homens. Em Cristo conhecemos o Pai e temos a salvação eterna (Mt 11:27;Jo 1:18; 14:11-18/         1 Co 2:9-11).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Derrotar&lt;/span&gt; definitivamente Satanás, tirando de seu domínio os pecadores escravizados (Hb 2:14-15; Jo 12:31; 16:111Jo 14:30).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; Suportar&lt;/span&gt; o peso da culpa do pecado de seu povo, bem como a ira de Deus que cairia sobre ele como representante dos eleitos, libertando, assim, os seus da maldição decorrente do não comprimento da lei (Is 53:1-12; Mt 27:46; 013:10-13).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;5.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Constituir&lt;/span&gt; um caminho perfeito e imaculado, conduzindo o homem a Deus. Essa obra nenhum dos filhos de Adão poderia fazer, nem mesmo um anjo (Jo. 14:6; lTm 2:5; lPe 3:18).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;6.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Apresentar-se&lt;/span&gt; como sacrifício perfeito e aplicasse de forma eterna seus méritos ao seu povo eleito (Hb 7:3,24-28; 9:24-25).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;A necessidade da humanidade&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Sumariando, a humanidade de Cristo era necessária para:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Exemplificar&lt;/span&gt; a perfeita humanidade aos discípulos (Mt 11 :29; Jo 13:13-15; Rm 8:29; Fp 2:5-8; Hb 12:2-4; lPe 2:21; 1]02:6).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Cumprir&lt;/span&gt; o propósito de Deus para o homem em relação à sua criação. O homem, ao pecar, perdeu o domínio sobre a criação; Jesus Cristo demonstra em sua vida o domínio sobre ela (Ef 1 :22; Hb 2:8-9).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Representar&lt;/span&gt; genuinamente seu povo como o segundo Adão, por meio de quem Deus trata com os eleitos, tornando-se o único mediador entre Deus e os homens (Rm 5:15-19; lCo 15:21-23, 46-49; lTm 2:5). Se Jesus veio salvar os homens, teria de se tornar homem, não anjo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Estar sob a Lei&lt;/span&gt;, a fim de poder cumpri-Ia pelo seu povo (Gl 4:4-5).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;5.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Arcar moral&lt;/span&gt;, física e espiritualmente com as conseqüências do pecado de seu povo. O pecado trouxe graves prejuízos sobre essas três áreas. Ele tinha de ser homem sem pecado para que pudesse apresentar-se a si mesmo como oferta santa e imaculada (Hb 7:26-27; 9:14) e morrer pelos pecadores eleitos, visto que somente a carne pode morrer (IPe 1:18-20).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;6.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para simpatizar&lt;/span&gt; com os seus, já que estaria sujeito às mesmas    tentações (Hb 2:16-18; 4:15-16).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;7.&lt;/span&gt; "&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para ser o padrão&lt;/span&gt; de nosso corpo redimido."&lt;/strong&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.teuministerio.com.br/BRSPORNDESAGSA/vsItemDisplay.dsp&amp;amp;objectID=C781A32F-AE90-438B-92E62DA77D732EFA&amp;amp;method=display#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;strong&gt;[2]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; A ressurreição     de Cristo revela o padrão do nosso corpo redimido para todo&lt;br /&gt;o sempre (ICo 15:21-23; 42-44; Cll:18).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;A necessidade das duas naturezas numa só pessoa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Era necessário&lt;/span&gt; que Jesus fosse homem para que levasse sobre si a culpa do pecado, cumprindo o aspecto condenatório da lei. Ao mesmo tempo, era necessário que fosse Deus, para poder cumpri-Ia, suportando a justa ira de Deus, conferindo um valor eterno ao seu sacrifício (Hb 9:23-28). João Calvino escreveu:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“Visto, então,&lt;/span&gt; que Deus por Si só não poderia provar a morte, e que o homem por si só não poderia vencê-Ia, Ele tomou sobre Si a natureza humana em união com a natureza divina, para que sujeitasse a fraqueza daquela a uma morte expiatória, e que pudesse, pelo poder da natureza divina, entrar em luta com a morte e ganhar para nós a vitória sobre ela.”&lt;/strong&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.teuministerio.com.br/BRSPORNDESAGSA/vsItemDisplay.dsp&amp;amp;objectID=C781A32F-AE90-438B-92E62DA77D732EFA&amp;amp;method=display#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;&lt;strong&gt;[3]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A Unipersonalidade de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;                                                        A visão dos escritores do Novo Testamento&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Os escritores&lt;/span&gt; do Novo Testamento em nenhum momento demonstraram preocupação com as implicações metafísicas (transcendentes) concernentes à pessoa de Cristo. Quando falam de Jesus, fazem-no preocupados em demonstrar que a divindade e a humanidade dele são verdades que se constituem em condição básica e essencial para a obra expiatória que ele efetuou (Rm 8:3; Fp 2:6-11; cf. tb. Jo 1: 18; Cll:13-22; Hb 1 e 2; 4:4-5:10; 7:1-10:18; lJo 1:1-2:2).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Todavia,&lt;/span&gt; já na metade do primeiro século da era cristã, surgiram alguns homens dispostos a negar a verdadeira humanidade de Cristo, contra os quais João escreveu veementemente (cf. Jo 1:14; 4:1-6).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;                                                        A posição bíblico-reformada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Dois concílios fundamentais&lt;/span&gt; definiram a questão das duas naturezas de Cristo: o de Nicéia, reunido em 325, e o de Calcedônia - o mais importante -, reunido de 8 a 31 de outubro de 451, com a presença de mais de 500 bispos e outros delegados. Calcedônia ratificou o credo de Nicéia e o de Constantinopla (381). O objetivo era estabelecer a unidade teológica na Igreja. Rejeitou-se o nestorianismo (duas pessoas e duas naturezas) e o eutiquianismo (uma pessoa e uma natureza), afirmando que Jesus é uma pessoa, sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem (uma pessoa e duas naturezas). "... Calcedônia pronunciou-se não só contra a separação como contra a fusão"&lt;/strong&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.teuministerio.com.br/BRSPORNDESAGSA/vsItemDisplay.dsp&amp;amp;objectID=C781A32F-AE90-438B-92E62DA77D732EFA&amp;amp;method=display#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;&lt;strong&gt;[4]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; das duas naturezas de Cristo. Todavia, a noção de mistério esteve presente nessa confissão, pois não se tentou explicar o que as Escrituras não esclareciam.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Berkhof (1873-1957)&lt;/span&gt; resume as "mais importantes implicações" da declaração teológica de Calcedônia:&lt;/strong&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.teuministerio.com.br/BRSPORNDESAGSA/vsItemDisplay.dsp&amp;amp;objectID=C781A32F-AE90-438B-92E62DA77D732EFA&amp;amp;method=display#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;&lt;strong&gt;[5]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;As propriedades&lt;/span&gt; de ambas as naturezas podem ser atribuídas a uma só pessoa, e.g., onisciência e conhecimento limitado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Os sofrimentos&lt;/span&gt; do Deus-homem podem ser reputados como real e verdadeiramente infinitos, ao mesmo tempo que a natureza divina não é passível de sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;É a divindade,&lt;/span&gt; e não a humanidade, que constitui a raiz e a base da personalidade de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Logos não se uniu&lt;/span&gt; a um indivíduo distinto, mas à natureza humana. Não houve primeiro um homem já existente com quem a segunda pessoa da Deidade se teria associado. A união foi efetuada com a substância da humanidade no ventre da virgem.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Um decreto ou uma declaração teológica&lt;/span&gt;, por mais relevante que seja, não põe fim imediatamente a um sistema. A ortodoxia, por sua vez, não é criada através de pronunciamentos oficiais, embora saibamos que sejam necessários e relevantes para nortear a Igreja. Assim, do mesmo modo que Nicéia não colocou um ponto final na questão trinitária, Calcedônia não determinou o fim dos problemas cristológicos; as heresias permaneceram em diversas regiões, especialmente na Igreja Oriental. Contudo, Calcedônia foi decisivo na vida da Igreja, estabelecendo uma compreensão cristológica que, se não é a final, é a que pôde ser alcançada, pelo Espírito, dentro da revelação. No entanto, a Palavra é a fonte da genuína teologia; portanto, se Calcedônia estabeleceu balizas, devemos permanecer sempre atentos à Palavra de Deus, à luz da qual nós e nossa teologia seremos julgados.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Ainda que os reformadores do século XVI&lt;/span&gt; tenham aceitado a decisão de Calcedônia, houve uma diferença entre eles quanto a alguns detalhes que não eram de somenos importância, mas que escapam em muito ao escopo deste livro. Calvino foi o reformador que mais de perto seguiu o pronunciamento de Calcedônia.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Se é possível encontrar alguma coisa&lt;/span&gt; que se assemelhe ao mistério da encarnação, a comparação com o homem é sempre apropriada. O que vemos é que o ser humano é composto de duas naturezas, sendo, porém, que uma não se mistura com a outra, cada qual retendo a sua propriedade, porque a alma não é corpo, e o corpo não é alma. Claro está que o que particularmente se diz da alma não se pode convenientemente dizer do corpo, e, paralelamente, o que se diz do corpo não pode ser dito com propriedade da alma; quanto ao homem, dele não se pode dizer o que é próprio do corpo ou da alma, separadamente dele. Finalmente, as coisas que em particular são pertencentes à alma são transmitidas ao corpo, e as do corpo à alma, reciprocamente. Entretanto, a pessoa assim composta dessas duas substâncias é um só homem, e não muitos. Tal maneira de falar significa que há no homem uma natureza composta de duas unidades, e que, todavia, há diferença entre ambas. A Bíblia fala dessa forma de Jesus Cristo. Algumas vezes lhe atribui o que só pode ser reportado à humanidade; outras, o que pertence especificamente à divindade; outras ainda, o que se aplica conjuntamente às duas naturezas unidas, e não somente a uma delas. E até exprime tão diligentemente a união das duas naturezas em Cristo, que comunica a uma o que pertence à outra - maneira de falar à qual os antigos doutores davam o nome de comunicação de propriedades.&lt;/strong&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.teuministerio.com.br/BRSPORNDESAGSA/vsItemDisplay.dsp&amp;amp;objectID=C781A32F-AE90-438B-92E62DA77D732EFA&amp;amp;method=display#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;&lt;strong&gt;[6]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;As confissões reformadas&lt;/span&gt; também seguiram a mesma interpretação de Calcedônia, apresentando obviamente novas contribuições que esclareciam certas questões da época. &lt;/strong&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.teuministerio.com.br/BRSPORNDESAGSA/vsItemDisplay.dsp&amp;amp;objectID=C781A32F-AE90-438B-92E62DA77D732EFA&amp;amp;method=display#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;&lt;strong&gt;[7]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; A Confissão de Westminster (1647), a mais madura confissão reformada, declara no capítulo VIII.2:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;o Filho de Deus [...],&lt;/span&gt; sendo verdadeiro e eterno Deus, da mesma substância do Pai e igual a Ele, quando chegou o cumprimento do tempo, tomou sobre si a natureza humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns, contudo sem pecado, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da Virgem Maria, e da substância dela. As duas naturezas, inteiras, perfeitas e distintas - a Divindade e a Humanidade - foram inseparavelmente unidas em uma só pessoa, sem conversão, composição ou confusão; essa pessoa é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, porém um só Cristo, o único Mediador entre Deus e o homem.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Do mesmo modo, o Catecismo menor&lt;/span&gt; (1647), ao responder à pergunta "Quem é o Redentor dos eleitos de Deus?" (nO 21), afirma:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;o único Redentor dos eleitos de Deus&lt;/span&gt; é o Senhor Jesus Cristo, que, sendo o eterno Filho de Deus, se fez homem, e assim foi e continua a ser Deus e homem em duas naturezas distintas, e uma só pessoa, para sempre.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;E à pergunta&lt;/span&gt; "Como Cristo, sendo o Filho de Deus, se fez homem?" (n° 22),&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;a resposta foi:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Cristo, o Filho de Deus, fez-se homem tomando um verdadeiro corpo e uma alma racional, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da virgem Maria, e nascido dela, mas sem pecado.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;                            &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;O significado da unipersonalidade de Cristo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Com esse nome,&lt;/span&gt; queremos dizer que Jesus Cristo, mesmo tendo duas naturezas, possuía apenas uma personalidade, a qual reunia perfeitamente suas duas naturezas sem haver fragmentação no seu comportamento. Ele sempre agiu como Deus-homem. "O que importa é sustentar que todos e quaisquer atos de Cristo são atos da única Pessoa do Verbo encarnado: mesmo na sangrenta paixão e na morte é ilícito separar a natureza humana da Divina."&lt;br /&gt;                                           &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Evidências da unipersonalidade de Cristo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;            &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus Cristo fala&lt;/span&gt; de si mesmo como uma única pessoa; não&lt;br /&gt;            havendo o intercâmbio entre um "eu" e um "tu" entre as duas&lt;br /&gt;            naturezas 00 17:1,4-5,22-23).&lt;br /&gt;            &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Os pronomes pessoais&lt;/span&gt; atribuídos a ele são sempre referentes a&lt;br /&gt;            uma pessoa.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus é verdadeiro Deus&lt;/span&gt; e verdadeiro homem, não havendo preponderância do divino sobre o humano ou vice-versa. Não podemos falar biblicamente - como muitas vezes somos tentados a pensar - em Jesus agindo, pensando e falando como homem em alguns textos, e em outros como Deus. Jesus é o Verbo de Deus encarnado que vive, sofre, morre e ressuscita como tal. Ele não tem personalidade fragmentada, sendo em alguns momentos Deus, e em outros, homem. Por isso, os atributos da sua divindade, bem como de sua humanidade, são atribuídos a uma só pessoa: mãe do Senhor (Lc 1:43), nasceu o Senhor (Lc 2:11), o Filho do homem está aqui e no céu (Jo. 3:13; cf. Jo 1:18; 6:62), mataram o autor da vida (At 3:15), sangue de Deus (At 20:28), Cristo, Deus bendito (Rm 9:5), crucificaram o Senhor da glória (1 Co 2:8), o Filho foi enviado para nascer (014:4), o Filho é herdeiro de todas as coisas (Hb 1:1-2), ele é a imagem do Deus invisível (Cl1: 13-20) e em Cristo habita a plenitude da divindade (C12:8-9). (Leia também: Mt 1:21; Lc 1:31-33; Fp 2:6-11 etc.)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4 .&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Todos os que se referiam&lt;/span&gt; a Jesus Cristo faziam menção de apenas uma só pessoa (Mt 16:16; 1)04:2).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A teologia reformada subscreve&lt;/span&gt; estas declarações de Calvino: "A mente piedosa [...] contempla somente o Deus único e verdadeiro, nem lhe atribui o que quer que à imaginação haja acudido, mas se contenta com tê.-Lo tal qual Ele próprio Se manifesta...",&lt;/strong&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.teuministerio.com.br/BRSPORNDESAGSA/vsItemDisplay.dsp&amp;amp;objectID=C781A32F-AE90-438B-92E62DA77D732EFA&amp;amp;method=display#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;&lt;strong&gt;[8]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt;  &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Rev. Hermisten Maia Pereira da Costa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Fundamentos da teologia reformada, pg. 63-70&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-6340271453265492968?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6340271453265492968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6340271453265492968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/necessidade-das-duas-naturezas-de.html' title='A necessidade das Duas Naturezas de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-8514781852504525605</id><published>2008-09-30T14:04:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T14:45:23.810-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A pessoa de Cristo em "Quadros" Pré-Encarnação e Natureza Divina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A pessoa de Cristo em "Quadros"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;H. Wayne HouseTeologia Cristã em Quadros, p. 67, Ed Vida&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;Pré-Encarnação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Existiu Eternamente Antes da Criação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Desde o “o principio” ( Jo 1.1; 1 Jo 1.1)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“Com Deus” (Jo 1.1-2)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“Antes que houvesse mundo” (Jo 17.5)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;O Verbo “se fez carne” (implica em uma existência pré-encarnada, Jo 1.14)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Participou da Criação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“Façamos o homem” ( Gn 1.26)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;O “arquiteto” (Pv 8.30)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;O “primogênito de toda a criação” (Cl 1.15)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Todas as coisas foram criadas “por meio dele” (Jo 1.3; Cl 1.16)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;O mundo foi criado “por intermédio dele” (Jo 1.10; 1 Co 8.6)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Todas as coisas foram criadas “para ele” (Cl 1.16)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Tudo subsiste “nele” (Cl 1.17)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Manifestou-se Após a Criação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;(Antigo Testamento)Como “YHVH” (Iavé) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A Abraão (Gn 18) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Em julgamento (Gn 19) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Em promessa (Os 1.7)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Como o “Anjo de YHWH (Iavé)”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A Hagar (Gn 16) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A Abraão (Gn 22) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A Jacó (Gn 31) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A Moisés (Êx 3.2) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A Israel (Êx 14.19) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A Balaão (Nm 22.22) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A Gedeão (Jz 6)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Natureza Divina&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Possui Atributos Divinos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele é eterno (Jo 1.1; 8.58;17.5) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele é Onipresente ( Mt 28.20;Ef 1.23)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele é Onisciente (Jo 16.30; 21.17)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele é Onipotente (Jo 5.19)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele é Imutável ( Hb 1.12;13.8)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Possui Ofícios Divinos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele é criador (Jo 1.3; Cl 1.16)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele é sustentador (Cl 1.17)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Possui Prerrogativas Divinas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Perdoa nossos pecados ( Mt 9.2, Lc 7.47)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ressuscita os mortos (Jo5.25; 11.25)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Executa julgamento (Jo 5.22)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Ele é identificado como Iavé&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;do Antigo Testamento“EU SOU” (Jo 8.58)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Visto por Isaias (Jo 12.41; 8.24; 50-58)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Possui nomes Divinos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“Alfa e Omega” ( Ap 22.13)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“EU SOU” (Jo 8.58)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“Emanuel” ( Mt 1.22)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“Filho do Homem” ( Mt (9.6; 12.8)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“Senhor” (Mt 7.21; Lc 1.43)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“Filho de Deus” (Jo 10.36)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“Deus” (Jo 1.1; 2 Pe 1.1)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Possui Relações Divinas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;E a Imagem Expressa de Deus(Cl 1.15;Hb 1.3).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele é um com o Pai ( Jo 10.31).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Aceita Adoração Divina&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;(Mt 14.33;28.9;Jo 20.28-29).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Reivindica ser Deus&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;(Jo 8.58;10.30;17.5)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Natureza Humana&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Teve um Nascimento Humano&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Nasceu de uma virgem (Mt .1.18-2.11; Lc 1.30-38)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Teve um Desenvolvimento Humano&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Continuou a crescer e a fortalecer-se (Lc 2.50,52)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Teve os Elementos Essenciais da Humana&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Corpo humano (Mt 26.12; Jo 2.21)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Razão e vontade (Mt 26.38; Mc 2.8)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Teve Nomes Humanos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Jesus (Mt 1.21)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Filho do Homem (Mt 8.20; 11.18)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Filho de Abraão (Mt 1.1)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Teve as Limitações da Natureza Humana,&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;sem pecado,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ficou cansado (Jo 4.6)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Sentiu fome (Mt 4.2; 21.18)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Sentiu sede (Jo 19.28)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Foi tentado (Mt 4; Hb 2.18)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Foi Muitas Vezes Chamado de Homem&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;( Jo 1.30; 4.9; 10.38)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Caráter&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Absolutamente Santo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A sua natureza humana foi criada santa (Lc 1.35)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele não cometeu pecado (1 Pe 2.22).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele sempre agradou o Pai (Jo 8.29)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Possui Amor Genuíno&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele entregou a sua vida (Jo 15.13)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;O seu amor ultrapassa todo o conhecimento.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Verdadeiramente Humilde&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele tomou a forma de servo (Fp 2.5-8).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Inteiramente Manso&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;(Mt 11.29)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Perfeitamente Equilibrado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele foi sério sem ser melancólico.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ele foi alegre sem ser frívolo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Teve uma vida de Oração&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;(Mt 14.23; Lc 6.12)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Trabalhador IncansávelRealizou as obras do seu Pai&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;(Jo 5.17; 9.4).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;União das Naturezas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Teantrópica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A pessoa de Cristo é teantrópica; ele tem duas naturezas (divina e humana em uma só pessoa).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Pessoal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;União hipostática, constituindo uma só substância pessoal; duas naturezas uma pessoa.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Inclui Qualidades e&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Atos Humanos e DivinosTanto&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;as qualidades e os atos divinos quanto humanos podem ser atribuídos a Jesus Cristo sob qualquer uma de suas naturezas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Presença Constante Tanto da Humanidade Quanto da Divindade&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;As suas naturezas não podem ser separadas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-8514781852504525605?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8514781852504525605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8514781852504525605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/pessoa-de-cristo-em-quadros-pr-encarnao.html' title='A pessoa de Cristo em &quot;Quadros&quot; Pré-Encarnação e Natureza Divina'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-7015808464280430187</id><published>2008-09-07T07:21:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T08:54:28.870-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A pessoa de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A pessoa de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;• &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Como Jesus pode&lt;/span&gt; ser plenamente Deus e plenamente homem, sendo, todavia, uma só pessoa?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA:&lt;/span&gt;    &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;AT&lt;/span&gt;=Antigo Testamento;   &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;NT&lt;/span&gt;=Novo Testamento  &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;EXPLICAÇÃO E BASE BÍBLICA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Podemos resumir&lt;/span&gt; o ensino bíblico a respeito da pessoa de Cristo da seguinte maneira: Jesus Cristo era plenamente Deus e plenamente homem em uma só pessoa, e assim será para sempre.O material escriturístico que dá suporte a essa definição é muito extenso. Discutiremos primeiro a humanidade de Cristo e depois sua divindade, e então tentaremos mostrar como a divindade e a humanidade de Jesus estão unidas em uma só pessoa.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A humanidade de Cristo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Nascimento virginal.&lt;/span&gt; Quando falamos da humanidade de Cristo, convém começar pela consideração sobre o nascimento virginal de Cristo. A Escritura assevera claramente que Jesus foi concebido no ventre de sua mãe, Maria, por uma obra miraculosa do Espírito Santo, sem pai humano.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“foi assim&lt;/span&gt; o nascimento de Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, mas, antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo” (Mt 1.18). Logo em seguida o anjo do Senhor disse a José, que era comprometido com Maria: “José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo” (Mt 1.20). Então, lemos: “Ao acordar, José fez o que o anjo do Senhor lhe tinha ordenado e recebeu Maria como sua esposa. Mas não teve relações com ela enquanto ela não deu à luz um filho. E ele lhe pôs o nome de Jesus” (Mt 1.24,25).O mesmo fato é afirmado no evangelho de Lucas, onde lemos a respeito da aparição do anjo Gabriel a Maria. Após o anjo ter-lhe dito que ela teria um filho, Maria disse: “Como acontecerá isso, se sou virgem?” O anjo respondeu: “O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Altíssimo a cobrirá com a sua sombra. Assim, aquele que há de nascer será chamado Santo, Filho de Deus” (Lc 1. 34,35; cf. 3.23).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Só essa&lt;/span&gt; afirmação da Escritura sobre o nascimento virginal de Cristo já nos dá a autorização suficiente para abraçar essa doutrina. Contudo, há também algumas implicações doutrinárias cruciais do nascimento virginal que ilustram sua importância. Podemos vê-las ao menos em três áreas:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;a.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Ela mostra&lt;/span&gt; que em última instância a salvação vem do Senhor, O nascimento virginal de Cristo é o lembrete inconfundível do fato de que a salvação não pode nunca vir por intermédio do esforço humano, mas deve ser obra sobrenatural de Deus. Esse fato estava evidente já no começo da vida de Jesus: ‘Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da Lei [...] para que recebêssemos a adoção de filhos” (Gl 4.4,5).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;b.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O nascimento virginal tornou possível&lt;/span&gt; a união da plena divindade com a plena humanidade em uma só pessoa. Esse foi o meio que Deus usou para enviar seu Filho (Jo 3.16; Gl 4.4) ao mundo como homem. Se pensarmos por um momento em outros modos possíveis pelos quais Cristo poderia ter vindo ao mundo, nenhum deles seria claramente a união entre divindade e humanidade em uma pessoa. Provavelmente teria sido possível Deus criar Jesus como ser humano completo no céu e enviá-lo do céu para a terra sem o concurso de qualquer progenitor humano. Mas assim seria muito difícil vermos como Jesus poderia ser plenamente humano como nós somos. Por outro lado, provavelmente também teria sido possível Deus enviar Jesus ao mundo com dois pais humanos, tanto o pai como a mãe, e fazer unir miraculosamente sua plena natureza divina à natureza humana em algum ponto, bem no começo de sua vida. Mas assim seria difícil entendermos como Jesus poderia ser plenamente Deus, já que sua origem seria igual a nossa em cada detalhe. Quando pensamos nessas duas outras possibilidades, isso nos ajuda a entender como Deus, em sua sabedoria, ordenou a combinação da influência humana e divina no nascimento de Cristo, de forma que sua plena humanidade seria evidente a partir de seu nascimento humano comum procedente de uma mãe humana, e a sua plena divindade seria evidente a partir do fato de sua concepção no ventre de Maria pela obra poderosa do Espírito Santo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;c.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O nascimento virginal também torna possível a verdadeira humanidade&lt;/span&gt; de Cristo sem o pecado herdado. Como já observamos no capítulo 14, todos os seres humanos herdaram do primeiro pai, Adão, a culpa legal e a corrupção da natureza moral. Mas o fato de que Jesus não teve um pai humano significa que a linha de descendência de Adão é parcialmente interrompida. Jesus não descendeu de Adão exatamente da mesma forma que quaisquer outros seres humanos descenderam de Adão. Isso nos ajuda a entender por que a culpa legal e a corrupção moral que pertencem a todos os outros seres humanos não pertencem a Cristo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Mas por que Jesus não herdou a natureza pecaminosa de Maria?&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A Igreja Católica Romana responde&lt;/span&gt; a essa pergunta dizendo que a própria Maria foi livre do pecado, mas a Escritura em nenhum lugar ensina tal doutrina, que aliás não resolveria o problema de forma alguma (pois por que, então, Maria não teria herdado o pecado de sua mãe?). Uma solução melhor é dizer que a obra do Espírito Santo em Maria deve ter evitado não somente a transmissão do pecado de José (por Jesus não ter tido um pai humano), mas também, de modo miraculoso, a transmissão do pecado de Maria: “O Espírito Santo virá sobre você [...] Assim, aquele que há de nascer será chamado Santo, Filho de Deus” (Lc 1.35).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;‘Essa tradução do texto grego&lt;/span&gt; (‘Assim, aquele que há de nascer será chamado Santo, Filho de Deus”) é melhor do que a feita pela ARC e pela RA (“por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus”). Ela é melhor porque outros exemplos da literatura antiga mostram que a expressão grega to gennōmenon deve ser entendida como “a criança por nascer”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Fraqueza e limitações humanas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A.&lt;/span&gt; Jesus possuía corpo humano. O fato de Jesus possuir um corpo humano exatamente como o nosso corpo é claramente visto em muitas passagens da Escritura. Ele nasceu exatamente como todos os bebês humanos nascem (Lc 2.7). Cresceu da infância até a maturidade exatamente como as outras crianças crescem: “O menino crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele” (Lc 2.40). Além disso, Lucas nos diz que “Jesus ia crescendo em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens” (Lc 2.52).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus se cansava exatamente como nós nos cansamos,&lt;/span&gt; pois lemos que, junto a fonte de Jacó, em Samaria, “Jesus, cansado da viagem, sentou-se à beira do poço. Isso se deu por volta do meio-dia” (Jo 4.6). Ele teve sede, pois, quando estava na cruz, disse: “Tenho sede” (Jo 19.28). Após ter jejuado por quarenta dias no deserto, lemos que Jesus “teve fome” (Mt 4.2). Em certas ocasiões esteve fisicamente fraco, pois durante sua tentação no deserto jejuou quarenta dias (situação em que a força física de um ser humano se esvai quase totalmente, além do que pode ocorrer grande dano físico se o jejum continua). Naquela ocasião os “anjos vieram e o serviram” (Mt 4.11), certamente para cuidar dele e proporcionar alimento até que recobrasse suas forças para sair do deserto. O ponto máximo das limitações de Jesus em termos de seu corpo humano foi visto quando ele morreu na cruz (Lc 23.46). Seu corpo humano cessou de ter vida e de funcionar, exatamente como acontece com o corpo de qualquer pessoa quando morre.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus também ressuscitou dos mortos fisicamente,&lt;/span&gt; em corpo, embora tal corpo tenha se tornado perfeito e não mais fosse sujeito a fraquezas, doença ou morte. Ele demonstra repetidamente aos seus discípulos que, de fato, possuía um corpo físico real dizendo: “Vejam as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Toquem-me e vejam; um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho” (Lc 24.39). Ele lhes estava mostrando e ensinando que era “carne e ossos” e não meramente um “espírito”, sem corpo. Outra evidência desse fato é que “deram-lhe um pedaço de peixe assado, e ele o comeu na presença deles” (Lc 24.42,43; cf. v. 30; Jo 20.17,20,27; 21.9,13).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Com esse mesmo corpo humano&lt;/span&gt; (embora ressurreto que foi tornado perfeito), Jesus também subiu ao céu. Ele disse antes de subir: [...] “agora deixo o mundo e volto para o Pai” (Jo 16.28; cf. 17.11). O modo pelo qual Jesus subiu para o céu foi estabelecido para demonstrar a continuidade entre sua existência com corpo físico aqui sobre a terra e sua existência contínua com esse corpo no céu. Exatamente poucos versículos após Jesus ter-lhes dito: “um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho” (Lc 24.39), lemos no evangelho de Lucas que Jesus, “tendo-os levado até as proximidades de Betânia [...] ergueu as mãos e os abençoou. Estando ainda a abençoá-los, ele os deixou e foi elevado ao céu” (Lc 24. 50,51). Semelhantemente, lemos em Atos que Jesus “foi elevado às alturas enquanto eles olhavam, e uma nuvem o encobriu da vista deles” (At 1.9).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Todos esses versículos vistos juntos mostram que,&lt;/span&gt; no que diz respeito ao corpo humano de Jesus, ele era igual ao nosso em cada aspecto antes da ressurreição e após a ressurreição era ainda um corpo humano com “carne e ossos”, mas tornado perfeito, a espécie de corpo que teremos quando Cristo retornar e nós igualmente ressuscitarmos dos mortos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;B.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus possuía mente humana.&lt;/span&gt; O fato de que Jesus “ia crescendo em sabedoria” (Lc 2.52) significa que ele passou pelo processo de aprendizado exatamente como todas as outras crianças passam — aprendeu a comer, a andar, a ler e a escrever, e a ser obediente aos seus pais (v. Hb 5.8). Esse processo regular de aprendizado fazia parte da genuína humanidade de Cristo.Também vemos que Jesus tinha uma mente humana igual à nossa quando ele fala sobre o dia do seu retorno à terra: “Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, senão somente o Pai” (Mc 13.32).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;C.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus possuía alma e emoções humanas.&lt;/span&gt; Vemos diversas indicações de que Jesus possuía uma alma (ou espírito) humano. Exatamente antes de sua crucificação, Jesus disse: “Agora, está angustiada a minha alma” (RA, Jo 12.27). João escreve um pouco mais tarde, dizendo que “Jesus perturbou-se em espírito” (Jo 13.21). Em ambos os versículos as palavras angústia e perturbação são traduções do termo grego tarassō, palavra bastante usada para referir-se a pessoas que estão ansiosas ou se sentem repentinamente confrontadas pelo perigo. Além disso, antes de sua crucificação, à medida que percebia o sofrimento que haveria de enfrentar, Jesus disse: “A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal” (Mt 26.38). Tão grande era a tristeza que ele sentia que parecia estar tirando a sua vida.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus experimentou grande variedade de emoções humanas.&lt;/span&gt; Ele “admirou-se” da fé do centurião (Mt 8.10). Chorou de tristeza na morte de Lázaro (Jo 11.35). Orou com o coração cheio de emoção, pois “durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão” (Hb 5.7).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O autor de Hebreus também nos diz o seguinte:&lt;/span&gt; “Embora sendo Filho, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu; e, urna vez aperfeiçoado, tornou-se a fonte da salvação eterna para todos os que lhe obedecem” (Hb 5.8,9). Todavia, se Jesus nunca pecou, como poderia “aprender a obedecer”? Certamente, enquanto crescia para a maturidade, Jesus, igual a todas as outras crianças, foi capaz de aceitar mais e mais responsabilidade. Quanto mais ele crescia, mais exigências seus pais colocavam sobre os seus ombros em termos de obediência, e mais tarefas difíceis seu Pai celestial lhe atribuía para que desempenhasse segundo a força de sua natureza humana. Quanto mais uma tarefa se tornava difícil e quanto mais as circunstâncias se tornavam difíceis, mesmo quando envolviam algum sofrimento (como Hb 5.8 especifica), mais aumentava a capacidade moral de Jesus, como homem, para obedecer. Poderíamos dizer que a ”espinha dorsal do comportamento moral” de Jesus era fortalecida à medida que o exercício se tornava mais difícil. Todavia, em tudo isso ele nunca pecou.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Impecabilidade.&lt;/span&gt; Embora o NT afirme com clareza que Jesus era plenamente homem exatamente como nós somos, também afirma que ele era diferente em um aspecto importante: Jesus era sem pecado, e nunca pecou durante toda a sua vida. Alguns têm contraposto que, se Jesus não pecou, então não era verdadeiramente humano, pois todos os seres humanos pecam. Mas essa objeção simplesmente falha em perceber que os seres humanos estão agora em uma situação anormal. Deus não nos criou com pecaminosidade, mas santos e retos. Adão e Eva no Jardim do Éden antes de pecarem eram verdadeiramente seres humanos, e nós agora, embora humanos, não correspondemos ao padrão que Deus pretende que tenhamos quando a nossa humanidade sem pecado for plenamente restaurada.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A verdade de que Jesus não pecou é&lt;/span&gt; ensinada muitas vezes no NT. Vemos que Satanás foi incapaz de persuadir Jesus a pecar, após quarenta dias de tentação: “Tendo terminado todas essas tentações, o Diabo o deixou até ocasião oportuna” (Lc 4.13). Não vemos também nos evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) qualquer evidência de algo errado feito por Jesus. Aos judeus que se lhe opunham, Jesus perguntou: “Qual de vocês pode me acusar de algum pecado?” (Jo 8.46), e não obteve resposta alguma.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;As afirmações a respeito da impecabilidade&lt;/span&gt; de Jesus são mais explícitas no evangelho de João. Jesus fez a estonteante proclamação: “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8.12) Se entendermos que a luz representa tanto a veracidade como a pureza moral, então Jesus está afirmando categoricamente aqui ser a fonte da verdade e a fonte da pureza moral e da santidade no mundo — uma afirmação assombrosa que poderia somente ser feita por alguém que era livre do pecado. Além disso, com respeito à obediência ao seu Pai no céu, ele disse: “pois sempre faço o que lhe agrada” (Jo 8.29; o tempo presente do verbo dá o sentido de atividade contínua, “eu sempre estou fazendo o que lhe é agradável”). No final de sua vida, Jesus foi capaz de dizer: “[...] tenho obedecido aos mandamentos de meu Pai e em seu amor permaneço” (Jo 15.10). É significativo que quando Jesus foi posto no julgamento perante Pilatos, a despeito da acusação dos judeus, Pilatos pode somente concluir: “Não acho nele motivo algum de acusação” (Jo 18.38).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Quando Paulo fala de Jesus vindo para viver como um homem,&lt;/span&gt; ele tomou o cuidado de não dizer que Jesus se tornou um “homem pecador”, mas antes diz que Deus enviou o seu próprio Filho “à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado” (Rm 8.3). E ele se refere a Jesus como “aquele que não tinha pecado” (2Co 5.2 1). O autor de Hebreus afirma que Jesus foi tentado, mas ao mesmo tempo insiste que ele não pecou: Jesus é aquele que foi passou por todo tipo de tentação,porém, sem pecado”(Hb 4.15). Ele é um sumo sacerdote que é “santo, inculpável, puro, separado dos pecadores, exaltado acima dos céus” (Hb 7.26). Pedro fala de Jesus como “um cordeiro sem defeito e sem defeito” (lPe 1.19), usando uma figura do AT para afirmar que ele era livre de qualquer corrupção moral. Pedro afirma diretamente que ele “não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca” (lPe 2.22). Quando Jesus morreu, foi “o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus” (lPe 3.18). João, em sua primeira carta, chama Jesus Cristo de “o Justo” (lJo 2.1) e diz que “nele não há pecado” (lJo 3.5). É difícil negar, então, que a impecabilidade de Cristo seja ensinada claramente nas seções mais importantes do NT. Ele era verdadeiramente homem, todavia sem pecado.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O fato de que Jesus passar&lt;/span&gt; “por todo tipo de tentação” (Hb 4.15) tem grande significação para a nossa vida. Não importa quão difícil seja para compreender isso, a Escritura afirma que nessas tentações Jesus adquiriu uma capacidade de entender-nos e ajudar-nos em nossas tentações. “Porque, tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados” (Hb 2.18). O autor continua a conectar a capacidade de Jesus de simpatizar-se com as nossas fraquezas ao fato de que ele foi tentado como nos o somos: “pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade” (Hb 4.15,16).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Isso tem implicações práticas para nós:&lt;/span&gt; em cada situação em que estamos lutando com a tentação, devemos refletir sobre a vida de Cristo e perguntar se não houve situações semelhantes que ele enfrentou. Geralmente, após refletirmos por um pouco, seremos capazes de pensar a respeito de algumas circunstâncias na vida de Cristo nas quais ele enfrentou tentações que, embora não tenham sido iguais em cada detalhe, foram muito similares às situações que enfrentamos cada dia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus poderia ter pecado?&lt;/span&gt; A pergunta por vezes proposta é: “Era possível Cristo ter pecado?”. Algumas pessoas argumentam pela impecabilidade de Cristo, com a palavra impecabilidade significando “incapacidade de pecar”. Outros contrapõem que, se Jesus não fosse capaz de pecar, suas tentações não poderiam ter sido reais, pois como pode a tentação ser real se a pessoa que é tentada não possui a capacidade de pecar?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para responder a essa pergunta,&lt;/span&gt; devemos distinguir o que a Escritura claramente afirma, de um lado, e, de outro, o que se relaciona mais com especulação de nossa parte. 1) A Escritura afirma claramente que Cristo na verdade nunca pecou (v. acima). Não deveria haver dúvida alguma em nossa mente sobre esse fato. 2) A Escritura também afirma claramente que Jesus foi tentado e que essas tentações foram tentações reais (Lc 4.2). Se cremos na Escritura, devemos insistir em que Cristo, “como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado” (Hb 4.15). 3) Também devemos afirmar com a Escritura que “Deus não pode ser tentado pelo mal” (Tg 1.13). Mas aqui a questão se torna difícil: Se Jesus era plenamente Deus assim como plenamente homem (e vamos argumentar a seguir que a Escritura clara e repetidamente ensina isso), não devemos então afirmar que (em algum sentido) Jesus também “não poderia ser tentado pelo mal”?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Essas afirmações explícitas da Escritura&lt;/span&gt; apresentam-nos um dilema semelhante a outros dilemas doutrinários em que a Escritura parece ensinar coisas que são, se não diretamente contraditórias, ao menos muito difíceis de se encaixar em nosso entendimento. Nesse exemplo, realmente não temos uma contradição. A Escritura não nos diz que “Jesus foi tentado” e que “Jesus não foi tentado” (a contradição seria se “Jesus” e “tentado” fossem usados exatamente no mesmo sentido em ambas as frases).A Bíblia nos diz que “Jesus foi tentado”, que “era plenamente homem”, que “era plenamente Deus” e que “Deus não pode ser tentado”. Essa combinação de ensinos da Escritura deixa aberta a possibilidade de que, à medida que entendemos o modo pelo qual a natureza humana e a natureza divina de Jesus trabalham juntas, podemos entender um pouco mais sobre o modo pelo qual ele pôde ser tentado em um sentido e, todavia, em outro sentido, não pôde ser tentado. (Essa possibilidade será discutida mais adiante).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Neste momento, então,&lt;/span&gt; vamos além das afirmações claras da Escritura e tentamos sugerir uma solução para o problema se Cristo poderia ter pecado. Mas é importante reconhecer que a solução a seguir está mais ligada a métodos de combinação de vários ensinos bíblicos e não é apoiada diretamente por afirmações explícitas da Escritura. Com isso em mente, é adequado dizer o seguinte: 1) Se a natureza humana de Jesus tivesse existido par si mesma, independentemente de sua natureza divina, então ela teria sido uma natureza humana exatamente igual àquela que Deus deu a Adão e Eva. Ela estaria livre de pecar, mas, apesar disso, seria capaz de pecar. 2) Mas a natureza humana de Jesus nunca existiu separadamente da união com a natureza divina. Desde o momento de sua concepção, ele existiu como verdadeiramente Deus assim como verdadeiramente homem. Tanto sua natureza humana quanto sua natureza divina estavam unidas em uma pessoa. 3) Embora houvesse algumas coisas (como sentir fome, sede ou fraqueza) que Jesus experimentou somente em sua natureza humana, coisas que não foram experimentadas com sua natureza divina (v. a seguir), contudo pecar teria sido um ato moral que certamente envolveria a pessoa total de Cristo. Portanto, se ele houvesse pecado, teria havido o envolvimento das duas naturezas, divina e humana. 4) Mas se Jesus como pessoa houvesse pecado, envolvendo ambas as naturezas em pecado, então o próprio Deus teria pecado e teria cessado de ser Deus. Todavia, isso é claramente impossível por causa da santidade infinita da natureza de Deus. 5) Portanto, parece que, se perguntarmos sobre a real possibilidade de Jesus ter pecado, devemos concluir que não seria possível. A união de suas naturezas, divina e humana, em uma pessoa impediu que isso acontecesse.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Mas a questão ainda permanece:&lt;/span&gt; “Como poderiam então as tentações de Jesus ter sido reais?”. O exemplo da tentação de transformar as pedras e pães é útil nesse caso. Jesus tinha a capacidade, em virtude de sua natureza divina, de realizar tal milagre, mas, se ele o tivesse feito, não mais teria sido obediente a Deus Pai unicamente na força de sua natureza humana, mas teria falhado no teste em que Adão também falhou e não teria obtido a salvação para nós. Entretanto, Jesus recusou-se a contar com sua natureza divina para tornar a obediência mais fácil para ele. De igual modo, parece apropriado concluir que Jesus enfrentou cada tentação para pecar não por seu poder divino, mas unicamente na força de sua natureza humana (embora, naturalmente, seu lado humano não estivesse sozinho, porque Jesus, exercendo a espécie de fé que os seres humanos devem exercer, era perfeitamente dependente de Deus Pai e do Espírito Santo em cada momento).A força moral de sua natureza divina estava lá como uma espécie de “barreira” que evitava que ele pecasse (e, portanto, podemos dizer que não era possível ele pecar), mas ele não contou com a força de sua natureza divina para tornar mais fácil o processo de enfrentar as tentações, e sua recusa em transformar as pedras em pães no começo do seu ministério é uma indicação clara disso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;As tentações foram então reais?&lt;/span&gt; Muitos teólogos têm salientado que somente quem resiste vitoriosamente à tentação até o fim sente plenamente a força dessa tentação. Exatamente como um halterofilista campeão que levanta sobre a cabeça o haltere mais pesado no campeonato consegue sentir a força dele mais plenamente que quem tenta levantá-lo e não consegue, assim qualquer cristão que enfrentou vitoriosamente uma tentação até o fim sabe que isso é muito mais difícil que simplesmente desistir de uma vez. Foi isso que aconteceu com Jesus: cada tentação que ele enfrentou, permaneceu firme até o fim e triunfou sobre ela. As tentações foram reais, muito embora ele não tenha cedido a elas — de fato, elas foram muitíssimo reais porque ele não cedeu a elas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;5.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Por que era necessária a plena humanidade de Jesus?&lt;/span&gt; Quando João escreveu sua primeira carta, um ensino herético estava circulando na igreja dizendo que Cristo não era um homem. Essa heresia ficou conhecida por docetismo, palavra que vem do verbo grego dokeō (“o que aparenta”, “o que parece ser”). Essa doutrina sustenta que Jesus não era realmente um homem, mas somente tinha a aparência de um homem. Essa negação da verdade sobre a humanidade de Jesus foi tão séria que João chegou a dizer que ela era uma doutrina do anticristo:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“Vocês podem reconhecer o Espírito de Deus deste modo:&lt;/span&gt; todo espírito que confessa que Jesus Crista veio em carne procede de Deus; mas todo espírito que não confessa Jesus não procede de Deus. Esse é o espírito do anticristo, acerca do qual vocês ouviram que está vindo, e agora já está no mundo” (lJo 4.2,3). O apóstolo João entendeu que a negação da verdadeira humanidade de Jesus era a negação de algo que representava o âmago do cristianismo, de forma que alguém que negasse que Jesus havia vindo em carne poderia ser considerado como não procedente de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;À medida que percorremos o&lt;/span&gt; NT, podemos ver diversas razões pelas quais Jesus tinha de ser plenamente homem para exercer as suas funções messiânicas e merecer a nossa salvação. Duas das razões mais vitais são listadas a seguir:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para exercer a obediência representativa.&lt;/span&gt; Como observamos no capítulo sobre o pecado, Adão serviu como nosso representante no jardim do Éden e, mediante sua desobediência, Deus considerou-nos culpados também. De modo semelhante, Jesus foi nosso representante e obedeceu por nós onde Adão havia desobedecido e falhado. Vemos isso no paralelo entre a tentação de Jesus (Lc 4.1-13) e o tempo do teste de Adão e Eva no jardim (Gn 2.15—3.7). Isso também se reflete claramente na discussão de Paulo do paralelo entre Adão e Cristo: “Conseqüentemente, assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens. Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos” (Rm 5.18,19).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Essa é a razão pela qual&lt;/span&gt; Paulo denomina Cristo “o último Adão” (1 Co 15.45), e também chama Adão “o primeiro homem” e Cristo “o segundo homem” (lCo 15.47). Jesus tinha de ser um homem a fim de ser nosso representante e obedecer em nosso lugar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;B.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para oferecer o sacrifício substitutivo.&lt;/span&gt; Se Jesus não tivesse sido um homem, não poderia ter morrido em nosso lugar e não poderia ter pago a penalidade que nos era devida. O autor de Hebreus nos diz o seguinte: ”Pois é claro que não é a anjos que ele ajuda, mas aos descendentes de Abraão. Por essa razão era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus, e fazer propiciação pelos pecados do povo” (Hb 2.16,17; cf v.14). Jesus tinha de se tornar um homem, não um anjo, porque Deus estava preocupado com a salvação de homens, não de anjos. Mas, para fazer isso, “era necessário” que ele fosse feito igual a nós “em todos os aspectos”, para que pudesse “fazer propiciação” por nós, o sacrifício que é a substituição aceitável a nosso favor. A menos que Cristo fosse plenamente homem, ele não poderia ter morrido para pagar a penalidade dos pecados do homem, nem poderia ter realizado a sacrifício substitutivo por nós.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Há também outras razões para a necessidade&lt;/span&gt; da humanidade de Jesus. Jesus tinha de ser plenamente homem e plenamente Deus para cumprir o papel de mediador entre Deus e o homem (cf. lTm 2.5). O fato de que Jesus foi um homem e experimentou tentações capacitou-o a simpatizar mais plenamente conosco como nosso “sumo sacerdote” (Hb 2.18; cf. 4.15).A humanidade de Jesus proporciona exemplo e padrão para nossa vida (cf. lJo 2.6; lPe 2.21). Todas essas razões ressaltam a importância vital de afirmar que Jesus não era apenas plenamente Deus, mas também era plenamente homem e, assim, tornou-se capaz de assegurar plenamente nossa salvação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;B.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A divindade de Cristo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para completar o ensino bíblico sobre Jesus Cristo,&lt;/span&gt; devemos afirmar não somente que ele era plenamente homem, mas também que era plenamente divino. Embora a palavra não ocorra explicitamente na Escritura, a igreja tem usado o termo encarnação para referir-se ao fato de que Jesus era Deus vindo em carne. A encarnação foi o ato de Deus Filho pelo qual ele assumiu para si a natureza humana. A prova escriturística da divindade de Cristo é bastante ampla no NT. Nós a examinaremos sob diversas categorias.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Declarações diretas da Escritura.&lt;/span&gt; Nesta seção vamos examinar as afirmações diretas da Escritura de que Jesus é Deus ou de que ele é divino.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A Palavra Deus&lt;/span&gt; (&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;theos&lt;/span&gt;) usada com relação a &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Cristo&lt;/span&gt;. Embora a palavra theos, “&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Deus&lt;/span&gt;”, seja regularmente reservada no NT para Deus Pai, há no entanto diversas passagens em que ela é usada também para referir-se a Jesus Cristo. Em todas essas passagens a palavra “Deus” é usada em um sentido forte para referir-se àquele que é criador do céu e da terra, o governante sobre todas as coisas. Essas passagens incluem João 1.1; 1.18 (nos melhores e mais antigos manuscritos) ; 20.28; Romanos 9.5; Tito 2.13; Hebreus 1.8 (citando Sl 45.6); e 2Pedro 1.1. Como algumas passagens já foram discutidas em detalhes no capítulo sobre a Trindade, a discussão não será repetida aqui. É suficiente observar que há ao menos sete passagens claras no NT que se referem explicitamente a Jesus como Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Um exemplo do&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;AT&lt;/span&gt; do nome Deus aplicado a Cristo é visto em uma passagem messiânica que nos é muito familiar: “Porque um menino nos nasceu, um filho nas foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso...” (Is 9.6).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;B.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A palavra Senhor&lt;/span&gt; (&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;kyrios&lt;/span&gt;) usada com relação a &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Cristo&lt;/span&gt;. Às vezes a palavra Senhor (&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;gr., kyrios&lt;/span&gt;) é usada simplesmente como referência polida a um superior, que se aproxima do nosso tratamento respeitoso a uma pessoa mais velha ou em posição superior à nossa (v. Mt 13.27; 21.30; 27.63; Jo 4.11). Em outras ocasiões essa palavra pode significar simplesmente o “senhor” de um servo ou escravo (Mt 6.24; 2 1.40). Todavia, a mesma palavra é também usada na Septuaginta (a tradução grega do AT, que era regularmente usada no tempo de Cristo) como uma tradução da palavra hebraica YHWH’, Iavé, ou “o SENHOR” (como é muitas vezes traduzida em muitas versões).A palavra kyrios é usada para traduzir o nome de Deus 6.814 vezes na versão grega do AT. Portanto, qualquer leitor de fala grega no tempo do NT que possuísse algum conhecimento de AT em grego teria reconhecido que, nos contextos onde fosse apropriado, a palavra Senhor era o nome do criador e sustentador dos céus e da terra, o Deus onipotente.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Há muitos exemplos no&lt;/span&gt; NT em que a palavra “Senhor” em referência a Cristo pode ser entendida como possuindo o sentido forte que o AT lhe empresta, “o SENHOR”, que é lave ou o próprio Deus. Esse uso da palavra “Senhor” é muito impressionante na afirmação do anjo aos pastares de Belém: “Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.11). Embora essas palavras nos sejam familiares pelo uso freqüente que fazemos delas no período do Natal, devemos perceber quão surpreendentes elas foram para o judeu do século I que as ouviu: um bebê sendo chamado “o Cristo” (ou “Messias”) e, além disso, esse Messias sendo também “o Senhor” — isto é, o próprio Senhor Deus!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Vemos outro exemplo&lt;/span&gt; quando Mateus diz que João Batista é quem clama no deserto: “Preparem o caminho para o Senhor, façam veredas retas para ele” (Mt 3.3). João está citando Isaías 40.3, que fala a respeito do próprio Senhor Deus manifesto entre seu povo. Mas o contexto aplica essa passagem ao papel de João de preparar o caminho para a chegada de Jesus. A conclusão é que, quando Jesus viesse, seria o próprio Senhor quem viria.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus também identifica-se&lt;/span&gt; como o Senhor soberano do AT quando pergunta aos fariseus, sobre Salmos 110.1: “‘O Senhor disse ao meu Senhor: Senta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo de teus pés”’(Mt 22.44). A força dessa afirmação é que “Deus Pai disse a Deus Filho (o Senhor de Davi): ‘Senta-te à minha direita...”’. Os fariseus sabiam que ele estava falando a respeito de si próprio e identificando- se como alguém digno do título Kyrios (“Senhor”), muito próprio do AT.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Tal uso é muitas vezes visto nas Cartas,&lt;/span&gt; onde “o Senhor” é o nome comum para se referir a Cristo. Paulo diz: “para nós, porém, há um único Deus, o Pai, de quem vêm todas as coisas e para quem vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, por meio de quem vieram todas as coisas e por meio de quem vivemos” (lCo 8.6; cf. 12.3, e muitas outras passagens tanto nas cartas de Paulo como nas gerais).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;C.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Outras declarações fortes da divindade de Cristo.&lt;/span&gt; Além do uso das palavras Deus e Senhor para se referir a Cristo, temos outras passagens que declaram fortemente a divindade de Cristo. Quando Jesus disse aos seus oponentes judeus que Abraão tinha visto o seu (de Cristo) dia, eles o desafiaram dizendo: “Você ainda não tem cinqüenta anos, e via Abraão?” (Jo 8.57). Aqui a resposta suficiente para provar a eternidade de Jesus teria sido: “Antes de Abraão existir, eu já existia”. Mas Jesus não disse isso. Ao contrário, ele fez uma afirmação ainda mais surpreendente: “Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!” (Jo 8.58). Jesus combinou duas asserções cuja seqüência parecia não fazer sentido: “Antes de alguma coisa ter acontecido no passado [Abraão era], alguma coisa no presente acontecia [Eu Sou]”. Os líderes judeus reconheceram de uma vez por todas que ele não estava falando por enigmas nem estava fazendo qualquer pronunciamento sem sentido. Quando ele disse “Eu Sou”, estava repetindo as verdadeiras palavras que Deus usou quando se identificou diante de Moisés como “Eu Sou o que Sou” (Ex 3.14). Jesus estava requerendo para si próprio o título “Eu Sou”, pelo qual Deus se autodesignou o eterno auto-existente, o Deus que é a fonte da própria existência e que sempre tem sido e sempre será. Quando os judeus ouviram essa afirmação incomum, enfática e solene, sabiam que Jesus estava afirmando ser Deus. “Então eles apanharam pedras para apedrejá-lo, mas Jesus escondeu-se e saiu do templo” (Jo 8.59).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Outra declaração vigorosa da divindade&lt;/span&gt; de Jesus é sua afirmação no final do Apocalipse: “Eu sou o Alfa e o Ômega,o Primeiro e o Ultimo, o Princípio e o Fim” (Ap 22.13).Quando combinada com a afirmação de Deus Pai em Apocalipse 1.8 (“Eu sou o Alfa e o Ômega”), ela também constitui forte declaração para mostrar divindade igual à de Deus Pai. Soberano sobre a totalidade da história e sobre toda a criação, Jesus é o Princípio e o Fim.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Evidência adicional de afirmações da divindade&lt;/span&gt; pode ser encontrada no fato de que Jesus chama a si mesmo de “o Filho do homem”. Esse título é usado 84 vezes nos quatro evangelhos, mas somente por Jesus e somente para falar de si próprio (observe. Mt 16.13 com Lc 9.18). No restante do NT, a expressão “o Filho do homem” (com o artigo definido “o”) é usada somente uma vez, em Atos 7.56, quando Estevão se refere a Cristo como “o Filho do homem”. Esse termo singular tem seu pano de fundo na visão de Daniel 7, quando Daniel viu alguém semelhante a um “filho de homem” que “se aproximou do ancião” [“Ancião de Dias’, RA] e a quem foram dados “autoridade, glória e o reino; todos os povos, nações e homens de todas as línguas o adoraram. Seu domínio é um domínio eterno que não acabará, e seu reino jamais será destruído” (Dn 7.13,14). É admirável que esse “filho do homem” tenha vindo “com as nuvens dos céus” (Dn 7.13). Essa passagem fala claramente de alguém que possuía origem celestial e a quem foi dado domínio eterno sobre todos os povos. O sumo sacerdote entendeu muito bem quando Jesus disse: “Chegará o dia em que vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu” (Mt 26.64). A referência a Daniel 7.13,14 é inconfundível, e o sumo sacerdote e seus companheiros sabiam que Jesus estava afirmando ser o eterno governante do inundo, de origem celestial, referido na visão de Daniel. Imediatamente eles disseram: “‘Blasfemou! [...] O que acham?”É réu de morte!’, responderam eles” (Mt 26.65,66). Aqui Jesus finalmente tornou explícita sua forte alegação de ser o eterno governante do mundo que ficara anteriormente subentendida pelo freqüente uso do título “o Filho do homem” aplicado a si próprio.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Embora o título “&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Filho de Deus&lt;/span&gt;”&lt;/span&gt; possa algumas vezes ser usado simplesmente para referir-se a Israel (Mt 2.15), ou ao homem criado por Deus (Lc 2.38), ou ao homem redimido em geral (Rm 8.14,19,23), há todavia exemplos em que a expressão “Filho de Deus” se refere a Jesus como o Filho eterno e celestial que é igual ao próprio Deus (v. Mt 11.25-30; 17.5; lCo 15.28; Hb 1.1-3,5,8). Isso é especialmente verdadeiro no evangelho de João, no qual Jesus é visto como Filho singular do Pai (Jo 1.14,18,34,49) que revela plenamente o Pai (Jo 8.19; 14.9). Como Filho ele é tão grande que podemos confiar nele para a vida eterna (algo que não poderia ser dito de nenhum ser criado: Jo 3.16,36: 20.3 1). Ele é também quem tem toda a autoridade do Pai para dar vida, pronunciar julgamento eterno e governar sobre tudo (Jo 3.36; 5.20-22,25; 10.17; 16.15). Como Filho ele foi enviado pelo Pai e, portanto, existia desde antes de vir ao mundo (Jo 3.37; 5.23; 10.36).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Essas passagens&lt;/span&gt; combinam-se para indicar que o título “Filho de Deus” quando aplicado a Cristo afirma fortemente sua divindade como o Filho eterno na Trindade, igual a Deus Pai em todos os atributos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Evidência de que Jesus&lt;/span&gt; possuía atributos da divindade. Somando-se à afirmação específica da divindade de Jesus observada nas diversas passagens citadas anteriormente, vemos muitos exemplos das ações de Jesus no tempo em que viveu entre nós que demonstram seu caráter divino.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;a)&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus demonstrou&lt;/span&gt; sua onipotência quando acalmou a tempestade no mar com apenas uma ordem (Mt 8.26,27), multiplicou pães e peixes (Mt 14.19) e transformou água em vinho (Jo 2.1-11).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;b)&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus declarou sua&lt;/span&gt; eternidade quando disse: “Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!” (Jo 8.58,v. discussão anterior), ou quando disse: “Eu sou o Alfa e o Ômega” (Ap 22.13).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;c)&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A onisciência de Jesus é demonstrada&lt;/span&gt; pelo conhecimento do pensamento das pessoas (Mc 2.8) e por saber “desde o princípio quais deles não criam e quem o iria trair” (Jo 6.64). O conhecimento de Jesus era muito mais amplo que a revelação de informação que as pessoas poderiam receber por meio do ofício profético, porque ele mesmo conhecia a crença e a descrença que estava no coração de todas as pessoas (v. Jo 2.25; 16.30).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;d)&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O atributo da onipresença divina de Jesus&lt;/span&gt; não é afirmado diretamente durante seu ministério terreno. Contudo, enquanto olhava para o tempo em que a igreja seria estabelecida, Jesus pôde dizer: “Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles” (Mt 18.20). Além disso, antes de deixar este mundo, ele disse aos seus discípulos: “E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28.20).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;e)&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A soberania divina,&lt;/span&gt; espécie de autoridade possuída por Deus somente, é vista no fato de que ele podia perdoar pecados (Mc 2.5-7). Diferentemente dos profetas do AT que declararam:“Assim diz O SENHOR”, ele pôde prefaciar suas afirmações com a frase “Mas eu lhes digo” (Mt 5.22,28,32,34, 39,44) – alegação espantosa de sua autoridade. Ele pôde falar com autoridade do próprio Deus porque ele era plenamente Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;f)&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Outra afirmação clara da divindade de Cristo&lt;/span&gt; é o fato de ser contado digna de adoração, algo que não pertence a nenhuma outra criatura, incluindo anjos (v. Ap 19.10), mas somente a Deus. Todavia, a Escritura diz de Cristo que “Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11). Semelhantemente, Deus ordena aos anjos que adorem Cristo, pois lemos: “E ainda, quando Deus introduz o Primogênito no mundo, diz: ‘Todas os anjos de Deus o adorem”’ (Hb 1.6).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus abriu mão de alguns de seus atributos divinos&lt;/span&gt; enquanto viveu neste mundo (a teoria da kenosis)? Paulo escreve aos filipenses: “Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens” (Fp 2.5-7). Começando por esse texto, diversos teólogos do século XIX advogaram uma idéia inesperada da encarnação chamada “teoria da kenosis”, que sustenta que Cristo abriu mão de alguns de seus atributos divinos enquanto esteve neste mundo como homem. (A palavra kenosis é emprestada do verbo grego kenoō, que geralmente significa “esvaziar”, e é traduzido por “esvaziou-se” em Fp 2.7.) Segundo essa teoria, Cristo “esvaziou-se” de alguns de seus atributos divinos como onisciência, onipresença e onipotência enquanto esteve sobre a terra como homem. Isso foi visto como a autolimitação voluntária da parte de Cristo, que ele assumiu a fim de realizar a obra de redenção.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Apos o exame mais preciso,&lt;/span&gt; podemos ver que Filipenses 2.7 não diz que Cristo “esvaziou-se de alguns poderes” ou que “esvaziou-se de atributos divinos”, ou coisa parecida. Antes o texto descreve o que Jesus fez nesse “esvaziamento”. Ele não se esvaziou por abrir mão de qualquer de seus atributos, mas por vir “a ser servo”, isto é, por passar a viver como homem e, a ser “encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, morte de cruz!” (Fp 2.8). Assim, o contexto interpreta o “esvaziamento” como equivalente a “humilhou-se a si mesmo”, assumindo uma posição ou condição mais baixa. O esvaziamento inclui o papel e a posição, não os atributos essenciais ou a natureza. Isso significa que ele assumiu uma condição humilde.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O contexto mais amplo dessa passagem&lt;/span&gt; também torna essa interpretação clara. O propósito de Paulo era o de persuadir os filipenses de que eles não deveriam fazer nada “por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos” (Fp 2.3), e continua lhes dizendo: “Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros” (Fp 2.4). Para persuadi-los a ser humildes e a colocar os interesses dos outros em primeiro lugar, Paulo, então, aponta para Cristo como exemplo supremo de alguém que fez exatamente isso: ele colocou os interesses dos outros primeiro e desejou abrir mão de alguns privilégios e posição que eram seus como Deus. Paulo quer que os filipenses imitem Cristo. Mas certamente não está pedindo aos cristãos filipenses para “abrirem mão” ou “colocarem de lado” quaisquer de suas capacidades ou atributos que lhes eram essenciais! Ele não lhes pede que abrissem mão de sua inteligência ou força ou capacidade e que se tornassem uma versão diminuída do que realmente eram. Ao contrário, ele lhes pediu para colocar os interesses dos outros em primeiro lugar: ‘Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros” (Fp 2.4).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Portanto, o melhor entendimento desta passagem&lt;/span&gt; é que ela fala a respeito de Jesus abrindo mão da posição e do privilegio que foram seus no céu: Ele, “embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era sigo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo” ou “humilhou-se”, e veio viver como homem. Jesus fala em outra passagem da “glória” que tinha como Pai “antes que o mundo existi-se” (Jo 17.5), glória da qual abriu mão e que haveria de receber de volta quando retornasse ao céu. E Paulo podia falar de Cristo que, “sendo rico, se fez pobre por amor de vocês” (2Co 8.9), discorrendo uma vez mais sobre o privilégio e honra que merecia, porém dos quais temporariamente abriu mão por nós.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A “teoria da kenosis”,&lt;/span&gt; portanto, não é o entendimento correto de Filipenses 2.5-7. De fato, se a teoria da kenosis fosse verdadeira (e essa é a objeção fundamental contra ela), então não mais poderíamos afirmar que Jesus tenha sido plenamente Deus enquanto esteve aqui neste mundo.A teoria da kenosis definitivamente nega a plena divindade de Jesus Cristo e o faz algo menos que plenamente Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Conclusão:&lt;/span&gt; Cristo é plenamente divino. O NT afirma continuamente a plena e absoluta divindade de Jesus Cristo. Ele faz isso em centenas de versículos explícitos que chamam Jesus “Deus”, ”Senhor” e “Filho de Deus”, assim como em muitos versículos que usam outros títulos da divindade para referir-se a ele e em uma série de passagens que lhe atribuem ações ou palavras que poderiam ser verdadeiras a respeito de Deus.”Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a plenitude” (Cl 1.19). “Pois em Crista habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2.9). Em uma seção anterior argumentamos que Jesus é verdadeira e plenamente homem. Agora concluímos que é também verdadeira e plenamente Deus. Ele é chamado corretamente “Emanuel”, isto é, “Deus conosco” (Mt 1.23).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;5.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Por que a divindade de Jesus era necessária?&lt;/span&gt; Na seção anterior, listamos diversas razões por que foi necessário Jesus ser plenamente homem a fim de obter a nossa redenção. Aqui é conveniente reconhecer que é crucialmente importante insistir também na plena divindade de Cristo, não apenas porque ela é claramente ensinada na Escritura, mas também porque: 1) somente o Deus infinito poderia suportar a plena penalidade de todos os pecados dos que haveriam de crer nele — qualquer criatura finita teria sido incapaz de suportar tal penalidade; 2) a salvação é do Senhor (Jn 2.9), e a mensagem total da Escritura tem o propósito de mostrar que nenhum ser humano nem nenhuma criatura poderia salvar o homem — somente o próprio Deus; e 3) somente quem fosse plena e verdadeiramente Deus poderia ser o único mediador entre Deus e o homem (lTm 2.5), tanto para trazer-nos de volta a Deus como para revelar-nos Deus mais completamente (Jo 14.9).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Assim, se Jesus não é plenamente Deus,&lt;/span&gt; não temos salvação e definitivamente nenhum cristianismo. Não é por acaso que no decorrer da história os grupos que abriram mão da crença na plena divindade de Cristo não permaneceram dentro da fé cristã, mas logo se apartaram para urna espécie de religião representada pela unitarismo nos Estados Unidos e em outras lugares. “‘Fado o que nega o Filho também não tem o Pai” (lJo 2.23).”Todo aquele que não permanece no ensino de Cristo, mas vai além dele, não tem Deus; quem permanece no ensino tema Pai e também o Filho” (2Jo 9).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;C.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A encarnação:&lt;/span&gt; divindade e humanidade na pessoa única de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O ensino bíblico&lt;/span&gt; a respeito da plena divindade e plena humanidade de Crista é tão amplo que ambas têm sido aceitas desde os tempos mais antigos da história da igreja. Mas o entendimento exato de como a plena divindade e plena humanidade poderiam ser combinadas em uma só pessoa foi formulado gradualmente na igreja e não alcançou a forma final senão na Definição de Calcedónia, em 451 d.C. Antes desse período, diversas posições inadequadas da pessoa de Cristo foram propostas e a seguir rejeitadas. Uma dessas visões, o arianismo, que sustentava que Jesus não era plenamente divino, foi discutida anteriormente no capítulo sobre a doutrina da Trindade. Mas três outras idéias que foram finalmente rejeitadas como heréticas devem ser mencionadas neste momento.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Três idéias inadequadas da pessoa de Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;a.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Apolinarismo.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Apolinário,&lt;/span&gt; que tornou-se bispo de Laodicéia por volta de 361 d.C., ensinou que a pessoa única de Cristo possuía um corpo humano, mas não uma mente humana ou espírito humano, e que a mente e o espírito de Cristo provinham da natureza divina do Filho de Deus. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Mas as idéias&lt;/span&gt; de Apolinário foram rejeitadas pelos líderes da igreja naquela época, que perceberam que não era somente o corpo humano que necessitava de salvação e de ser representado por Cristo na obra redentora, mas também a mente e o espírito (ou alma) humanos: Cristo tinha de ser plena e verdadeiramente homem se ele fosse nos salvar (He 2.17). O apolinarismo foi rejeitado por diversos concílios eclesiásticos, desde o Concílio de Alexandria em 362 d.C. ao Concílio de Constantinopla em 381 d.C.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;b.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Nestorianismo.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O nestorianismo é a doutrina&lt;/span&gt; que ensinava a existência de duas pessoas separadas em Cristo, uma humana e uma divina, ensino distinto da visão bíblica de que Jesus era somente uma pessoa. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Nestório&lt;/span&gt; era um pregador popular em Antioquia que em 428 dC. tornou-se bispo de Constantinopla. Embora o próprio Nestório provavelmente nunca tenha ensinado essa posição herética que leva o seu nome (a idéia de que Cristo era duas pessoas em um corpo, e não uma só pessoa), por causa de uma combinação de diversos conflitos pessoais e de boa dose de política eclesiástica, ele foi deposto do seu ofício de bispo e seus ensinos foram condenados.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;É importante entender por que a igreja não&lt;/span&gt; pode aceitar a idéia de que em Cristo havia duas pessoas distintas. Em nenhum lugar da Escritura existe a indicação real de que a natureza humana de Cristo, por exemplo, é uma pessoa independente, decidindo fazer algo contrário à natureza divina de Cristo. Em nenhum lugar temos a indicação das naturezas humana e divina conversando uma com a outra, ou travando luta dentro de Cristo, ou fazendo outra coisa qualquer. Ao contrário, temos o quadro coerente de uma única pessoa agindo em sua totalidade e unidade. Jesus sempre fala como eu não como nós, embora possa referir-se a si mesmo e ao Pai como “nós” (Jo 14.23).A Bíblia sempre fala de Jesus como “ele”, não como “eles”. E, embora passamos algumas vezes distinguir ações de sua natureza divina e ações de sua natureza humana a fim de ajudar-nos a entender algumas das afirmações e ações registradas na Escritura, a Bíblia não diz que “por meio da natureza humana Jesus fez isto” ou que “por meio de sua natureza divina Jesus fez aquilo”, como se fossem duas pessoas separadas, mas sempre fala a respeito do que a pessoa de Cristo fez. Portanto, a igreja continuou a insistir no fato de que Jesus era uma só pessoa, embora possuísse tanto a natureza humana quanto a natureza divina.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;c.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Monofisismo&lt;/span&gt; (&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;eutiquismo&lt;/span&gt;) .&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A terceira idéia inadequada&lt;/span&gt; de Cristo é chamada monofisismo, a idéia de que Cristo possuía uma só natureza (gr., monos,”uma”, e physis,”natureza”). O primeiro defensor dessa idéia na igreja primitiva foi Êutico (378-454 d.C.), que era o líder de um monastério em Constantinopla. Êutico ensinava um erro aposto ao do nestorianismo, pois negava que a natureza humana e a natureza divina em Cristo tivessem permanecido plenamente humana e plenamente divina. Ele sustentava, antes, que a natureza humana de Cristo foi tomada e absorvida pela natureza divina, de modo que ambas as naturezas foram mudadas em algum grau, resultando em uma espécie de terceira natureza. Uma analogia ao eutiquismo pode ser vista se pingamos uma gota de tinta em um copo de água. A mistura resultante não é nem pura tinta nem pura água, mas uma espécie de terceira substância, a mistura das duas na qual tanto a tinta como a água são mudadas. Semelhantemente, Êutico ensinava que Jesus era a mistura de elementos divinos e humanos na qual ambas as naturezas foram em algum sentido modificadas para formar uma nova natureza. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O monofisismo&lt;/span&gt; também causou grande preocupação na igreja, porque, segundo essa doutrina, Cristo não era nem verdadeiramente Deus nem verdadeiramente homem. Assim, ele não poderia verdadeiramente representar- nos como homem nem poderia ser verdadeiro Deus e capaz de obter nossa salvação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A solução para a controvérsia.&lt;/span&gt; A Definição de Calcedônia em 451 d.C. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A fim de tentar resolver&lt;/span&gt; os problemas levantados pelas controvérsias sobre a pessoa de Cristo, um grande concilio eclesiástico foi convocado para se reunir na cidade de Calcedônia, próxima de Constantinopla (ou a moderna Istambul), de 8 de outubro a 10 de novembro, em 451 d.C. A afirmação resultante, chamada Definição de Calcedônia, posicionou-se contra o apolinarismo, o nestorianismo e o eutiquismo. Ela é considerada a definição padrão da ortodoxia do ensino bíblico sobre a pessoa de Cristo desde aquela época por todos os grandes ramos do cristianismo: o catolicismo, o protestantismo e a ortodoxia oriental.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A afirmação não é longa,&lt;/span&gt; e podemos citá-la em sua totalidade:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;[Fiéis aos santos pais,&lt;/span&gt; todos nós, perfeitamente unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito quanto à divindade e perfeito quanto à humanidade, verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, constando de alma racional e de corpo; consubstancial [homoousios] ao Pai, segundo a divindade, e consubstancial a nós, segundo a humanidade; “em todas as coisas semelhante a nós, excetuando o pecado”, gerado, segundo a divindade, antes dos séculos pelo Pai e, segundo a humanidade, por nós e para nossa salvação, gerado da Virgem Maria, mãe de Deus [TheotóKos] . Um só e mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, que se deve confessar, em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, conseparáveis e indivisíveis. A distinção de naturezas de modo algum é anulada pela união, mas, pelo contrário, as propriedades de cada natureza permanecem intactas, concorrendo para formar uma só pessoa e subsistência (hypostasis) ; não dividido ou separado em duas pessoas, mas um só e mesmo Filho Unigênito, Deus Verbo, Jesus Cristo Senhor, conforme os profetas outrora a seu respeito testemunharam, e o mesmo Jesus Cristo nos ensinou e o credo dos padres nos transmitiu.]&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Contra o pensamento de Apolinário&lt;/span&gt; de que Cristo não teve uma mente humana ou alma, temos a afirmação de que ele era “verdadeiramente homem, constando de uma alma racional e de corpo [...] consubstancial a nós, segundo a humanidade; em todas as coisas semelhante a nós...”.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Em oposição ao pensamento do nestorianismo&lt;/span&gt; de que Cristo era duas pessoas unidas em um corpo, temos as palavras “inconfundíveis e imutáveis.., concorrendo para formar uma só pessoa e subsistência (hypostasis) ; não dividido ou separado em duas pessoas”.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Contra o pensamento do eutiquismo&lt;/span&gt; de que Cristo tinha somente uma natureza e que sua natureza humana perdeu-se na união com a natureza divina, temos as palavras “em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, conseparáveis e indivisíveis. A distinção de naturezas de modo algum é anulada pela união, mas, pelo contrário, as propriedades de cada natureza permanecem intactas”. As naturezas divina e humana não foram alteradas quando Cristo se tornou homem, mas a natureza humana permaneceu verdadeiramente humana, e a natureza divina permaneceu verdadeiramente divina.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Combinação de textos específicos&lt;/span&gt; sobre a divindade e a humanidade de Cristo. Quando examinamos o NT, como fizemos anteriormente nas seções sabre a humanidade e a divindade de Cristo, há diversas passagens que parecem difíceis de harmonizar. (Como poderia Jesus ser onipotente e, todavia, fraca? Coma poderia deixar o mundo e, ainda assim, estar presente em toda a parte? Como poderia aprender coisas e, no entanto, ser onisciente?) À medida que a igreja lutava para entender esses ensinos, finalmente apareceu a Definição de Calcedônia, que falava das duas naturezas distintas em Cristo que retêm sua propriedades características e que, todavia, permanecem juntas em uma só pessoa. Essa distinção, que nos ajuda em nosso entendimento das passagens bíblicas mencionadas anteriormente, também parece ser exigida por essas passagens.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;a.&lt;/span&gt;  &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Uma natureza faz algumas coisas&lt;/span&gt; que a outra natureza não faz. Se quisermos afirmar a Definição de Calcedônia a respeito das “propriedades de cada natureza permanecendo intactas” na pessoa de Cristo, é necessário distinguir entre as coisas feitas pela natureza humana de Cristo, mas não pela natureza divina, ou por natureza divina, mas não por sua natureza humana.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Por exemplo,&lt;/span&gt; quando falamos a respeito da natureza humana de Jesus, podemos dizer que ele ascendeu ao céu e não mais está no mundo (Jo 16.28; 17.11; At 1.9-11). Mas, com respeito à sua natureza divina, podemos dizer que Jesus está presente em toda parte: “Pois ande se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles” (Mt 18.20). “E eu estarei sempre com vocês, até afim dos tempos” (Mt 28.20).”Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele” (Jo 14.23). Assim, podemos dizer que ambas as coisas são verdadeiras a respeito da pessoa de Cristo — ele retornou ao céu e esta presente conosco.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Semelhantemente,&lt;/span&gt; podemos dizer que Jesus tinha 30 anos de idade (Lc 3.23) se falamos de sua natureza humana, mas que ele existia eternamente (Jo 1.1,2; 8.58) se estamos falando de sua natureza divina.Segundo a natureza humana Jesus era fraco e se cansava (Mt .1.2; 8.24; Mc 15.2 1; Jo 4.6), mas em sua natureza divina ele era onipotente (Mt 8.26,27; Cl 1.17; H 1.3). Particularmente notável e a cena do mar da Galiléia, quando Jesus estava dormindo na popa do barco, presumivelmente porque estava cansada (Mt 8.24). Mas acordou do seu sono e acalmou o vento e o mar apenas com uma palavra (Mt 8.26,27)! Cansado e, todavia, onipotente! Aqui a fraqueza da natureza humana de Jesus encobriu completamente sua onipotência até que a onipotência surgiu com a palavra soberana de quem é Senhor do céu e da terra.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;De modo semelhante,&lt;/span&gt; podemos entender que, em sua natureza humana, Jesus morreu (Lc 23.46; lCo 15.3). Já com respeito à natureza divina, ele mio morreu, mas era capaz de ressurgir dos mortos (Jo 2.19; 10.17,18; Hb 7.16). Todavia, aqui devemos fazer uma observação cautelosa: é verdade que, quando Jesus morreu, o seu corpo físico morreu e sua alma humana (ou espírito) foi separada do corpo, indo para a presença de Deus Pai no céu (Lc 23.43,46). Desse modo ele experimentou a morte que é igual àquela que nós, como crentes, experimentaremos se morrermos antes de Cristo retornar. Não é correto dizer que a natureza humana de Jesus morreu, ou que poderia morrer, se “morrer” significa a cessação de atividade, a cessação de consciência ou a diminuição de poder. Não obstante, em virtude união com a natureza humana, a natureza divina de Jesus de certa forma provou alguma coisa que acontece quando se morre. A pessoa de Cristo experimentou a morte. Alem do mais, parece difícil entender como a natureza humana de Jesus poderia sozinha ter suportado a ira de Deus por causa dos pecados de milhões de pessoas. Parece que a natureza divina de Jesus teve alguma participação em suportar a ira divina contra o pecado que era devido a nós (embora a Escritura em nenhum lugar afirme explicitamente isso). Portanto muito embora a natureza divina de Cristo não tenha realmente morrido, Jesus atravessou a experiência da morte como uma pessoa total, e tanto a natureza humana como a divina de algum modo partilharam dessa experiência. Além disto, a Escritura não nos capacita a dizer mais nada.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A distinção&lt;/span&gt; entre as naturezas divina e humana de Jesus também nos ajuda a entender as tentações de Jesus. Com respeito à natureza humana, ele certamente foi tentado de cada forma, como nós somos, todavia sem pecado (Hb 4.15). Com respeito à natureza divina, contudo, ele não foi tentado, parque Deus não pode ser tentado pela mal (Tg 1.13).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;b.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Qualquer coisa que uma natureza&lt;/span&gt; venha a fazer, é a pessoa de Cristo que faz. Na seção anterior, mencionei uma série de coisas que foram feitas por uma natureza, mas não pela outra, na pessoa de Cristo. Agora devemos afirmar que qualquer coisa que seja verdadeira sobre a natureza divina ou sobre a natureza humana é verdadeira sobre a pessoa de Cristo. Assim, Jesus disse: “antes de Abraão nascer, Eu Sou” (Jo 8.58). Ele não disse: “Antes de Abraão nascer, minha natureza divina já existia”, porque ele é livre para falar a respeito de qualquer coisa feita unicamente pela natureza divina ou unicamente pela natureza humana como algo que ele (a pessoa) fez.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Na esfera humana,&lt;/span&gt; isso certamente também se aplica ao nosso discurso. Se eu escrevo uma carta, mesmo que meus pés e artelhos não tenham nada que ver com o ato de escrevê-la, não posso dizer às pessoas: “Meus dedos digitaram essa carta no computador, e meus artelhos não tiveram nada que ver com ela” (embora isso seja verdade). Antes, digo às pessoas: “Eu digitei uma carta”. Isso é verdac eira porque qualquer coisa que é feita por uma parte de mim é feita por mim.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Assim, ”Cristo morreu pelos nossos pecados”&lt;/span&gt; (1 Co 15.3). Embora realmente somente seu corpo humano tenha cessado de viver e de funcionar, no entanto foi a pessoa de Cristo que morreu pelo nosso pecado. Esse é simplesmente um meio de afirmar que qualquer coisa que possa ser dito de uma natureza ou de outra pode ser dito da pessoa de Cristo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Portanto, é correto Jesus dizer:&lt;/span&gt; “agora deixo o mundo” (Jo 16.28) ou “não ficarei mais no mundo” (Jo 17.11), mas o mesmo tempo dizer: “E eu estarei sempre com vocês” (Mt 28.20).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Qualquer coisa&lt;/span&gt; feita por uma natureza ou outra é feita pela pessoa de Cristo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;c.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Conclusão.&lt;/span&gt; No final desta longa discussão, pode ser fácil perdermos de vista a que é realmente ensinado na Escritura: o mais impressionante milagre de toda a Bíblia — mais espantoso que a ressurreição, e mesmo mais espantoso que a criação do universo, O fato de que o Filho de Deus infinito, onipotente e eterno tornou-se homem e juntou-se à natureza humana para sempre, de modo que o Deus infinito se tornou uma pessoa com a natureza finita do homem, permanecerá pela eternidade o mais profundo milagre e o mistério mais impenetrável de todo o universo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Wayne Grudem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Teologia Sistemática do autor, Ed. Vida Nova&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-7015808464280430187?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/7015808464280430187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/7015808464280430187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/pessoa-de-cristo.html' title='A pessoa de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-508917574375073580</id><published>2008-09-07T07:15:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T07:20:20.577-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A Obediência de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A Obediência de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Jesus Cristo cumpriu a vontade redentora de seu Pai&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"Mas Jesus respondeu, e disse-lhes:&lt;/span&gt; Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer o Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente."Jo 5.19&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A humildade na Escrituras&lt;/span&gt; não significa fingir não ter valor e recusar posição de responsabilidade, mas conhecer e manter o lugar que Deus designou a cada um. Ser humildade é uma elevada questão de adaptar-se ao plano de Deus, quer seja uma elevada posição de liderança (Moisés era humildade como líder, Nm 12.3) ou a obscuridade da subserviência.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Quando Jesus afirmou que era&lt;/span&gt; "humilde de coração" (Mt 11.29). Ele quis dizer que estava conscienciosamente seguindo o plano do Pai para sua vida terrena.Nisto Ele estava mantendo seu lugar como segunda Pessoa da Divindade. As três Pessoas da Santa Trindade são eternas e auto-existentes, participando igualmente de todos os aspectos e atributos da Divindade, e sempre agindo juntos em cooperação solidária. Mas o modelo cooperativo imutável é que a segunda e a terceira Pessoas se identificam com o propósito da primeira, de sorte que o Filho se torna o executivo do Pai e o Espírito age como agente de ambos. È da natureza e alegria do Filho fazer a vontade do seu Pai (Jo 3.34).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Com respeito à redenção,&lt;/span&gt; a vontade do Pai para o Filho é às  vezes chamado pacto de redenção, uma vez que ele tem a forma de um acordo entre duas partes sobre um programa e uma promessa. A Confissão de Westiminster resume o acordo (propósito do Pai aceito pelo Filho), com segue:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Aprouve a Deus,&lt;/span&gt; em seu eterno propósito, escolher e ordenar o Senhor Jesus, seu Filho Unigênito, para ser Mediador entre Deus e o homem. o Profeta, Sacerdote e rei, a Cabeça e Salvador de sua igreja, o Herdeiro de todas as coisas e o Juiz do mundo; e deu-lhe desde toda a eternidade uma  povo para ser sua semente e para, no tempo devido, ser  por ele remido, chamado, justificado, santificado e glorificado. (VIII.I)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;(Para confirmação das idéias e frascologia desta declaração&lt;/span&gt; ver Ef 3.11; 1 Pe 1.20;  1 Tm  2.5; At 3.22; Hb 5.5,6; Lc 1.33; Ef 5.23; Hb 1.2; At 17.31; is 53.10; Jo 17.6;  1 Co 1.30; Rm 8.29,30)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Este propósito do Pai para o Filho tinha dois estágios.&lt;/span&gt; O primeiro estágio foi a humilhação. O Filho eterno abriu mão  de sua glória e, mediante a encarnação, tornou-se um pobre homem e um religioso intruso. Finalmente, por meio de um julgamento-exibição e de uma inescrupulosa manipulação da franqueza moral de Pilatos, Ele se tornou um criminoso condenado, sofrendo uma terrível morte como portador do pecado da raça humana (Fp 2.6-8; 2 Co 8.9; Gl 3.13; 4.4,5).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Segundo estágio foi a exaltação.&lt;/span&gt; Cristo ressuscitou, subiu ao céu, e agora, por designação de seu Pai, reina como rei sobre o mundo e a igreja (Fp 2.9-11), enviando o Espírito Santo (Jo 15.26; 16.7; At 2.33) e, por Ele, aplicado a nós a redenção que pela morte conquistou para nós. Atraindo para  si aqueles que lhe foram dado (Jo 12.32), intercedendo por eles (Rm 8.34; Hb 7.25; Jo 17), protegendo, guiando e  cuidando deles como um pastor cuida de sua ovelhas (Jo 10.27-30), Ele está presentemente trazendo muitos filhos à glória (Hb 2.10), de acordo com o plano do Pai, e Ele continuará a fazer isso até que todos os eleitos de Deus cheguem ao arrependimento e à nova vida (2 Pe 3.9).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Em tudo isto o Filho&lt;/span&gt; está obedecendo ao Pai com verdadeira humildade, vivendo uma subordinação natural, voluntária e Jubilosa. Enquanto isto, o objetivo do Pai de ter o Filho adorado e glorificado igualmente com Ele próprio está sendo firmemente realizado (Jo 5.19-23).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;J. I. Packer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Teologia Concisa, pg. 112, Ed. Cultura Crista.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-508917574375073580?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/508917574375073580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/508917574375073580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/obedincia-de-cristo.html' title='A Obediência de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-3686678346048046711</id><published>2008-09-07T07:06:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T07:14:38.205-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A Subordinação de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A Subordinação de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Jo 4.34; Jo 5.30; Fp 2.5-8; Hb 5.8-10; Hb 10.5-10&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O que é um subordinado?&lt;/span&gt; Em nosso idioma, é claro que ser subordinado  a alguém é estar "debaixo" de sua autoridade. Um subordinado não está no mesmo escalão; não está no mesmo nível de autoridade que seu superior. O prefixo sub significa "sob", e super significa "sobre" ou "acima".&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Quando falamos da subordinação de Cristo,&lt;/span&gt; temos de fazê-lo com grande cuidado. Nossa cultura relaciona subordinação com interiorização. Na Trindade, porém, todos os membros são iguais em natureza, em honra e em glória. Todos os três membros são eternos e auto-existentes; todos compartilham todos os aspectos e atributos da deidade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;No plano redentivo de Deus,&lt;/span&gt; entretanto, o Filho voluntariamente assume um papel de subordinação ao Pai. È o Pai quem envia o Filho ao mundo. O Filho obedientemente vem à terra para fazer a vontade do Pai. Temos de ter cuidado, porém, para perceber que não há nenhum senso de obediência relutante. Assim como são o mesmo em glória, o Pai e o Filho também são um na vontade. O Pai deseja a redenção tanto quanto o Filho. O Filho almeja realizar a obre de salvação, assim como o Pai almeja que o faça. Jesus declarou que era consumido de zelo pela casa de sua Pai (Jo 2.17) e que sua comida e bebida era fazer a vontade do Pai (Jo 4.34).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Finalmente,&lt;/span&gt; devemos observar que a subordinação e a obediência de Cristo não foram demonstradas apenas em meio ao sofrimento. O plano incluía todos os aspectos da obre de Cristo por nós em sua glorificação final. A confissão de Westiminster explica a inter-relação do propósito do Pai e a obra de Cristo:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Aprouve a Deus, em seu eterno propósito,&lt;/span&gt; escolher e ordenar o Senhor Jesus, seu Filho Unigênito, para ser o Mediador entre Deus e o homem, o Profeta, Sacerdote e Rei, o Cabeça e Salvador de sua Igreja, o Herdeiro de todas as coisas e o Juiz do mundo; e deu-lhe, desde toda a eternidade, um povo para ser sua semente, e para, no tempo devido, ser por ele remido, chamado, justificado, santificado e glorificado.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Ao submeter-se à perfeita vontade do Pai,&lt;/span&gt; Jesus fez por nós aquilo que não estávamos dispostos a fazer e éramos incapazes de fazer por nós mesmos: obedeceu perfeitamente à Lei de Deus. Em seu batismo, Jesus disse a João Batista: "Assim nos convém cumprir toda a justiça" (Mt 3.15). Toda a vida e  o ministério de Jesus demonstraram sua perfeita obediência.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Ao obedecer perfeitamente à Lei,&lt;/span&gt; Jesus cumpriu duas coisas vitais e importantíssimas. Por um lado, qualificou-se  para ser nosso Redentor, o Cordeiro sem mácula. Se tivesse pecado, ele não poderia fazer expiação pelo seu próprio pecado, muito menos pelos nossos. Segundo, por meio de sua obediência perfeita, ele mereceu as recompensas que Deus prometera a todo aquele que guardasse sia aliança. Jesus mereceu as recompensas celestiais, as quais concedeu a nós. Como o subordinado, Jesus salvou um povo que tinha sido insubordinado.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;PAI&lt;/span&gt;=&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;FILHO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Iguais no ser e nos atributos eternos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Sumário&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Embora Cristo&lt;/span&gt; seja igual ao Pai em termos de natureza divina, é subordinando ao Pai em seu papel na redenção.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Subordinação&lt;/span&gt; não significa "inferioridade".&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A subordinação de Cristo&lt;/span&gt; é voluntária.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A obediência perfeita de Cristo o qualificou&lt;/span&gt; para carregar os pecados do seu povo e para merecer as recompensas celestiais prometidas aos remidos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;PAI&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;o Filho se subordina na obra da Redenção&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;FILHO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;R.C. Sproul&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Verdades Essências da fé Crista, ed. Cultura Cristã, caderno 1, pg. 71. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-3686678346048046711?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/3686678346048046711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/3686678346048046711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/subordinao-de-cristo.html' title='A Subordinação de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-8279703046128036305</id><published>2008-09-07T07:00:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T07:03:46.029-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A subordinação do Filho não significa que sua Divindade seja categoria inferior.</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A subordinação do Filho não significa que sua Divindade seja categoria inferior.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;por João Calvino&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A objeção que fazem,&lt;/span&gt; quando dizem que se Cristo é Deus, não tem sentido dizer-se que Ele é o Filho de Deus, pois, neste caso, estabelece-se comparação de uma pessoa com outra (na divindade), caso em que não se toma o termo Deus sem dar-lhe um sentido particular. Ao contrário (nesse caso) o sentido do termo Deus restringe-se ao Pai, por ser Ele o princípio da deidade - não com se confesse essência ao Filho e ao Espírito, como afirmam os fanáticos -, mas por causa da ordem hipostática. E nesse sentido que se tomam as palavras de Cristo em relação ao Pai: "Esta é a vida eterna que creiam em Ti(como) o único Deus verdadeiro e em Jesus Cristo, a quem Tu enviaste" (Jo 17.3). Ora, na condição de Mediador, Cristo mantém uma posição intermédia entre Deus e os homens, porém, nem por isso sua majestade é diminuída! Pois ainda que se tenha esvaziado a Si Mesmo (Fl 2.7), contudo, sua glória - que esteve escondida do mundo -, Ele não a perdeu junto ao Pai. Por  isso o Apóstolo, na Carta aos Hebreus (1.10 e 2.9), embora reconheça que Cristo tenha sido diminuído à condição de inferioridade em relação aos anjos, não hesita, entretanto, ao mesmo tempo, em afirmar que Cristo é o Deus eterno, que lançou os fundamentos do céu e da terra! Devemos, portanto, sustentar que todas as vezes que Cristo, na qualidade de  Mediador, se dirige ao Pai, a sua divindade está compreendida no designativo Deus, que traduz também a divindade do próprio Cristo. Assim, quando Cristo dizia aos Apóstolos: "Convém que Eu suba ao Pai, porque o Pai é maior do que Eu" (Jo 14.28 e 16.7), não está atribuindo a Si Mesmo uma divindade secundária - como se fosse inferior ao Pai no que respeita a essência eterna -, mas diz isso porque, Mediador que possui a glória celeste, diz com que os fiéis participem dessa glória! Coloca o Pai em posição superior até onde a notável perfeição de esplendor, que se patenteia no céu, difere desta medida da glória que se manifestou nEle, quando revestido da carne. E Paulo, pela mesma razão, diz em outro lugar (1 Co 15.4,28) que Cristo haverá de entregar o Reino ao Deus e Pai, para que Deus seja tudo em todas as coisas"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Nada é mais absurdo&lt;/span&gt; do que despojar Cristo de sua perpétua divindade. Ora, se Cristo nunca deixará de ser o Filho de Deus, mas, ao contrário, permanecerá sempre o mesmo como foi desde o princípio, concluímos que, sob o nome de Pai, compreende-se a essência única e Deus, essência que é comum a ambos, Pai e Filho! E, de fato, Cristo desceu até nós para, elevando-nos até o Pai, nos elevasse a Si Mesmo ao mesmo tempo, porque Ele é um com o Pai! Portanto, não é justo nem restringir o termo Deus exclusivamente ao Pai, negando-o ao Filho! Aliás, João, por esta mesma razão, afirma que Jesus é o verdadeiro Deus (Jo 1.1,20) e nem pensa situá-lo num segundo grau de deidade, abaixo do Pai. Fico perplexo com o que pretendem esses fabricantes de novos deuses quando, depois de confessarem a Cristo como verdadeiro Deus, prontamente o excluem da deidade do Pai! E fazem isto como se uma divindade infundida de outra parte fosse outra coisa senão uma imaginação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Institutas&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#993399;"&gt;livro 1&lt;/span&gt;, cap. 13, pág. 35&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-8279703046128036305?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8279703046128036305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8279703046128036305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/subordinao-do-filho-no-significa-que.html' title='A subordinação do Filho não significa que sua Divindade seja categoria inferior.'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-1191763931194056295</id><published>2008-09-07T06:52:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T06:59:20.599-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Nascimento virginal</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Nascimento virginal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Quando falamos da humanidade de Cristo,&lt;/span&gt; convém começar pela consideração sobre o nascimento virginal de Cristo. A Escritura assevera claramente que Jesus foi concebido no ventre de sua mãe, Maria, por uma obra miraculosa do Espírito Santo, sem pai humano.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“foi assim o nascimento de Jesus Cristo:&lt;/span&gt; Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, mas, antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo” (Mt 1.18). Logo em seguida o anjo do Senhor disse a José, que era comprometido com Maria: “José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo” (Mt 1.20). Então, lemos: “Ao acordar, José fez o que o anjo do Senhor lhe tinha ordenado e recebeu Maria como sua esposa. Mas não teve relações com ela enquanto ela não deu à luz um filho. E ele lhe pôs o nome de Jesus” (Mt 1.24,25).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O mesmo fato é afirmado&lt;/span&gt; no evangelho de Lucas, onde lemos a respeito da aparição do anjo Gabriel a Maria. Após o anjo ter-lhe dito que ela teria um filho, Maria disse: “Como acontecerá isso, se sou virgem?” O anjo respondeu: “O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Altíssimo a cobrirá com a sua sombra. Assim, aquele que há de nascer será chamado Santo, Filho de Deus” (Lc 1. 34,35; cf. 3.23).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Só essa afirmação da Escritura&lt;/span&gt; sobre o nascimento virginal de Cristo já nos dá a autorização suficiente para abraçar essa doutrina. Contudo, há também algumas implicações doutrinárias cruciais do nascimento virginal que ilustram sua importância. Podemos vê-las ao menos em três áreas:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;a.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Ela mostra que em última instância&lt;/span&gt; a salvação vem do Senhor, O nascimento virginal de Cristo é o lembrete inconfundível do fato de que a salvação não pode nunca vir por intermédio do esforço humano, mas deve ser obra sobrenatural de Deus. Esse fato estava evidente já no começo da vida de Jesus: ‘Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da Lei [...] para que recebêssemos a adoção de filhos” (Gl 4.4,5).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;b.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O nascimento virginal tornou possível&lt;/span&gt; a união da plena divindade com a plena humanidade em uma só pessoa. Esse foi o meio que Deus usou para enviar seu Filho (Jo 3.16; Gl 4.4) ao mundo como homem. Se pensarmos por um momento em outros modos possíveis pelos quais Cristo poderia ter vindo ao mundo, nenhum deles seria claramente a união entre divindade e humanidade em uma pessoa. Provavelmente teria sido possível Deus criar Jesus como ser humano completo no céu e enviá-lo do céu para a terra sem o concurso de qualquer progenitor humano. Mas assim seria muito difícil vermos como Jesus poderia ser plenamente humano como nós somos. Por outro lado, provavelmente também teria sido possível Deus enviar Jesus ao mundo com dois pais humanos, tanto o pai como a mãe, e fazer unir miraculosamente sua plena natureza divina à natureza humana em algum ponto, bem no começo de sua vida. Mas assim seria difícil entendermos como Jesus poderia ser plenamente Deus, já que sua origem seria igual a nossa em cada detalhe. Quando pensamos nessas duas outras possibilidades, isso nos ajuda a entender como Deus, em sua sabedoria, ordenou a combinação da influência humana e divina no nascimento de Cristo, de forma que sua plena humanidade seria evidente a partir de seu nascimento humano comum procedente de uma mãe humana, e a sua plena divindade seria evidente a partir do fato de sua concepção no ventre de Maria pela obra poderosa do Espírito Santo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;c.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O nascimento virginal&lt;/span&gt; também torna possível a verdadeira humanidade de Cristo sem o pecado herdado. Como já observamos no capítulo 14, todos os seres humanos herdaram do primeiro pai, Adão, a culpa legal e a corrupção da natureza moral. Mas o fato de que Jesus não teve um pai humano significa que a linha de descendência de Adão é parcialmente interrompida. Jesus não descendeu de Adão exatamente da mesma forma que quaisquer outros seres humanos descenderam de Adão. Isso nos ajuda a entender por que a culpa legal e a corrupção moral que pertencem a todos os outros seres humanos não pertencem a Cristo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Mas por que Jesus não herdou a natureza pecaminosa de Maria?&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A Igreja Católica Romana&lt;/span&gt; responde a essa pergunta dizendo que a própria Maria foi livre do pecado, mas a Escritura em nenhum lugar ensina tal doutrina, que aliás não resolveria o problema de forma alguma (pois por que, então, Maria não teria herdado o pecado de sua mãe?). Uma solução melhor é dizer que a obra do Espírito Santo em Maria deve ter evitado não somente a transmissão do pecado de José (por Jesus não ter tido um pai humano), mas também, de modo miraculoso, a transmissão do pecado de Maria: “O Espírito Santo virá sobre você [...] Assim, aquele que há de nascer será chamado Santo, Filho de Deus” (Lc 1.35).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;‘Essa tradução do texto grego&lt;/span&gt; ("Assim, aquele que há de nascer será chamado Santo, Filho de Deus”) é melhor do que a feita pela ARC e pela RA (“por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus”). Ela é melhor porque outros exemplos da literatura antiga mostram que a expressão grega to gennōmenon deve ser entendida como “a criança por nascer”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Wayne Grudem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Teologia Sistemática do autor, Ed. Vida Nova&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-1191763931194056295?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/1191763931194056295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/1191763931194056295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/nascimento-virginal.html' title='Nascimento virginal'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-4135041311954034445</id><published>2008-09-07T06:45:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T06:51:24.937-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>O Verbo se fez Carne</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;O Verbo se fez Carne&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1:14).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;&lt;strong&gt;[Leia Lucas 1:1-56]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Nenhuma mente pode jamais compreender,&lt;/span&gt; nem língua terrena descrever, o grande mistério da piedade: “Deus se manifestou em carne”. Aquele bebê nascido em Belém é próprio Deus eterno. Embora Ele fosse dependente do leito do seio de Sua mãe para viver, Ele é o Deus que formou os seios que O amamentavam. Embora Maria O segurasse em seus braços, Ele é o Deus que sustenta todas as coisas pela palavra do Seu poder. Embora Ele tenha aprendido a andar e falar, e tenha crescido como qualquer outra criança, Ele é o Deus onisciente e onipotente. Embora Ele tenha vivido como um homem em obediência deliberada, voluntária e perfeita à lei, Ele é o Deus que deu a lei à Moisés. Embora Ele tenha morrido sob a penalidade da lei como um homem em lugar de pecadores, aquele homem que morreu é Deus! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Por que Cristo nasceu?&lt;/span&gt; Por que o Filho de Deus assumiu a humanidade? “Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores”' (1 Timóteo 1:15). Atanásio disse: “Cristo se tornou o que nós somos para que Ele pudesse nos tornar o que Ele é”. O Filho de Deus se tornou Filho do homem para este propósito: para que os filhos dos homens possam se tornar filhos de Deus. A. W. Tozer colocou isso da seguinte forma: “A majestade terrível da Deidade foi misericordiosamente envolvida no frágil envelope da natureza humana para proteger a humanidade”.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O nosso Senhor Jesus Cristo,&lt;/span&gt; o Filho de Deus, se tornou um homem porque não era possível para Deus salvar pecadores de qualquer outra forma. Para ser o nosso Salvador, foi necessário que o próprio Deus se tornasse um de nós, osso dos nossos ossos e carne da nossa carne. Fosse Ele somente Deus, nunca poderia ter sofrido a punição do pecado como o nosso Substituto. Fosse Ele somente homem, nunca poderia satisfazer a ira e justiça infinita de Deus contra o pecado. Mas Aquele que é tanto Deus como homem, em uma pessoa gloriosa, tanto sofreu como satisfez a penalidade da lei como o Substituto do pecador. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Embora eu não possa entender&lt;/span&gt; nem explicar completamente a maravilha e o mistério da Sua pessoa, eu posso e na verdade confio naquele homem que é Deus como meu único e todo-suficiente Salvador. Visto que Deus se tornou homem e sofreu no lugar de homens, Ele é capaz de salvar todos que confiam nEle.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Don Fortner&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Traduzido por:&lt;/span&gt; Felipe Sabino de Araújo Neto&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Cuiabá-MT, 29 de Junho de 2005.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;Acervo&lt;/span&gt; Monergismo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-4135041311954034445?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4135041311954034445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4135041311954034445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/o-verbo-se-fez-carne.html' title='O Verbo se fez Carne'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-5759905732496686904</id><published>2008-09-07T06:34:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T06:45:06.467-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Jesus Cristo como o Unigênito</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Jesus Cristo como o Unigênito&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Jo 1.1-18; Cl 1.15-19; Hb 1.1-14&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;"Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou." Jo 1.18&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A referência bíblia a Jesus&lt;/span&gt; “&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;o unigênito do Pai&lt;/span&gt;" (Jo 1.14) têm provocado grandes controvérsias na história da Igreja. Devido ao fato de Jesus ser chamado também de "o primogênito de toda a criação" (Cl 1.15), tem-se argumentado que a Bíblia ensina que ele não é divino, e, sim, uma criatura exaltada.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;As testemunhas de Jeová e os Mormons&lt;/span&gt; negam a divindade de Cristo apelando para esses conceitos. É principalmente devido a essa negação da divindade de Cristo que esses grupos sãos considerados como seitas e não como denominações cristãs.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A divindade de Cristo tornou-se&lt;/span&gt; uma questão crucial no século IV, quando o herege Ário negou a Trindade. O principal argumento dele contra a divindade de Cristo antecipou os argumentos atuais das Testemunhas de Jeová e dos Mórmons. Ário foi condenado como herege no Concílio de Nicéia no ano 325 d.C.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Ário alegava que a palavra grega&lt;/span&gt; traduzida por "unigênito" significa "acontecer", "tornar-se", ou "começar a ser". Aquilo que é gerado deve ter um início no tempo. Tem de ser finito com relação ao tempo, que é um sinal da condição de criatura. Ser o "primogênito de toda a criação' pressupõe o nível supremo da condição de criatura, uma categoria, mas que os anjos, mas não vai além do nível de criatura é digna de adoração. Ário via a atribuição de divindade a Jesus Cristo como uma blasfêmia e rejeição do monoteísmo bíblico. Para Ário, Deus deve ser considerado como ”um", tanto no ser como em pessoa.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Credo de Nicéia reflete&lt;/span&gt; a resposta da Igreja à heresia ariana. Confessa que Jesus era "gerado, não criado". Nesta fórmula simples a Igreja demonstrava zelo em se proteger contra a idéia de  interpretar o termo unigênito significado  ou implicando um condição de criatura.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Alguns historiadores têm falhado&lt;/span&gt; em relação ao Concílio de Nicéia, engajando-se na defesa especial ou no exercício da ginástica mental ao fugirem do significado claro e simples da palavra grega, unigênito, e da frase “primogênito de toda a criação”.  A igreja, porém, não fugiu arbitrariamente do significado simples desses termos. Havia bases justificáveis para proteger o termo unigênito com  qualificativo "não criado".&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Primeiro, a igreja estava procurando&lt;/span&gt; entender esses termos no contexto total do ensino bíblico concernente à natureza de Cristo. Convencida de que o Novo Testamento claramente atribui divindade a Cristo, a Igreja se pôs contra lançar uma parte das Escrituras contra outras.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Segundo, embora o Novo Testamento&lt;/span&gt; fosse escrito na língua grega a maioria das formas de pensamentos e conceitos está saturada de significados hebraicos. Os conceitos hebraicos são expressos por meios do veículo da língua grega. Este fato soa como uma advertência contra a interpretação muito literal com base nas difíceis nuanças do grego clássico. Assim como João usa o termo logos para referir-se a Jesus, seria um erro saturar esse  termo exclusivamente  com as idéias gregas associadas ao uso da palavra.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Terceiro, o termo unigênito é&lt;/span&gt; usado numa forma modificada no Novo Testamento. Em João 1.14 Jesus é referido como "o unigênito do Pai". Em algumas traduções, em João 1.18 ele chamado de o "Filho unigênito", Existem evidências significativas nos manuscritos que sugerem que o original grego dizia "o Deus unigênito". Tivesses esse texto sido aceito, acabaria o debate. Entretanto, se tratarmos o texto com redigido "o Filho unigênito", ainda teremos um modificador crucial. Jesus é chamado o único gerado (gr. monogenais). O prefixo mono no grego é mais forte do que a palavra único em nosso idoma. Jesus é absolutamente singular em sua genitural. Ele é o único gerado. Ninguém ou nenhum outro é gerado no sentido como Jesus o foi. O fato de a Igreja falar  sobre Jesus como o eterno unigênito é uma tentativa de fazer justiça a isso. O Filho procede eternamente do Pai, não como criatura, mas como a Segunda Pessoa da Trindade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O livro de Hebreus,&lt;/span&gt; que também refere-se a Jesus como sendo o "gerado" (Hb 1.5), talvez seja a epístola que nos fornece a mais elevada Cristologia encontrada no Novo Testamento. O único livro que rivaliza com Hebreus nesse aspecto é o Evangelho de João. è João quem claramente chama Jesus de "Deus". Também é João quem fala de Cristo como o "unigênito".&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Finalmente, a frase&lt;/span&gt; "primogênito de toda a criação" deve ser entendida a luz do contexto da cultura judaica do século I. Deste ponto de vista, podemos ver que o termo primogênito refere-se à condição exaltada de Cristo como  o herdeiro do Pai. Assim como o filho primogênito geralmente recebia a herança patriarcal, assim Jesus, como o divino Filho, recebe o reino do Pai como herança.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Sumário&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;O Fato de Jesus ser chamado “O unigênito do Pai” e  de “primogênito de toda a criação tem criado controvérsias na história da igreja quanto à sua divindade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Testemunhas de Jeová e os Mórmons usam tais passagens para negar a divindade de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;o Credo de Nicéia claramente expressa que Jesus era "gerado, não criado". Essa distinção cuidadosa era um reflexo da afirmação do Novo Testamento da divindade de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;4.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Jesus é chamado "o unigênito do Pai”. Jesus é o único gerado do Pai, não como criatura, mas como o eterno Filho de Deus, a Segunda Pessoa da Trindade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;5.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#990000;"&gt;O termo primogênito deve ser entendido a luz do contexto da cultura judaica do século I. Jesus é o primogênito de toda a criação no sentido de que ele é o herdeiro de tudo aquilo que pertence ao Pai.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt;  &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R. C. Sproul&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; 1º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã – &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;R.C.Sproul&lt;/span&gt;. Editora Cultura Cristã.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-5759905732496686904?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/5759905732496686904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/5759905732496686904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/jesus-cristo-como-o-unignito.html' title='Jesus Cristo como o Unigênito'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-6192243855987493497</id><published>2008-09-07T06:25:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T06:29:23.132-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A impecabilidade de Jesus</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A impecabilidade de Jesus&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Jesus Cristo era totalmente isento de pecado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;"[Cristo] ... não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano." 1 Pe 2.22&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O Novo Testamento insiste que&lt;/span&gt; Jesus era totalmente isento de pecado ( Jo 8.46; 2 Co 5.21; Hb 4.15; 7.26; 1 Pe 2.22; 1 Jo 3.5). Isto quer dizer que não somente Ele nunca desobedeceu a seu Pai, mas que amava a lei de Deus e sentia sincero prazer em cumpri-la. Nos seres humanos degradados há sempre alguma relutância em obedecer a Deus, e algumas vezes ressentimento que se transforma em ódio diante das alagações que Ele faz sobre nós (Rm 8.7). Mas a natureza moral de Jesus era inocente, com foi a de Adão antes de seu pecado, e em Jesus não havia nenhuma inclinação de afastar-se de Deus que permitisse a Satanás tirar proveito de todo  seu coração, mente, alma e força.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Hebreus 4.15 diz que Jesus foi&lt;/span&gt; "tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado". Isto significa que todas as tentações que enfrentamos - para satisfazer erradamente os desejos natura os do corpo e da mete, evitar assuntos morais e espirituais, desviar-se da moral e buscar caminhos fáceis, ser menos do que amável, solidário e bondoso para como os outros, tornar-se autoprotetor e autocomiserativo etc. - vieram sobre Ele, mas Ele não cedeu a nenhuma delas.  A oposição opressora não o subjugou, e diante da agonia do Getsêmani e da cruz lutou contra a tentação e resistiu ao pecado, a ponto de ter seu sangue derramado. Os crentes devem aprender com Ele a proceder da mesma maneira (Hb 12.3-13; Lc 14.25-33)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A impecabilidade de Jesus&lt;/span&gt; era necessária para a nossa salvação. Não fosse Ele " um cordeiro sem defeito e sem mácula", seu sangue não teria sido "precioso" (1 Pe 1.19). Ele mesmo teria necessitado de um salvador, e sua morte não nos teria redimido. Sua obediência ativa (perfeita conformidade permanente à lei  de Deus para a raça humana, e à sua vontade revelada para o Messias) qualificou Jesus a tornar-se nosso Salvador ao morrer por nós sobre a cruz. A obediência passiva de Jesus (suportando o castigo da lei violada de Deus como nosso substituto imaculado) coroou sua obediência ativa para assegurar o perdão e aceitação daqueles que colocaram sua fé nele (Rm 5.18,19; 2 Co 5.18-21; Fp 2.8; Hb 10.5-10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;J. I. Packer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Teologia Concisa, pg. 110, Ed. Cultura Crista.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-6192243855987493497?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6192243855987493497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6192243855987493497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/impecabilidade-de-jesus.html' title='A impecabilidade de Jesus'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-8085666573321237036</id><published>2008-09-07T06:17:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T06:25:04.037-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Provas Bíblicas da Impecabilidade da Humanidade de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Provas Bíblicas da Impecabilidade da Humanidade de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Atribuímos a Cristo não somente&lt;/span&gt; integridade natural, mas também moral, ou perfeição moral, isto é, impecabilidade. Significa não apenas que Cristo pode evitar o pecado (potuit non peccare), e que de fato evitou, mas também que Lhe era impossível pecar (non potuitpeccare), devido à ligação essencial entre as naturezas humana e divina. A impecabilidade de Cristo foi negada por Martineau, Irving, Menken, Holsten e Pfleiderer, mas a Bíblia dá claro testemunho dela nas seguintes passagens:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Lc 1.35;&lt;/span&gt; E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jo 8.46;&lt;/span&gt; Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jo 14.30;&lt;/span&gt; Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;2 Co 5.21;&lt;/span&gt; Équele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Hb 4.15;&lt;/span&gt; Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Hb 9.14;&lt;/span&gt; Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;1 Pe 2.22;&lt;/span&gt; O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;1 Jo 3.5.&lt;/span&gt; E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos pecados; e nele não há pecado.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Apesar de Jesus ter-se feito&lt;/span&gt; pecado judicialmente, todavia, eticamente estava livre tanto da depravação hereditária como do pecado fatual. Ele jamais se fez confissão de erro moral; tampouco se juntou aos Seus discípulos na oração: “perdoa as nossas dívidas” (os nossos pecados). Ele pôde desafiar os Seus inimigos a convencê-lo de pecado. A Escritura até O apresenta como pessoa em quem se realizou o ideal moral,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Hb 2.8,9&lt;/span&gt; Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos pés. Ora, visto que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou que lhe não esteja sujeito. Mas agora ainda não vemos que todas as coisas lhe estejam sujeitas. Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;1 Co 15.45;&lt;/span&gt; Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;2 Co 3.18;&lt;/span&gt; Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Fp 3.21.&lt;/span&gt; Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Além disso, o nome&lt;/span&gt; “Filho do Homem”, do qual se apropriou, parece dar a entender que Ele correspondeu ao perfeito ideal de humanidade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Louis Berkhof&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Teologia Sistemática do Autor, Ed. Cultura Cristã.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-8085666573321237036?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8085666573321237036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8085666573321237036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/provas-bblicas-da-impecabilidade-da.html' title='Provas Bíblicas da Impecabilidade da Humanidade de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-1773374040598014056</id><published>2008-09-07T06:10:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T06:16:51.573-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Jesus como Mediador</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Jesus como Mediador&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Rm 8.33,34; 1 Tm 2.5; Hb 7.20-25; 9.11,12&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"Porque há um só Deus,&lt;/span&gt; e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem." 1 Tm 2.5 &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Um mediador é um intermediário.&lt;/span&gt; É aquele que fica entre duas ou mais pessoas ou grupos e disputa e tenta promover sua reconciliação. Em termos bíblicos, os seres humanos são descritos como vivendo em inimizade contra Deus. Nós nos rebelamos, no revoltamos e nos recusamos obedecer à Lei de Deus. Como  resultados, a ira de Deus permanece sobre nós. Para que esta situação catastrófica seja mudada ou remediada, é necessário no reconciliarmos com Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para efetuar nossa reconciliação,&lt;/span&gt; Deus o Pai designou e enviou seu Filho para ser nosso Mediador. Cristo traz a nós nada menos que a majestade divina do próprio Deus -  ele é o Deus encarnado. Para isso, ele tornou para si uma natureza humana e voluntariamente submeteu-se ás exigências da Lei de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Cristo não iniciou a reconciliação&lt;/span&gt; tentando persuadir o Pai a deixar de  lado sua ira. Pelo contrário, no conselho eterno da Deidade houve completo concordância entre o Pai e o Filho de que este deveria vir como Mediador. Nenhum anjo poderia representar Deus adequadamente em relação a nós; somente o próprio Deus poderia fazê-lo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Na encarnação, o Filho tornou&lt;/span&gt; para si a natureza humana a fim de efetuar a redenção da descendência caída de Adão. Por meio da sua perfeita obediência, Cristo satisfez as exigências da lei de Deus e mereceu a vida eterna para nós. Por sua submissão à morte expiatória na cruz, ele satisfez as exigências da ira de deus contra nós. Positivamente e negativamente Cristo satisfez os requerimentos divinos para a reconciliação. Estabeleceu para nós uma nova aliança com Deus por  meio do seu sangue e continua a interceder por nós diariamente como nosso Sumo Sacerdote.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Um mediador eficiente&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;é&lt;/span&gt; aquele capaz de gerar a paz entre as partes em  conflito ou inimizades. Este foi o papel que Jesus desempenhou como nosso  perfeito Mediador. Paulo declarou que temos paz  com Deus através da obra de Cristo de reconciliação:"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo" Rm 5.1&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A obra medianeira de Cristo&lt;/span&gt; é superior a de todos os outros mediadores. Moisés foi mediador da antiga aliança. Serviu como intermediário de Deus, dando a lei aos israelitas. Jesus, porém, é superior a Moisés. O autor de Hebreus declara:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"Porque ele[Jesus]&lt;/span&gt; é tido por digno de tanto maior glória do que Moisés, quanto maior honra do que a casa tem aquele que a edificou. Porque toda a casa é edificada por alguém, mas o que edificou todas as coisas é Deus. E, na verdade, Moisés foi fiel em toda a sua casa, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar; Mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim." Hb 3.3-6&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Sumário&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt; Um mediador age para promover a paz entre a partes inimizadas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Cristo, como deus-Homem nos reconcilia com o Pai.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; Cristo e o Pai estão concordes, desde a eternidade, de que Cristo seria nosso Mediador.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt;  &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;R. C. Sproul&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; 1º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã&lt;br /&gt;4. A obra medianeira de Cristo é superior à dos profetas, dos anjos e de Moisés.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-1773374040598014056?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/1773374040598014056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/1773374040598014056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/jesus-como-mediador.html' title='Jesus como Mediador'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-4129044262234326971</id><published>2008-09-07T06:03:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T06:09:52.509-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Sacrifício</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Sacrifício&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Jesus Cristo fez-se Expiação por nosso pecado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;"A quem (&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Jesus Cristo&lt;/span&gt;) Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé... " &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Rm 3.25&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Expiação significa&lt;/span&gt; consertar, apagar a ofensa e dar satisfação por erros cometidos, reconciliando assim as pessoas separadas e restaurando entre elas a relação rompida.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A Escritura menciona todos&lt;/span&gt; os seres humanos como necessitados de reparação de seus pecados, porém faltos de todo o poder e recursos para fazê-lo. Ofendemos nosso santo Criador, cuja natureza é odiar o pecado (Jr 44.4; Hc 1.13) e puni-lo (Sl 5.4-6; Rm 1.18; 2.5-9). Nenhuma aceitação haverá da parte desse Deus, ou comunhão com Ele, a menos que a reparação se faça, e considerando que há pecado mesmo em nossas melhores ações, qualquer coisa que façamos na esperança de repará-lo pode somente agravar nossa culpa ou piorar nossa situação. Isto torna danosa a insensatez de procurar instituir uma justiça própria diante de Deus (Jô 15.14-16; Rm 10-2, 3); isto simplesmente não pode ser feito.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Entretanto, contra este pano de fundo&lt;/span&gt; da desesperança humana, a Escritura anuncia o amor, a graça, a misericórdia, a piedade, a bondade e a compaixão de Deus _ o Criador ofendido, que provê em si mesmo a expiação que aquele pecado tornou necessária. Esta maravilhosa graça é o centro focal da fé, esperança, adoração, ética e vida espiritual do Novo Testamento; de Mateus ao Apocalipse ela refulge com opulenta glória.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Quando Deus tirou Israel do Egito,&lt;/span&gt; Ele instituiu como parte do relacionamento pactual um sistema de sacrifícios que tinha no seu centro o derramamento e oferta do sangue de animais sem defeito “para fazer expiação para vossas almas” (Lv 17.11). Esses sacrifícios eram típicos (isto é, tipos, pois apontavam para algo mais adiante). Embora os pecados fossem, de fato, “deixados impunes” (Rm 3.25) quando os sacrifícios eram oferecidos fielmente, o que efetivamente os apagava não era o sangue do animal (Hb 10.11), mas o sangue do antítipo, o Filho de Deus sem pecado, Jesus Cristo, cuja morte na cruz fez expiação por todos os pecados cometidos antes do evento, bem como por todos os pecados cometidos depois dele (Rm 3.2526; 4.3-8; Hb 9.11-15).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;As referências do Novo Testamento&lt;/span&gt; ao sangue de Cristo são comumente sacrificiais (por exemplo, Rm 3.25; 5.9 Ef 1.17; Ap 1.5). Como sacrifício perfeito pelo pecado ( Rm 8.3; Ef 5.2; 1 Pe 1.18,19), a morte de Cristo foi nossa redenção (isto é, nosso livramento por resgate: o pagamento de um preço que nos tornou livres do perigo da culpa, escravidão ao pecado e expectativa da ira; Rm 3.24; Gl 4.4,5; Cl 1.14). A morte de Cristo foi o ato de Deus de reconciliar-nos com Ele, superando sua própria hostilidade contra nós, provocada pelo pecado (Rm 5.10; 2 Co 5.18,19; Cl 1.20-22). A Cruz foi a propiciação de Deus (isto é, aplacou sua ira contra nós pela expiação de nossos pecados e, assim, os removeu de sua vida). Os textos-chave aqui são Romanos 3.25; Hebreus 2.17; 1 João 2.2 e 4.10, em todos os quais o grego expressa explicitamente a propiciação. A cruz tinha seu efeito propiciatório, porque em seu sofrimento Cristo assumiu nossa identidade, por assim dizer, e suportou o julgamento retribuidor a nós destinado (“a maldição da lei”, Gl 3.13), como nosso substituto, em nosso lugar, com o registro condenatório pregado por Deus em sua cruz como uma relação dos crimes pelos quais Ele estava então morrendo (Cl 2.14; cf Mt 27.37; Is 53.4-6; Lc 22.37).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A morte expiatória de Cristo&lt;/span&gt; ratificou a inauguração da nova aliança, pela qual o acesso a Deus em todas as circunstâncias é garantido pelo só sacrifício de Cristo, que cobre todas as transgressões (Mt 26.27,28; 1 Co 11.25; Hb 9.15; 10.12-18). Aqueles que pela fé em Cristo receberam a reconciliação, nele são “feitos justiça de Deus” (2 Co 5.21). Em outras palavras, eles são justificados e recebem o status de filhos adotivos na família de Deus (Gl 4.5). Depois disto, vivem sob o amor motivador de Cristo para com eles, o qual os constrange e controla, amor que se fez conhecido e medido pela cruz (2 Co 5.14).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;J. I. Packer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Teologia Concisa, Ed. Cultura Crista.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-4129044262234326971?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4129044262234326971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4129044262234326971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/sacrifcio.html' title='Sacrifício'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-3736667083795712191</id><published>2008-09-06T11:13:00.000-07:00</published><updated>2008-09-06T11:30:12.360-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Três Razões pelas quais Cristo Sofreu e Morreu [1]</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Três Razões pelas quais Cristo Sofreu e Morreu &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.teuministerio.com.br/BRSPORNDESAGSA/vsItemDisplay.dsp&amp;amp;objectID=FBD18D1E-B12A-4253-AFF93FEBC0846C1A&amp;amp;method=display#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;[1]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Romanos 6.1-14&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Encerrando&lt;/span&gt; este trimestre que trata de temas da atualidade, após ter abordado questões de nosso cotidiano que nos afligem e aprender como lidar com elas estudando a Palavra de Deus, é importante que tenhamos em mente a "velha história". A história que parecemos saber de cor, mas de que nos esquecemos com freqüência. A história de Jesus morto na cruz em nosso lugar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Afinal,&lt;/span&gt; por que Jesus sofreu e morreu e que relevância tem isso para mim hoje? Fazer essa conexão é fundamental. John Piper escreveu um livro chamado A paixão de Cristo em que ele enumera 50 razões, ou propósitos, pelas quais Cristo sofreu e morreu. Veremos três delas nesta lição. Jesus sofreu e morreu...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;I.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para que morramos para o pecado e vivamos para a justiça&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;“... carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça" 1 Pedro 2.24&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Por mais estranho&lt;/span&gt; que pareça, a morte de Cristo em nosso lugar e por nós significa que nós morremos. Talvez alguém pense que ter um substituto para morrer em seu lugar significa que ele escapa da morte. É claro que escapamos da morte. Da morte eterna de miséria sem fim e separação de Deus. Jesus disse: "Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão" ao 10.28). "Todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente" ao 11.26). A morte de Jesus realmente significa que todo o que nele crê não perece, mas tem a vida eterna ao 3.16).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Mas existe outro sentido&lt;/span&gt; em que morremos precisamente porque Cristo morreu em nosso lugar e por nossos pecados. "Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados..." (lPe 2.24). Ele morreu para que vivamos; e morreu também para que morrêssemos. Quando Cristo morreu, eu, como crente em Cristo, morri com ele. A Bíblia é clara: "fomos unidos com ele na semelhança da sua morte" (Rm 6.5). "Um morreu por todos; logo, todos morreram" (2Co 5.14).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A fé é a evidência&lt;/span&gt; de que estamos unidos em Cristo dessa maneira profunda. Os crentes foram "crucificados com Cristo" (GI 2.20). Olhamos para trás, para sua morte, sabendo que na mente de Deus nós estávamos lá. Nossos pecados estavam sobre ele e a morte que merecíamos acontecia nele. O batismo significa essa morte com Cristo. "Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo" (Rm 6.4). A água é como um túmulo. recebê-la é um retrato da morte. Tê-Ia recebido é retrato de nova vida. E tudo isso é um retrato do que Deus está fazendo "pela fé". "Tendo sido sepultados com ele no batismo, fostes ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos" (Cl 2.12).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Sendo assim,&lt;/span&gt; ser cristão significa morte para o pecado. O velho eu que amava o pecado morreu com Jesus. O pecado passa a ser como uma prostituta que não é mais bonita. Ela é quem matou o meu Rei e a mim mesmo. Assim, o crente está morto para o pecado, não é mais dominado por seus atrativos. O pecado, a prostituta que matou meu amigo, não tem mais apelo. Tornou-se meu inimigo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Agora em novidade&lt;/span&gt; de vida sou movido pela justiça. "Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós... vivamos para a justiça" (1 Pe 2.24). A beleza de Cristo, que me amou e se entregou por mim, é o desejo de minha alma. E sua beleza é a justiça perfeita. O mandamento que agora amo obedecer é este (e eu o convido a atender comigo este mandamento): "... oferecei-vos a Deus, como ressuscitados dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça" (Rm 6.13).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;II.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para que morramos para a lei e frutifiquemos para Deus&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;"... meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus." Romanos 7.4&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Quando Cristo morreu&lt;/span&gt; por nós, nós morremos com ele. Deus olhou para nós que cremos como quem está unido a Cristo. Sua morte por nossos pecados foi nossa morte nele. Mas o pecado não foi a única realidade que matou a Jesus e a nós. A lei de Deus também o fez. Quando quebramos a lei pelo pecado, a lei nos sentencia à morte. Se não houvesse lei, não haveria castigo. Onde não há lei, também não há transgressão (Rm 4.15). Mas "... tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus" (Rm 3.19).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Não havia como escapar&lt;/span&gt; da maldição da lei. Ela era justa e nós éramos culpados. Só havia um modo de nos libertar. Alguém tinha de pagar a pena. Foi para isso que veio Jesus. "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar" (Gl 3.13).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Sendo assim, a lei de Deus&lt;/span&gt; não pode nos condenar se estivermos em Cristo. Seu domínio sobre nós é duplamente quebrado. Por um lado, as exigências da lei foram cumpridas por Cristo em nosso favor. Ele guardou perfeitamente a lei e isso foi creditado em nossa conta. Por outro lado, a penalidade da lei foi paga pelo sangue de Cristo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;É por isso que a Bíblia&lt;/span&gt; ensina claramente que estar bem com Deus não é questão de guardar a lei. "Ninguém será justificado diante dele por obras da lei" (Rm 3.20). "O homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus" (G12.16). Não existe esperança de estar em paz com Deus por guardar a lei. A única esperança está no sangue e na justiça de Cristo, que é nossa somente pela fé. "Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei" (Rm 3.28).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Como, então,&lt;/span&gt; podemos agradar a Deus, se nos encontramos mortos para sua lei e ela não mais nos domina? A lei não é a expressão da boa e santa vontade de Deus? (Rm 7.12). A resposta bíblica é que, em vez de pertencermos à lei, que exige e condena, agora pertencemos a Cristo, que exige e concede. Anteriormente, a justiça nos era exigida do lado de fora, em letras escritas na pedra. Mas agora a justiça surge de dentro de nós como um desejo no nosso relacionamento com Cristo. Ele está presente e é real. Pelo seu Espírito ele nos auxilia em nossa fraqueza. Uma pessoa viva substituiu uma lista letal. "A letra mata, mas o espírito vivifica" (2Co 3.6).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Por essa razão&lt;/span&gt; a Bíblia diz que o novo caminho da obediência é frutificador, e não guardador da lei. "... meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus" (Rm 7.4). &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;III.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para nos capacitar a viver para Cristo e não para nós mesmos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;"Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória." João 17.24&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;"Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou." 2 Coríntios 5.15&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Muitas pessoas&lt;/span&gt; se perturbam com a idéia de que Cristo morreu para exaltar a Cristo. Em sua essência, 2 Coríntios 5.15 diz que Cristo morreu para que vivamos por ele. Noutras palavras, ele morreu por nós para que nós o valorizemos muito. Ou seja, Cristo morreu para Cristo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Ora, isso é verdade.&lt;/span&gt; Não é um jogo de palavras. A essência do pecado é que não conseguimos glorificar a Deus. Isso inclui não glorificar ao Filho (Rm 3.23). Mas Cristo morreu para levar sobre si esse pecado e nos livrar do mesmo. Ele carregou a desonra que havíamos amontoado sobre ele com nosso pecado. Ele morreu para dar a virada nisso. Cristo morreu para a glória de Cristo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Cristo é único.&lt;/span&gt; Ninguém mais consegue agir dessa maneira e chamá-la de amor. Cristo é o único ser humano do universo que também é Deus, portanto, de valor infinito. Ele é de beleza infInita em toda a sua perfeição moral. É infinitamente sábio, justo, bom e forte. "Ele ... é o resplendor da glória e a expressão exata do ... Ser [de Deus], sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder" (Hb 1.3). Vê-Io e conhecê-lo satisfaz mais do que possuir todos os bens da terra.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Aqueles que o conheciam melhor disseram&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;o seguinte:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;"... o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo" (Fp 3.7,8).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"Cristo morreu para que vivêssemos por ele"&lt;/span&gt; não significa "para que o ajudássemos". [Deus] "não é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse" (At 17.25). Nem Cristo. "... pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos" (Mc 10.45). Cristo morreu, não para que pudéssemos ajudá-lo, mas para que o pudéssemos ver e prová-lo como de valor infinito. Morreu para nos desmamar dos prazeres venenosos e nos enlevar com os prazeres de sua beleza. Nisso somos amados e ele é honrado. Não são objetivos que competem entre si. São o mesmo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus disse&lt;/span&gt; aos seus discípulos que tinha de ir para que pudesse enviar o Espírito Santo, o Ajudador (Jo 16.7). Passou então a lhes dizer o que o Consolador faria quando viesse: "Ele me glorificará" (Jo 16.14). Cristo morreu e ressurgiu para que o víssemos e o glorificássemos. É essa a maior ajuda que existe no mundo. É amor. A oração mais repleta de amor feita por Jesus foi: "Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória" (Jo 17.24). Foi para isto que Cristo morreu. Isto é amor. Sofrer para nos conceder prazer eterno, ou seja, ele mesmo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A morte de Cristo é imagem clara de sacrifício, de entrega. Como cristãos que professamos ser, temos de nos lembrar disso constantemente. Morremos com Cristo para o pecado e agora vivemos para ele. A mortificação do pecado deve ser uma constante em nossa vida, assim como o empenho na prática da justiça e na frutificação. Sequer podemos dizer que não somos capazes, pois é o próprio Cristo que nos capacita.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Aplicação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Como as pessoas vêem a mortificação do pecado em suas vidas? Você seria capaz de elaborar um quadro que demonstre quanto você tem frutificado?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor.&lt;/span&gt; Marcelo Smeets (Adaptação do capítulo 30,31 e 32 do livro A Paixão de Cristo, de John Piper)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Leitura Bíblica indicada&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;1 Pe 2.20-25&lt;br /&gt;Ele nos deixou exemplo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Rm 6.1-11&lt;br /&gt;Vivos para Deus&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Cl 2.1-1 2&lt;br /&gt;Aperfeiçoados nele&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Rm 7.1-1 3&lt;br /&gt;Frutificando para Deus&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Fp 3.1-14&lt;br /&gt;Considero tudo como perda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;2Co 5.1-15&lt;br /&gt;Viver para aquele que morreu&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Jo 17.1-26&lt;br /&gt;Para ver a glória de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-3736667083795712191?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/3736667083795712191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/3736667083795712191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/trs-razes-pelas-quais-cristo-sofreu-e.html' title='Três Razões pelas quais Cristo Sofreu e Morreu [1]'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-4335833617533114408</id><published>2008-09-06T11:05:00.000-07:00</published><updated>2008-09-06T11:12:13.018-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Os Três Ofícios de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Os Três Ofícios de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Sl 110; Is 42.1-14; Lc 1.26-28; At 3.17-26; Hb 5.5,6&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Uma das grandes contribuições&lt;/span&gt; para o entendimento dos cristãos sobre a obra de Cristo é a exposição de João Calvino  dos três ofícios de Cristo como Profeta,  Sacerdote e Rei (Institutas, II, X). Como Profetas de Deus por excelências,  Jesus era tanto o objeto quanto o agente da profecia. Sua pessoa e sua obra são os pontos focais da profecia do Antigo testamento, enquanto ele próprio é um profeta. Nas declarações proféticas do  próprio Jesus, o reino de Deus e o seu papel dentro desse Reino vindouro são os temas principais. A atividade  principal de um profeta era declarar a Palavra de Deus. Jesus não só declarou a Palavra de Deus, mas ele é a própria Palavra de Deus. Jesus fou o supremo profeta de Deus, sendo a Palavra de Deus na carne.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O profeta do Antigo Testamento&lt;/span&gt; era um tipo de mediador entre Deus e o  povo de Israel. Ele falava ao povo da parte de Deus. O sacerdote fala com Deus a favor do povo. Jesus desempenhou o papel do grande Sumo Sacerdote. Os sacerdotes do Antigo Testamento ofereciam sacrifícios regularmente, mas Jesus ofereceu um sacrifício de valor eterno, um vez por todas. A oferta de Jesus ao Pai foi sacrifício de si mesmo. Ele era a oferta quanto o ofertante.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Enquanto no Antigo testamento&lt;/span&gt; as funções medianeiras de profeta, sacerdotes e rei eram ocupadas  separadamente por indivíduos, todas as três funções foram ocupadas supremamente na única pessoa de Jesus. Jesus cumpriu a profecia messiânica do Salmo 110. Ele é o descendente e Senhor de Davi. É o Sacerdote que também é o Rei. O Cordeiro que foi morto é também o Leão de Judá. Para obter plena compreensão da obra de Cristo não devemos vê-lo simplesmente como profeta, ou como sacerdote, ou rei. Todos os três ofícios são perfeitamente desempenhados por ele.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Sumário&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus é o cumprimento&lt;/span&gt; da Profecia do Antigo Testamento e ele próprio é profeta.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus era tanto&lt;/span&gt; o Sacerdote como o sacrifício. Como Sacerdote, ele se ofereceu como o sacrifício perfeito pelo pecado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus é o ungido&lt;/span&gt; Rei de todos os rei e Senhor de todos os senhores.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt;  &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;R. C. SproulFonte:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;1º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-4335833617533114408?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4335833617533114408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4335833617533114408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/os-trs-ofcios-de-cristo.html' title='Os Três Ofícios de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-6512586358011199305</id><published>2008-09-06T10:58:00.000-07:00</published><updated>2008-09-06T11:04:57.174-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>O nome Filho de Deus atribuído a Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;O nome Filho de Deus atribuído a Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O nome Filho de Deus&lt;/span&gt;, quando é atribuído a Cristo, tem um significado mais profundo que o teocrático: ele não foi um simples rei de Israel que no curso do tempo foi adotado com Filho de Deus, nem tampouco foi ele chamado Filho de Deus por causa do seu nascimento sobrenatural, como os socianianos e Hofman afirmavam; nem é ele Filho de Deus no sentido meramente ético, como outros supõem; nem recebeu o título de Filho de Deus por causa da sua obra expiatória e ressurreição, interpretação que amparam em Jo 10.34-36; At 13.32-33; e Tm 1.4; porém ele é Filho de Deus no sentido metafísico: por natureza e desde a eternidade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Ele é exaltado muito acima dos anjos e profetas&lt;/span&gt;, Mt 13.32; Mt 21.27; 22.2; e mantém uma verdadeira relação especial com Deus, Mt 11.27. Ele é o Filho amado no qual o Pai tem prazer, Mt 3.17; 17.5; Mc 1.11; 9.7; Lc 3.22; 9.35; é o Filho unigênito, Jo 1.18; 3.16; 1 Jo 4.9ss; é o próprio Filho de Deus, Rm 8.32; o Filho eterno, Jo 17.5, 24; Hb 1.5; 5.5; ao qual o Pai concedeu o ter vida em si mesmo, Jo 5.26; igual ao Pai em conhecimento, Mt 11.27; em honra, Jo 5.23; em poder criador e redentor, Jo 1.3, 5.21,27; em coração, Jo 10.30; e em domínio, Mt 11.27; Lc 10.22; 22.29; Jo 16.15; 17.10; e por causa desta filiação ele foi condenado a morte, Jo 10.33; Mt 10.22; Mt 26.63ss.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; Herman Bavinck&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; The Doctrine of God, 2ª ed. Grand Rapids, Michigan, W. M. Eerdmans Publishers, 1995, Vl. I., p. 34Fonte secundária: As Institutas, nota 6, pg. 67, ed. Cep.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Acrescento a pergunta e resposta 33 do Catecismo de Heidelberg (1548) a este estudo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;33. Por que Cristo é chamado "o único Filho de Deus", se nós também somos filhos de Deus?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;R.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Porque só Cristo é, por natureza, o Filho eterno de Deus(1). Nós, porém, somos filhos adotivos de Deus (2) , pela graça, por causa de Cristo. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;(1) Jó 1:14,18; Jo 3:16; Rm 8:32; Hb 1:1,2; 1Jo 4:9. (2) Jo 1:12; Rm 8:15-17; Gl 4:6; Ef 1:5,6.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-6512586358011199305?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6512586358011199305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6512586358011199305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/o-nome-filho-de-deus-atribudo-cristo.html' title='O nome Filho de Deus atribuído a Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-6211984953416855855</id><published>2008-09-06T10:51:00.000-07:00</published><updated>2008-09-06T10:56:08.328-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>A Transfiguração de Cristo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A Transfiguração de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Como foi a revelada a Glória de Jesus Cristo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"Seis dias depois, tomou Jesus consigo Pedro, Tiago e João&lt;/span&gt; e levou-os sós, à parte, a um alto monte. Foi transfigurado diante deles; e as suas vestes tornaram-se resplandecentes e sobremodo brancas, como nenhum lavandeiro na terra as poderia alvejar. Apareceu-lhes Elias com Moisés, e estavam falando com Jesus."Marcos 9.2-4&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Registrada em três dos Evangelhos&lt;/span&gt; (Mt 17.1-8; Mc 9.2-8; Lc 9.28-36), e evidentemente planejada por Jesus para que Pedro, Tiago e João visem e testificassem (Mt 17.9; cf.2 Pe 1.16-18; Jô 1.14), a Transfiguração foi um evento significativo na revelação da divindade de Jesus. A transformação por que passou o Senhor divino-humano enquanto orava (Lc 9.29) foi de um certo ponto de vista uma prova das coisas que virão: foi uma transição momentânea da glória divina, nele escondida e que marcou seus dias na terra, para a revelação daquela glória que Ele terá quando retornar e que nos permitirá vê-lo como Ele é. Foi também uma transição de condição humana, tal como é em nós agora, para a que será no Dia da Ressurreição (Fp 3.20,21).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A luz resplandecente&lt;/span&gt; que emanou de Jesus através de suas vestes, quando seu rosto se transformou (Lc 9.29), era a glória intrínseca a Ele como o Filho divino, “o resplendor da glória de Deus” (Hb 1.3). A voz de dentro da nuvem confirmou a identificação que a visão já havia dado.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A Transfiguração era também&lt;/span&gt; um evento significativo na revelação do reino de Deus (isto é, o reino do Messias, o Salvador-Rei profetizado de Deus, em termos do qual o reino de Deus é definido). Moisés e Elias representavam o testemunho da lei e dos profetas a Jesus e sendo por Ele substituídos. A “partida” (em grego êxodos), da qual eles e Jesus falaram (Lc 9.31) deve ter sido a sua morte, ressurreição e ascensão. Este não foi tão-somente um meio de deixar este mundo, mas também um meio de redimir seu povo, tal como o êxodos do Egito, que Moisés liderou, foi a redenção de Israel da escravidão.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Em seguida à Transfiguração.&lt;/span&gt; Jesus encobriu sua glória e desceu do monte para ministrar uma vez mais e, no devido tempo, sofrer para nossa salvação. F. B. Meyer comenta: “A porta através da qual Moisés e Elias chegaram permaneceu aberta, e por ela nosso Senhor poderia ter retornado. Mas, se o fizesse, Ele sabia disto, e por isso voltou sua face para o Calvário.” &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;J. I. Packer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Teologia Concisa, Ed. Cultura Crista.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-6211984953416855855?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6211984953416855855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/6211984953416855855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/transfigurao-de-cristo.html' title='A Transfiguração de Cristo'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-3556821036372099108</id><published>2008-09-06T10:45:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T06:02:36.652-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Ascensão</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Ascensão &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Jesus Cristo foi elevado ao Céu&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;"Aconteceu que, enquanto os abençoava, ia-se retirando deles, sendo elevado para o céu. " &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Lucas 24.51&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A ascensão&lt;/span&gt; de Jesus foi um ato de seu Pai ao retirá-lo do olhar fixo de seus discípulos nas alturas (um sinal de exaltação) e envolvê-lo em uma nuvem (um sinal da presença de Deus). Esta não foi uma forma de viagem espacial, mas a segunda parte (sendo a Ressurreição a primeira) do retorno de Jesus das profundezas da morte ao apogeu da glória. Jesus predisse a Ascensão (Jô 6.62; 14.2,12; 16.5,10,17,28; 17.5; 20.17), e Lucas a descreveu (Lu 24.50-53; At 1.6-11). Paulo a celebrou e afirmou o conseqüente senhorio de Cristo (Ef 1.20; 4.8-10; Fp 2.9-11; 1 Tm 3.16), e o escritor de Hebreus aplicou esta verdade para o incitamento dos corações pusilânimes (Hb 1.3; 4.14; 9.24). O fato de ter sido Jesus Cristo entronizado como senhor do universo deve servir de enorme estímulo para todos os crentes.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A Ascensão foi, de um ponto de vista&lt;/span&gt;, a restauração da glória que o Filho tinha antes da encarnação; de outro ponto de vista, a glorificação da natureza humana de um modo jamais acontecido antes; e de um terceiro ponto de vista o começo de um reino que nunca havia sido exercido desta forma. A Ascensão estabelece três fatos:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A subida pessoal de Cristo.&lt;/span&gt; Jesus ascendeu ao lugar de poder, concebido como um trono, à mão direita do Pai. Sentar-se nesse trono, como o grão-vizir da corte persa costumava fazer, é ocupar a posição de governador executivo como representante do monarca (Mt 28.18; Ef 1.20-22; Co 15.27; 1 Pe 3.22).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A onipresença espiritual de Cristo.&lt;/span&gt; No santuário celestial da Sião celestial (Hb 9.24; 12.22-24), Jesus é acessível a todos os que invocam (Hb 4.14), e Ele é poderoso para ajudá-los, em qualquer parte do mundo (Hb 4.16; 7.25; 13.6-8).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Ministério celestial de Cristo.&lt;/span&gt; O Senhor reinante intercede por seu povo (Rm 8.34; Hb 7.25). Embora a petição ao Pai seja parte da atividade intercessória (Jo 14.16), a essência da intercessão de Cristo é a intervenção em nosso interesse (desde seu trono), e não súplica em nosso favor (como se sua posição fosse compaixão sem status ou autoridade). Com soberania, Ele agora nos concede profusamente os benefícios que seu sofrimento conquistou para nós. “Ele advoga (em nosso favor) _ por sua presença no trono de seu Pai” (B.F.Wescott). “A vida de nosso Senhor no céu é sua oração” (H.B. Swete). De seu trono ele envia o Espírito Santo constantemente para enriquecer seu povo (At 2.33; Jo 16.7-14) e prepara-o para o serviço (Ef 4.8-12).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;J. I. Packer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Teologia Concisa, Ed. Cultura Crista.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-3556821036372099108?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/3556821036372099108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/3556821036372099108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/ascenso.html' title='Ascensão'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-3315884891908208727</id><published>2008-09-06T10:38:00.000-07:00</published><updated>2008-09-06T10:44:20.913-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Entronizando</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Entronizando &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Jesus Reina no Céu&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;"Depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas."Hebreus 1.3&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O papel atual de Cristo&lt;/span&gt; na glória é comumente mencionado como sua “sessão celestial” . Sessão (do latim sessio) significa “assentada”, ou ato de se reunir. O Novo Testamento refere-se à atividade celestial de Jesus como estar em posição de agir (At 7.26; Ap 1.1-16; 14.1), andando np meio de seu povo (Ap 2.1) e cavalgando para batalha (Ap 19.11-16), mas em geral expressa sua atual autoridade, dizendo que Ele está sentado à mão direita do Pai_ não para descansar, mas para governar. O quadro não é de inatividade, mas de autoridade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;No Salmo 110 Deus&lt;/span&gt; coloca o Messias a seu lado direito como rei e sacerdote_ como rei para ter todos os seus inimigos sob seus pés (v.1), e como sacerdote para servir a Deus e canalizar a graça de Deus para sempre (v.4). Embora pessoalmente o Messias possa estar lutando 9vv. 2,3,5-7), sua posição normal é sempre sentado à sua direita de Yahweh. Em Atos 2.34,35, Hebreus 1.13 e 10.12, e Mateus 22.44, esta imagem é aplicada diretamente a Jesus Cristo, que reina ativamente desde a Ascensão no reino medianeiro de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Cristo governa sobre&lt;/span&gt; todas as esferas de autoridade que existem, tanto angelicais como humanas (Mt 28.18; 1Pe 3.22). Seu reino, em um sentido direto, é a igreja, que Ele lidera como seu corpo e governa por sua Palavra e Espírito (Ef 1.22,23). O estado não é a forma do reino de Deus, como era no Velho Testamento: a espada não é usada para impor o reino de Cristo (Jô 18.36), mas Cristo de seu trono usa a autoridade secular para manter a paz civil e a ordem, e ordena a seus discípulos que se submetam a suas regras (Mt 22.21; Rm 13.1-7). Os cristãos sentem-se grandemente confortados, sabendo que Cristo é o Senhor de todos; eles procuram em todas as esferas da vida fazer sua vontade e lembrar-se  e a outros  de que todos são responsáveis perante Cristo como Juiz, sejam eles governadores ou governados, maridos ou esposas, pais ou filhos empregadores ou empregados. Todos os seres racionais prestarão finalmente contas de seus atos a Cristo como Juiz (Mt 25.31; At 17.31; Rm 2.16; 2 Co 5.10).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A sessão de Cristo continuará&lt;/span&gt; até que todos os seus e nossos inimigos, incluindo a morte, sejam reduzidos a nada. A morte, o último inimigo, cessará de ser quando Cristo em sua volta ressuscitar os mortos para o julgamento (Jô 5.28,29). Uma vez executado o julgamento, o trabalho do reino mediador terminará e Cristo triunfantemente entregará seu reino ao Pai (1 Co 15.24-28).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;J. I. Packer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Teologia Concisa, Ed. Cultura Crista&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-3315884891908208727?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/3315884891908208727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/3315884891908208727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/entronizando.html' title='Entronizando'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-5957342021212650902</id><published>2008-09-06T10:24:00.000-07:00</published><updated>2008-09-06T10:37:48.068-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Mestre</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Mestre &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Jesus Cristo proclamou o Reino e a Família de Deus&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;"Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como que tem autoridade e não como os escribas." &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Mateus 7.28,29&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Jesus foi Filho de Deus encarnado,&lt;/span&gt; e seu ensino, dado a Ele por seu Pai (Jô 7.16-18; 12.49,50), permanecerá para sempre (Mc 13.31), e por fim julgará seus ouvintes (Jô 12.48; Mt 7.24-27). A importância de dar atenção a este ensino não pode, portanto, deixar de ser enfatizada. Jesus ensinou como os rabinos judeus geralmente faziam, aos poucos, em fragmentos, e não por meio de discursos correntes, estando muitos de seus pronunciamentos vitais em parábolas, provérbios e manifestações isoladas, respondendo a perguntas e reagindo a situações.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Todo o seu ensino público&lt;/span&gt; foi marcado por autoridade que causou assombro (Mt 7.28,29; Mc 1.27; Jô 7.46), mas alguns de seus ensinos foram expressos de forma enigmática, exigindo reflexão e discernimento espiritual (“ouvidos” , Mt 11.15; 13.9,43; Lc 14.35) e confundindo o ouvinte ocasional e cheio de si. A razão por que Jesus apenas emitiu noções obscuras e parcas a respeito (por exemplo) de seu papel messiânico, expiação, ressurreição e reino vindouro, é dupla: primeiro, de qualquer modo, somente os eventos poderiam tornar claras essas coisas; e segundo, a preocupação de Jesus foi chamar as pessoas ao seu discipulado por meio de seu impacto pessoal sobre elas, e a seguir ensiná-las a respeito dele mesmo no contexto desse relacionamento, em vez de oferecer instrução teológica detalhada ao não comprometido com a fé. Entretanto, as afirmações de Jesus são freqüentemente claras, e as numerosas apresentações ampliadas nas epístolas são melhor lidas como muitas notas de rodapé do qual Jesus disse.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O ensino de Jesus tinha três pontos regulares de referência&lt;/span&gt;. O primeiro era seu Pai divino, que o havia enviado e estava agora dirigindo-o (Mt 11.25-27; 16.13-17, 27; 21.37; 26.29,53; Lc 2.49; 22.29; Jo 3.35; 5.18-23,26,27,36,37; 8.26-29; 10.25-30, 36-38), e a quem seus discípulos devem referir-se como seu Pai celestial (Mt 5.43-6.14, 25-33; 7.11). O segundo era o povo, tanto indivíduos como multidões em sua condição de perdidos (Mt 5.43-6.14,25-33; 7.11). O segundo era o povo, tanto indivíduos como multidões em sua condição de perdidos (Mt 9.36; Mc 10.21), os que eram objeto de seus constantes e variados apelos ao arrependimento e a uma nova vida (Mt 4.17; 11.20-24; Mc 1.15; Lc 5.32; 13.3-5; 15.7; 24.47). O terceiro era Ele mesmo, o Filho do Homem, um título messiânico (Mt 16.13-16). “Um como Filho do homem” assume o reino em Daniel 7.13,14. Para confirmarmos o próprio uso feito por Jesus deste título, ver Marcos 8.38; 13.26; 14.62 (fazendo eco a Daniel); Mateus 12.40; Marcos 8.31; 9.31; 10.33,45; 14.21,4; Lucas 18.31-33 (predizendo sua morte e ressurreição); João 3.13-15; 6.27 (declarando seu ministério salvífico).Como decorrência do testemunho de Jesus a seu Pai, às necessidades do povo, e a seu próprio papel, três temas teológicos tomam forma:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;1.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O reino de Deus&lt;/span&gt;. Esta é uma realidade relacional que veio com Jesus como cumprimento do plano de Deus para a história, da qual os profetas do Velho Testamento tinham constantemente falado (Is 2.14; 9.6,7; 11.1-12.6; 42.1-9; 49.1-7; Jr 23.5,6). O reino está presente com Jesus; seus milagres são sinais dele (Mt 11.12; 12.28; Lc 16.16; 17.10,21). O reino torna-se real e crucial na vida de uma pessoa quando ela se submete com fé ao senhorio de Cristo, um significativo compromisso que traz salvação e vida eterna (Mt 10.17-27; Jô 5.24). O reino será pregado e crescerá (Mt 24.14; 13.31-33) até que o Filho do Homem, agora reinando no céu, reapareça para julgamento e, no caso de seus fiéis servos, para alegria (Mt 13.24-43,47-50).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A obra salvadora de Jesus&lt;/span&gt;. Tendo descido do ceu pela vontade do Pai para resgatar pecadores escolhidos para a glória, Jesus morre por eles, convida-os e atrai para si mesmo, perdoa seus pecados e conserva-os seguros até o dia de sua ressurreição, glorificação e introdução na bem-aventurança do céu (Lc 5.20,23; 7.48; Jô 6.37-40, 44, 45; 10.14-18, 27-29; 12.32; 17.1-26).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A ética da família de Deus&lt;/span&gt;. A nova vida, que vem aos pecadores como dádiva da livre graça de Deus, deve ser expressa em um novo estilo de vida. Os que vivem pela graça devem praticar a gratidão; os que têm sido intensamente amados devem mostrar em grande amor pelos outros; os que vivem por terem sido perdoados devem perdoar; os que conhecem a Deus como seu amoroso Pai celestial devem aceitar suas providências sem amargor, honrando-o em todo o tempo pela crença em seu cuidado protetor. Em uma palavra, os filhos de Deus devem ser como se Pai e seu Salvador, o que significa ser totalmente distinto do mundo (Mt 5.43-48; 6.12-15; 18.21-35; 20.26-28; 22.35-40).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; J. I. Packer&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Teologia Concisa, Ed. Cultura Crista.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-5957342021212650902?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/5957342021212650902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/5957342021212650902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/mestre.html' title='Mestre'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-4938850361703438238</id><published>2008-09-06T10:01:00.000-07:00</published><updated>2008-09-06T10:22:26.727-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus Cristo'/><title type='text'>Profecias, a Bíblia e Jesus</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Profecias, a Bíblia e Jesus&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Como você responde a argumentação de alguém de que a Bíblia não é inspirada? Existe algum meio de provar a inspiração ou, ao menos, inteligentemente apresentar evidências sobre a sua inspiração? A resposta é "Sim!" Uma das melhores maneiras de provar a sua inspiração é examinar as profecias. Existem muitos livros religiosos no mundo que dizem muitas coisas boas. Mas, somente a Bíblia está repleta de profecias -- tanto já realizadas, como ainda por realizar. A Bíblia nunca errou no passado, e não errará no futuro. Isto sustenta a sua inspiração por Deus (2 Tm 3:16). Desde que Deus é o criador de todas as coisas (Is 44:24), então ele é também o criador do tempo. Tudo está debaixo do Seu controle. Somente Deus, então, sabe ao certo o que acontecerá no futuro, nosso futuro.Profecias cumpridas são uma forte evidência de que Deus é o autor da Bíblia porque, quando você olha a probabilidade matemática de uma profecia ser totalmente cumprida, você rapidamente vê um projeto, um propósito e uma mão guiando os fatos por trás da Bíblia. Se somente uma profecia houvesse falhado, então nós saberíamos que Deus não é verdadeiramente Deus, por que o criador de todas as coisas, inclusive do tempo, não poderia errar em predizer o futuro. Dt 18:22 diz, "sabe que quando esse profeta falar, em nome do Senhor, e a palavra dele se não cumprir nem suceder, como profetizou, esta é palavra que o Senhor não disse; com soberba a falou o tal profeta". Isaías 46:9-10 diz, "Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade; que eu sou Deus enão há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; e que desde o princípio anuncio o que há de acontecer, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade."Uma abordagem que se pode usar com um incrédulo é abrir no Salmo 22 e ler os verículos 12-18. Esta é uma descrição detalhada da crucificação -- 1000 anos antes de Jesus ter nascido. Depois de ler a seção, pergunte a ele sobre o que esta passagem está falando. Ele dirá: "A crucificação de Jesus." Então, responda algo como: "Você está certo. Esta passagem fala acerca da crucuficação. Mas, foi escrita 1000 anos antes de Jesus nascer. E acima de tudo, a morte por crucificação ainda não havia sido inventada. Como você acha que uma coisa assim poderia ter acontecido?" Depois de uma breve conversa, você pode mostrar a ele (ou ela) algumas outras profecias como: onde o lugar do nascimento de Jesus foi indicado muito tempo antes (Mq 5:2), que Ele nasceria de uma virgem (Is 7:14), que o seu lado seria perfurado (Zc 12:10), etc. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Nasceria da Semente de Mulher&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Gn 3:15 ,&lt;/span&gt; "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mt 1:20&lt;/span&gt; , "Enquanto ponderava nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo." &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Nasceria de uma Virgem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Is 7:14&lt;/span&gt; , "Portanto o Senhor mesmo vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará a luz um filho, e lhe chamará Emanuel."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mt 1:18, 25&lt;/span&gt; , "O nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, ... achou-se grávida pelo Espírito Santo, ... contudo não a conheceu, enquanto ela não deu à luz um fiho, a quem pôs o nome de Jesus." &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Filho de Deus&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Sl 2:7&lt;/span&gt;, "Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu é meu Filho, eu hoje te gerei."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mt 3:17&lt;/span&gt;, "E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.'" &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Semente de Abraão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Gn 22:18&lt;/span&gt; , "nela serão benditas todas as nações da terra: porquanto obedeceste a minha voz."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mt 1:1&lt;/span&gt;, "Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão." &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Filho de Isaque&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Gn 21:12&lt;/span&gt; , "Disse, porém, Deus a Abraão: Não te pareça isso mal por causa do moço e por causa da tua serva; atende a Sara em tudo o que ela te disser; porque por Isaque será chamada a tua descendência.'"&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Lc 3:23-34&lt;/span&gt;, "Ora, Jesus tinha cerca de trinta anos ao começar o seu ministério. Era, como se cuidava, filho de José, filho de Heli ... filho de Jacó, Jacó, filho de Isaque, Isaque, filho de Abraão, este filho de Terá, filho de Nacor;"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Casa de Davi&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Jr 23:5&lt;/span&gt; , "Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, rei que é, reinará, e agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na terra."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Lc 3:23-31&lt;/span&gt; , "Ora, Jesus tinha cerca de trinta anos ao começar o seu ministério. Era, como se cuidava, filho de José, filho de Heli ... filho de Matata, filho de Natã, filho de Davi," &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Nasceria em Belém&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mq 5:2&lt;/span&gt; "E tu, Belém Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mt 2:1&lt;/span&gt; , "Tendo Jesus nascido em Belém da judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do oriente a Jerusalém."&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Ele seria um Profeta&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Dt 18:18&lt;/span&gt; , "Suscitar-lhes-ei um profeta do meio dos seus irmãos, semelhante a ti, em cuja boca porei as minhas palavras, e lhes falará tudo o eu lhes ordenar."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mt 21:11&lt;/span&gt; E as multidões clamavam: "&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia&lt;/span&gt;." &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Ele seria um Sacerdote&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Sl 110:4&lt;/span&gt; , "O Senhor jurou e não se arrependerá: tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Hb 3:1&lt;/span&gt;, "Por isso, santos irmãos, que participais da vocação celestial, considerai atentamente o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Jesus."&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Hb 5:5-6&lt;/span&gt;, "Assim, também Cristo a si mesmo não se glorificou para se tornar sumo sacerdote, mas aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei; como em outro lugar também diz: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque." &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Ele seria um Rei&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Sl 2:6&lt;/span&gt;, "Eu, porém constitui o meu Rei sobre o meu santo monte Sião."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mt 27:37&lt;/span&gt; , "Por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS." &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Ele seria Juiz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Is 33:22&lt;/span&gt;, "Porque o Senhor é o nosso juiz; o Senhor é o nosso legislador"&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Jo 5:30&lt;/span&gt;, "Eu nada posso fazer de mim mesmo; na forma porque ouço, julgo. O meu juízo é justo porque não procuro a minha própria vontade, e, sim, a daquele que me enviou." &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Ele deveria ser precedido por um Mensageiro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Is 40:3&lt;/span&gt;, "Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endiretai no ermo a vereda a nosso Deus."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mt 3:1-2&lt;/span&gt;, "Naqueles dias apareceu João Batista, pregando no deserto da Judéia, e dizia: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus."&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Seria rejeitado pelo Seu próprio povo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Is 53:3&lt;/span&gt; , "Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Jo 7:5&lt;/span&gt;, "Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele."&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Jo 7:48&lt;/span&gt;, "Porventura creu nele alguém dentre as autoridades, ou algum dos fariseus?"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Seu lado seria perfurado&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Zc 12:10&lt;/span&gt;, "E sobre a casa de davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o espírito de graça e de súplicas; olharão para mim, a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito, e chorarão por ele, como se chora amargamente pelo primogênito."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Jo 19:34&lt;/span&gt;, "Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água." &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Crucificação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Sl 22:1, 11-18&lt;/span&gt;, "Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste? ... Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda. Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam. Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. Repartem entre si minhas vestes, e sobre a minha túnica deitam sortes."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Lucas 23:33&lt;/span&gt; , "Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda."&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;João 19:33&lt;/span&gt;, "chegando-se, porém, a Jesus, como vissem que já estava morto, não lhe quebraram as pernas."&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;João 19:23-24&lt;/span&gt;, "Os soldados, pois, quando crucificaram a Jesus, tomaram-lhe as vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado um parte; A túnica , porém, era sem costura, toda tecida de alto a baixo. disseram, pois, uns aos outros: Não a trasguemos, mas lancemos sortes sobre ela pra ver a quem caberá - para se cumprir a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. Assim, pois, o fizeram os soldados."&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A Possibilidade Matemática de Jesus Cumprir Todas as Profecias&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;"A seguintes probabilidades foram calculadas por Peter Stoner em Science Speaks (Moody Press, 1963) que coincidências estão fora da ciência da probabilidade. Stoner diz que usando a moderna ciência da probabilidade em referência a oito profecias, 'nós encontramos que a chance de um único homem ter vivido antes da presente época e ter cumprido plenamente todas as oitos profecias é de 1 em 1017." Isso seria 1 em 100,000,000,000,000,000. Para ajudar a compreender esta estonteante probabilidade, Stoner ilustra isto supondo que "se nós tivéssemos 1017 moedas de 0,50 dólar e então espalhássemos pelo território do Texas cobriríamos toda a face do estado em uma altura de cerca de 70 cm.&lt;br /&gt;Agora marque uma dessas moedas e agite-a junto com toda a massa de moedas sobre todo o estado. Pegue um homem e diga que ele poderá ficar com tudo aquilo, desde que ele diga onde está a moeda marcada e nos mostre ela. Que chance ele teria de acertar na primeira? Esta é a mesma chance que os profetas tinham de escrever oito profecias e elas se cumprirem em um único homem."&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Stoner considerou 48 profecias e disse&lt;/span&gt;: "nós encontramos que a chance de um único homem cumprir totalmente todas as 48 profecias será de 1 em 10157, ou 1 em&lt;br /&gt;100,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000, 000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000, 000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000.&lt;br /&gt;O número estimado de elétrons no universo está em torno de 1079. Isto é uma evidência que Jesus não cumpriu as profecias por mero acidente.&lt;br /&gt;Esta informação foi extraída do livro Evidência que Exige um Veredito de Josh McDowell.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Autor:&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Desconhecido&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-4938850361703438238?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4938850361703438238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/4938850361703438238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/09/profecias-bblia-e-jesus.html' title='Profecias, a Bíblia e Jesus'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-5285969844300170951</id><published>2008-06-29T11:17:00.000-07:00</published><updated>2008-06-29T11:37:15.722-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Obras e os Decretos de Deus'/><title type='text'>A Criação</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A Criação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Por que, como e quando Deus criou o universo?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;1. EXPLICAÇÃO E BASE BÍBLICA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Como Deus criou o mundo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Será que ele criou cada espécie diferente de planta e animal de modo direto, ou fez uso de uma espécie de processo evolutivo, guiando o desenvolvimento das coisas vivas a partir das mais simples para as mais complexas? E quanto tempo Deus levou para produzir a criação? Será que ela foi completada no espaço de seis dias de 24 horas, ou Deus serviu-se de milhares ou talvez milhões de anos? Qual é a idade da terra e qual é a idade da raça humana?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já enfrentamos essas perguntas quando tratamos da doutrina da criação. Diferentemente da maior parte do material anterior deste livro, este capítulo trata de diversas questões sobre as quais os cristãos evangélicos têm diferentes perspectivas, algumas vezes sustentando-as de maneira muito forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este capítulo é organizado para tratar dos aspectos da criação que são mais claramente ensinados na Escritura e sobre os quais a maioria dos evangélicos concordaria (criação do nada, criação especial de Adão e Eva e a bondade do universo), movendo-se para outros aspectos da criação a respeito dos quais os evangélicos têm discordâncias (se Deus usou o processo evolucionário para realizar boa parte da criação, e qual a idade da terra e da raça humana).&lt;br /&gt;Podemos definir a doutrina da criação da seguinte maneira: Deus criou o universo inteiro do nada; ele era originariamente muito bom; e ele o criou para glorificar a si próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Deus criou o universo do nada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;span style="color:#993399;"&gt;Evidência bíblica para a criação do nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia claramente requer que creiamos que Deus criou o universo do nada. (Algumas vezes a expressão latina ex nihilo ,”do nada”, é usada; diz-se então que a Bíblia ensina a criação ex nihilo ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa que, antes de Deus ter começado a criar o universo, nada mais existia exceto o próprio Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a inferência de Gênesis 1.1 que diz: “No princípio Deus criou os céus e a terra”.A frase “os céus e a terra” inclui a totalidade do universo, O salmo 33 também nos diz: “Mediante a palavra do SENHOR foram feitos os céus, e os corpos celestes, pelo sopro de sua boca [...] Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo surgiu” (Sl 33.6,9). No NT encontramos uma afirmação de caráter universal no começo do evangelho de João: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito” (Jo 1.3). A expressão “todas as coisas” é mais bem entendida como referindo-se à totalidade do universo (cf.At 17.24; Hb 11.3). Paulo é totalmente explícito em Colossenses 1 quando especifica todas as partes do universo, tanto as visíveis como as invisíveis: “pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele” (Cl 1.16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hebreus 11.3 diz: “Pela fé entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que aquilo que se vê não foi feito do que é visível”. Essa tradução reflete de modo exato o texto grego. Embora o texto não ensine realmente a doutrina da criação ex nihilo , ele chega próximo de fazer isso, visto que diz que Deus não criou o universo de nada que é visível. A idéia um tanto estranha de que o universo poderia ter sido criado de alguma coisa que era invisível provavelmente não estivesse na mente do autor. Ele está contestando a idéia de a criação ter vindo de alguma matéria preexistente, e para esse propósito o versículo é inteiramente claro.&lt;br /&gt;Porque Deus criou a totalidade do universo do nada, nenhuma matéria no universo é eterna. Tudo o que vemos as montanhas, os oceanos, as estrelas, a própria terra — veio à existência quando Deus os criou. Isso nos lembra que Deus governa todo o universo e que nada na criação deve ser adorado a não ser Deus. Contudo , se negássemos a criação ex nihilo , teríamos de dizer que algum tipo de matéria já existia e que ela, como Deus, é eterna. Essa idéia desafiaria a independência e a soberania de Deus, bem como o fato de que a adoração é devida a ele somente. Se a matéria existisse separada de Deus, então que direito inerente teria Deus de governá-la e usá-la para a sua glória? E que confiança poderíamos ter de que cada aspecto do universo cumpre de modo supremo os propósitos divinos, se algumas partes dele não foram criadas por Deus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lado positivo de que Deus criou o universo ex nihilo é que esse universo tem significado e propósito. Deus, em sua sabedoria, criou-o para alguma coisa. Devemos tentar entender esse propósito e usar a criação de modo que ela se encaixe nesse propósito, a saber, o de trazer glória ao próprio Deus.' Além disso, sempre que a criação nos traga satisfação (cf. 1 Tm 6.17), devemos agradecer a Deus, que criou todas as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A criação direta de Adão e Eva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia também ensina que Deus criou Adão e Eva de modo especial e pessoal. “Então o SENHOR Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente” (Gn 2.7). Após isso, Deus criou Eva do corpo de Adão: “Então O SENHOR Deus fez o homem cair em profundo sono e, enquanto este dormia, tirou-lhe uma das costelas, fechando o lugar com carne. Com a costela que havia tirado do homem, o SENHOR Deus fez uma mulher e a levou até ele” (Gn 2.2 1,22). Ao que parece Deus deixou Adão saber o que tinha acontecido, pois Adão diz: ”... Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada” (Gn 2.23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como veremos adiante, os cristãos diferem sobre o grau em que os desenvolvimentos evolutivos se deram após a criação, talvez (de acordo com alguns) conduzindo ao desenvolvimento de organismos mais e mais complexos. Embora haja diferenças sinceras sobre essa matéria entre os cristãos com respeito aos reinos animal e vegetal, os textos bíblicos são tão explícitos que seria muito difícil para alguns defender a completa veracidade das Escrituras e, ainda assim, sustentar que os seres humanos são o resultado de um longo processo evolutivo. Quando a Escritura diz que o Senhor “formou o homem do pó da terra” (Gn 2.7), isso não parece significar que ele tenha utilizado um processo que levou milhões de anos e tenha empregado o acaso no desenvolvimento de milhares de organismos crescentemente complexos. E ainda mais impossível de conciliar com o pensamento evolucionista é o fato de que essa narrativa claramente retrata Eva como não possuindo mãe; ela foi criada diretamente da costela de Adão enquanto este dormia (Gn 2.21). Mas em uma base puramente evolutiva, isso não seria possível, pois mesmo o primeiro “ser humano” fêmea teria descendido de alguma criatura parecida com o ser humano, mas que ainda era animal. O NT reafirma a historicidade da criação especial de Eva vinda de Adão, quando Paulo diz: “Pois o homem não se originou da mulher, mas a mulher do homem; além disso, o homem não foi criado por causa da mulher, mas a mulher por causa do homem” (1 Co 11.8,9).&lt;br /&gt;A criação especial de Adão e Eva mostra que, embora possamos ser iguais a animais em muitos aspectos de nosso corpo físico, mesmo assim somos muito diferentes dos animais. Fomos criados “à imagem de Deus”, o ponto mais alto da criação de Deus, mais parecidos com Deus que com qualquer outra criatura, designados para governar o restante da criação. Mesmo a brevidade da narrativa da criação de Gênesis (comparada com a história dos seres humanos no restante da Bíblia) coloca uma ênfase maravilhosa sobre a importância do homem em relação ao restante do universo. Ela, assim, resiste às tendências modernas de ver o homem como destituído de significado em comparação com a imensidão do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A obra do Filho e do Espírito Santo na criação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus Pai foi o agente primário no ato iniciador da criação. Mas o Filho e o Espírito Santo foram também ativos. O Filho é muitas vezes descrito como aquele “por intermédio” de quem a criação se deu. “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele,nada do que existe teria sido feito” (Jo l.3). Paulo diz que “há um só Senhor, Jesus Cristo,por meio de quem vieram todas as coisas e por meio de quem vivemos” ( lCo 8.6) e ”nele foram criadas todas as coisas” (Cl 1.16). Essas passagens fornecem o quadro sólido do Filho como agente ativo na execução dos planos e diretrizes do Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Espírito Santo estava também em operação na criação. Ele é geralmente descrito como completando, preenchendo e dando vida à criação de Deus. Em Gênesis 1.2,”... o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”, indicando uma função preservadora, sustentadora e orientadora. Jó diz: “O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida” (Jô 33.4). É importante perceber que em várias passagens do AT a mesma palavra hebraica (rûach) pode significar, em contextos diferentes, ”espírito”, “sopro” ou “vento”. Mas em muitos casos não há grande diferença de significado, pois, se alguém decidisse traduzir alguns termos como o “sopro de Deus” ou mesmo o “vento de Deus”, ainda pareceria um modo figurado de referir-se à atividade do Espírito Santo na criação. Assim o salmista, falando da grande variedade de criaturas na terra e no mar, diz: “Envias o teu Espírito, eles são criados, e, assim, renovas a face da terra” (Sl 104.30, RA); observe também, sobre a obra do Espírito Santo, (Jó 26.13; Is 40.13; lCo 2.10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A criação é distinta de Deus e, todavia, sempre dependente dele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ensino da Escritura a respeito da relação entre Deus e a criação é singular entre as religiões do mundo. A Bíblia ensina que Deus é distinto de sua criação. Ele não é parte dela, pois foi ele quem a fez e a governa. O termo freqüentemente usado para dizer que Deus é muito maior que sua criação é a palavra transcendente. De maneira muito simples, isso significa que Deus está muito “acima” da criação no sentido em que é maior que a criação e independente dela.&lt;br /&gt;Deus está também muito envolvido com a criação, pois ela é continuamente dependente dele para existir e funcionar. O termo técnico usado para falar do envolvimento de Deus com a criação é o termo imanente, que significa “permanecer em” a criação. O Deus da Bíblia não é uma divindade abstrata removida da criação e sem interesse nela. A Bíblia é a história do envolvimento de Deus com sua criação e particularmente com os seres humanos criados. Jó afirma que mesmo os animais e as plantas dependem de Deus : “Em sua mão está a vida de cada criatura e o fôlego de toda a humanidade” (Jó 12.10). No NT, Paulo afirma que Deus “dá a todos a vida, o fôlego e as demais coisas” e que “nele vivemos, nos movemos e existimos” (At 17.25,28). De fato, em Cristo “tudo subsiste” (Cl 1.17), e ele está continuamente “sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa” (Hb 1.3). Tanto a transcendência como a imanência de Deus são afirmadas em um simples versículo quando Paulo fala de “um só Deus e Pai de todos, que é sobre todos, por meio de todos e em todos” (Ef 4.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de que a criação é distinta de Deus e no entanto é sempre dependente de Deus e de que Deus está muito acima da criação e mesmo assim envolvido com ela (em resumo, que Deus é tanto transcendente como imanente) .&lt;br /&gt;Isso é claramente distinto do materialismo, que é a filosofia mais comum dos descrentes hoje em dia e que nega igualmente a existência de Deus. O materialismo diria que o universo material é tudo o que há.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cristãos de hoje que colocam o esforço quase total de suas vidas no objetivo de ganhar dinheiro e adquirir mais posses tornam-se materialistas “práticos” em suas atividades, ja que suas vidas não seriam muito diferentes se eles realmente não cressem em Deus.&lt;br /&gt;A narrativa escriturística da relação entre Deus e sua criação é também distinta do panteísmo . A palavra grega pan significa “tudo” ou “cada”, e panteísmo é a idéia de que tudo, o universo total, é Deus ou é parte de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O panteísmo nega diversos aspectos essenciais do caráter de Deus. Se o universo inteiro é Deus, então Deus não possui personalidade distinta. Deus não é mais imutável, porque, como o universo muda, Deus também muda. Além disso, Deus não mais é santo, porque o mal no universo também é parte de Deus. Outra dificuldade é que em última análise a maioria dos sistemas panteístas ( como o budismo e muitas outras religiões orientais) acabam negando a importância da personalidade humana individual: como tudo é Deus, a meta do indivíduo seria mesclar-se com o universo e tornar-se mais e mais unido a ele, perdendo assim a sua especificidade individual. Se o próprio Deus não possui identidade pessoal distinta e separada do universo, certamente não devemos nos esforçar para possuí-la também. Assim, o panteísmo destrói não somente a identidade pessoal de Deus, mas também, de modo definitivo, a dos seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A narrativa bíblica também destrói o dualismo . Essa é a idéia de que tanto Deus como o universo material existem eternamente lado a lado. Assim, há duas forças supremas no universo, Deus e a matéria.&lt;br /&gt;O problema com o dualismo é que ele indica o conflito eterno entre Deus e os aspectos maus do universo material. Deus triunfará de modo definitivo sobre o mal no universo? Não podemos estar certos, porque tanto Deus como o mal certamente existem eternamente lado a lado. Essa filosofia negaria tanto o senhorio supremo de Deus sobre a criação como também o fato de que a criação veio a existir por causa da vontade de Deus, que ela deve ser usada unicamente para seus propósitos e que ela existe para glorificá-lo. Essa perspectiva também negaria que tudo no universo foi criado inerentemente bom (Gn 1.31) e encorajaria pessoas a ver a realidade material como má em si mesma, em contraste com a genuína narrativa bíblica da criação que Deus fez para ser muito boa e que ele governa para os seus propósitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo de dualismo na cultura moderna é a trilogia Guerra nas estrelas, que postula a existência da “força” universal que tem tanto o lado bom como o mau. Não há o conceito do Deus transcendente e santo que governa tudo e certamente triunfará sobre tudo. Quando os não-cris&amp;shy;tãos hoje começam a ficar conscientes da realidade espiritual no universo, eles muitas vezes se tornam dualistas, reconhecendo apenas que há aspectos bons e maus no mundo sobrenatural ou espiritual. O movimento Nova Era é na maior parte dualista. Naturalmente Satanás está se deliciando por haver pessoas pensando que existe uma força má no universo que talvez seja igual ao próprio Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão cristã da criação é também distinta da perspectiva do deísmo . O deísmo é a visão de que Deus não está agora diretamente envolvido com a criação.&lt;br /&gt;O deísmo geralmente sustenta que Deus criou o universo e é muito maior que ele (Deus é “transcendente”). Alguns deístas também concordam que Deus tem padrões morais e por fim vai considerar as pessoas responsáveis no dia do juízo. Mas eles negam o envolvimento atual de Deus com o mundo, não dando assim espaço algum para sua imanência na ordem criada. Ao contrário, Deus é visto como o relojoeiro divino que deu corda no relógio da criação no início, mas depois o deixou funcionar por si próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que o deísmo afirma a transcendência de Deus, ele nega quase toda a história da Bíblia, que é a história do envolvimento ativo de Deus no mundo. Muitos cristãos nominais ou “mornos” são de fato deístas práticos, já que vivem longe da oração genuína, adoração, temor de Deus ou confiança contínua em Deus para que este cuide das necessidades que surgem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Deus criou o universo para mostrar a sua glória&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está claro que Deus criou seu povo para a sua glória, porque ele fala de seus filhos e filhas como aqueles “a quem criei para a minha glória, a quem formei e fiz” (Is 43.7). Mas não são somente os seres humanos que Deus criou com esse propósito. Toda a criação foi feita para mostrar a glória de Deus. Mesmo a criação inanimada, as estrelas, o sol, a luz e o céu testificam da grandeza de Deus: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos” (Sl 19.1,2). O cântico da adoração celestial em Apocalipse 4 conecta a criação de todas as coisas por Deus com o fato de que ele é digno de receber a glória que elas lhe conferem: “Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas” (Ap 4.11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a criação mostra a respeito de Deus? Primeiramente ela mostra seu grande poder e sabedoria, muito acima de qualquer coisa que poderia ser imaginada por qualquer criatura.&lt;br /&gt;“Mas foi Deus quem fez a terra como seu poder, firmou o mundo com a sua sabedoria e estendeu os céus com o seu entendimento” (Jr 10.12). O simples olhar para o sol ou para as estrelas nos convence do infinito poder de Deus. E mesmo a breve inspeção de qualquer folha de árvore, ou da maravilha da mão humana, ou de qualquer célula viva nos convence da grande sabedoria de Deus. Quem poderia fazer tudo isso? Quem poderia fazer isso do nada? Quem poderia sustentar tudo isso dia após dia por anos sem fim? Tal poder infinito e capacidade complexa estão completamente além de nossa compreensão. Quando meditamos nisso, damos glória a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando afirmamos que Deus criou o universo para mostrar a sua glória, é importante que percebamos que ele não precisava criá-lo. Não devemos pensar que Deus precisava de mais glória do que ele tinha dentro da Trindade por toda a eternidade ou que ele estava de alguma forma incompleto sem a glória que haveria de receber do universo criado. Isso seria negar a independência de Deus e sugerir que Deus precisava do universo a fim de ser plenamente Deus. Ao contrário, devemos afirmar que a criação do universo foi um ato de Deus totalmente livre. Não era um ato necessário, mas foi algo que Deus escolheu fazer .”Tu, Senhor [...], criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas” (Ap 4.11). Deus quis criar o universo para demonstrar sua excelência. A criação mostra sua grande sabedoria e poder, bem como, de modo supremo, todos os seus outros atributos. Parece então que Deus criou o universo para se deleitar na criação, pois, como a criação mostra os vários aspectos do caráter de Deus, ele tem prazer nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso explica por que temos prazer espontâneo em todas as espécies de atividades criadoras que temos. As pessoas com habilidades artísticas, musicais ou literárias têm prazer em criar coisas e vê-las, ouvi-las ou ponderar sobre a obra criada. E um dos aspectos encantadores da humanidade — em contraste com o restante da criação — é a nossa capacidade de criar coisas novas. Isso também explica por que temos prazer em outras espécies de atividade “criativas”: muitas pessoas apreciam cozinhar, decorar a casa, jardinagem, trabalhar com madeira ou outros materiais, produzir invenções científicas ou inventar novas soluções para problemas de produção industrial. Mesmo as crianças gostam de colorir quadros ou construir casas de bloquinhos de plástico. Em todas essas atividades, refletimos em escala menor a atividade criadora de Deus, por isso devemos ter prazer nela e agradecer a Deus por ela.&lt;br /&gt;Em todas essas atividades, refletimos em escala menor a atividade criadora de Deus, por isso devemos ter prazer nela e agradecer a Deus por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O universo que Deus criou era “muito bom”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ponto é a seqüência do ponto anterior. Se Deus criou o universo para mostrar a sua glória, então devemos esperar que o universo cumpra o propósito para o qual ele o criou. De fato, quando Deus terminou a sua obra de criação, ele teve prazer nela. No final de cada estágio da criação, Deus viu que o que ele havia feito era bom (Gn 1.4,10,12,18,21,25). Então, no final dos seis dias da criação, “...Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom” (Gn 1.3 1). Deus teve prazer na criação que ele havia feito exatamente como havia proposto fazer.&lt;br /&gt;Mesmo havendo pecado no mundo agora, a criação material é ainda boa à vista de Deus e deveria ser vista como “boa” por nós também. Esse conhecimento vai nos livrar de um ascetismo falso que vê o uso e o prazer da criação material como errado. Paulo diz que “... tudo o que Deus criou é bom, e nada deve ser rejeitado, se for recebido com ação de graças, pois é santificado pela palavra de Deus e pela oração” (lTm 4.4,5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a ordem criada possa ser usada de modo pecaminoso e egoísta, desviando nossas afeições de Deus, não devemos deixar o perigo do abuso da criação de Deus privar-nos de desfrutá-la de modo positivo, com gratidão e alegria, para o bem do seu Reino. Logo após Paulo ter advertido contra o desejo de ser rico e do “amor ao dinheiro” (cf. lTm 6.9,10), ele afirma que é o próprio Deus “que de tudo nos provê ricamente, para a nossa satisfação” (lTm 6.17). Esse fato incentiva os cristãos a encorajar o desenvolvimento industrial e tecnológico apropriado (juntamente com a preocupação ambiental), e a usar de modo alegre e agradecido todos os produtos da exuberante terra que Deus criou — com a imensa variedade de comidas, roupa, habitação, assim como dos produtos modernos como automóveis, aviões, câmeras, telefones e computadores.Todas essas coisas podem ser superestimadas e usadas indevidamente, mas em si mesmas não são más; representam o desenvolvimento da boa criação de Deus e devem ser vistas como belos dons de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E. O relacionamento entre a Escritura e as descobertas da ciência moderna.&lt;br /&gt;Em várias ocasiões na história, vemos os cristãos discordando das opiniões consagradas pela ciência contemporânea. Na grande maioria dos casos, a fé cristã sincera e a forte confiança na Bíblia conduziram cientistas à descoberta de novos fatos a respeito do universo de Deus, e essas descobertas têm mudado a opinião científica em toda a história subseqüente . A vida de Isaac Newton, Galileu Galilei, Johannes Kepler, Blaise Pascal, Robert Boyle, Michael Faraday, James Clerk Maxwell e muitos outros são exemplos disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, houve momentos em que a opinião científica aceita entrou em conflito com o entendimento que as pessoas têm do que a Bíblia diz. Por exemplo, quando o astrônomo italiano Calileu (1564-1642) começou a ensinar que a terra não era o centro do universo, mas que a terra e os outros planetas giravam em torno do sol (seguindo assim as teorias do astrônomo polonês Copérnico [1472-1543]),ele foi criticado,e seus escritos acabaram sendo condenados pela Igreja Católica Romana. Isso aconteceu porque muitas pessoas pensavam que a Bíblia ensinava que o sol girava em torno da terra. Na verdade a Bíblia não ensina isso de forma nenhuma, mas foi a astronomia de Copérnico que levou as pesso&amp;shy;as a pesquisar novamente a Bíblia para ver se ela realmente ensinava o que eles pensavam que ela ensinava. As descrições que a Bíblia apresenta do sol se levantando e do sol se pondo (Ec 1.5) simplesmente pintam eventos da perspectiva do observador humano e, dessa perspectiva, elas fornecem uma descrição precisa. A lição de Galileu, que foi forçado a retratar-se em seu ensino e que teve de viver preso em sua casa nos últimos poucos anos de sua vida, deveria fazer-nos lembrar que a cuidadosa observação do mundo natural pode levar-nos de volta à Escritura, para reexaminar se ela realmente ensina o que pensamos que ela ensina. Às vezes, no exame mais preciso do texto, podemos perceber que a nossa interpretação anterior estava incorreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na seção seguinte, veremos alguns princípios pelos quais o relacionamento entre a criação e os descobertos da ciência moderna podem ser abordados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Quando todos os fatos são entendidos corretamente, não haverá “nenhum conflito final” entre a Escritura e a ciência natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frase “nenhum conflito final” é retirada de um livro muito útil de Francis Schaeffer, No final conflict [Nenhum conflito final]. Com respeito às questões relacionadas à criação do universo, Schaeffer aponta diversas áreas nas quais, em seu modo de ver, há lugar para desacordo entre cristãos que acreditam na veracidade total das Escrituras. Entre essas áreas ele inclui a possibilidade de que Deus tenha criado um universo “crescido”, a possibilidade de um intervalo entre Gênesis 1.1 e 1.2 ou entre 1.2 e 1.3, a possibilidade de um longo dia em Gênesis 1 e a possibilidade de que o Dilúvio tenha afetado dados geológicos. Schaeffer deixa claro que não está dizendo que qualquer dessas posições seja sua, mas apenas que elas são teoricamente possíveis. O ponto mais importante de Scheaffer é que tanto em nosso entendimento do mundo natural como em nossa compreensão da Escritura, o conhecimento que possuímos não é perfeito. Mas podemos abordar tanto o estudo científico como o bíblico com a confiança de que, quando todos os fatos estiverem corretamente entendidos e quando tivermos entendido a Escritura corretamente, nossas descobertas nunca entrarão em conflito uma com a outra; não haverá “nenhum conflito final”. Isto porque Deus, que fala na Escritura, conhece todos os fatos, e nunca falou de modo que contradissesse qualquer fato verdadeiro no universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Algumas teorias a respeito da criação parecem claramente em desacordo com os ensinos da Escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta seção examinaremos três tipos de explicação da origem do universo que parecem claramente contrários à Escritura.&lt;br /&gt;a. Teorias seculares.&lt;br /&gt;Em nome da idéia de totalidade, mencionamos aqui somente de maneira breve que quaisquer teorias puramente seculares da origem do universo seriam inaceitáveis para os que crêem na Escritura. Uma teoria “secular” é qualquer teoria da origem do universo que não contempla o Deus infinito-pessoal como responsável por criar o universo com propósito inteligente. Assim, a teoria do big-bang (em sua versão secular, na qual Deus fica excluído) ou quaisquer teorias que sustentam que a matéria sempre existiu seriam contrárias ao ensino da Escritura de que Deus criou o universo do nada, e que ele o fez para a sua glória. (Quando a evolução darwiniana é interpretada no sentido totalmente materialista, como muitas vezes é, deveria pertencer a essa categoria também).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Evolucionismo teísta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a publicação do livro de Darwin, A origem das espécies por meio de seleção natural (1859), alguns cristãos têm sustentado que os organismos vivos apareceram pelo processo da evolução que Darwin propôs, mas que Deus guiou esse processo de forma que o resultado foi exatamente o que ele queria que fosse. Esse pensamento é chamado evolucionismo teísta porque advoga a crença em Deus (&lt;span style="color:#6633ff;"&gt;daí o nome teísta&lt;/span&gt;) e também na evolução. Muitos que sustentam esse evolucionismo teísta proporiam que Deus interveio no processo em alguns pontos cruciais, normalmente 1) na criação da matéria no início, 2) na criação da forma mais simples de vida e 3) na criação do homem. Mas com a exceção possível desses pontos de intervenção, os evolucionistas teístas sustentam que a evolução seguiu os processos agora descobertos pelos cientistas e que esse foi o método que Deus decidiu usar ao permitir que todas as outras formas de vida da terra se desenvolvessem. Eles crêem que a mutação casual das coisas vivas levou à evolução das formas mais elevadas de vida porque os que possuíam uma “vantagem de adaptação” (uma mutação que os permitia ser mais bem adaptados para sobreviver em seu ambiente) viviam, enquanto os outros não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exame dos dados da Escritura revela que a evolução teísta é contrária à narrativa bíblica da criação. O ensino claro da Escritura de que há plenitude de propósito na obra da criação de Deus parece incompatível com a casualidade exigida pela teoria da evolução. Quando a Escritura registra que Deus disse: “Produza a terra seres vivos de acordo com as suas espécies: rebanhos domésticos, animais selvagens e os demais seres vivos da terra, cada um de acordo com a sua espécie” (Gn 1.24), ela descreve Deus fazendo coisas intencionalmente e com um propósito para cada coisa que faz. Mas isso é o oposto das mutações permitidas que acontecem totalmente ao acaso, sem propósito algum nos milhões de mutações que teriam de acontecer, sob a teoria evolutiva, antes que novas espécies pudessem emergir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença fundamental entre a visão bíblica da criação e o evolucionismo teísta repousa aqui : a força motriz que produz mudança e o desenvolvimento de novas espécies em todos os esquemas evolutivos é a casualidade, ou o acaso. Sem a mutação casual dos organismos, não temos evolução no sentido científico moderno de forma alguma. A mutação ao acaso é a força subjacente que produzo desenvolvimento eventual das formas mais simples para as formas mais complexas de vida. Mas a força motriz no desenvolvimento de novos organismos segundo a Escritura é o desígnio inteligente de Deus .”Deus fez os animais selvagens de acordo com as suas espécies, os rebanhos domésticos de acordo com as suas espécies, e os demais seres vivos da terra de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom” (Gn 1.25). Essas afirmações parecem não se harmonizar com a idéia de Deus criando, dirigindo ou observando milhões de mutações casuais, nenhuma delas sendo “tão boa” quanto ele planejara, nenhuma delas realmente sendo a espécie de plantas ou animais que ele queria que houvesse na terra. A visão da evolução teísta tem de abranger eventos ocorridos mais ou menos assim: “E Deus disse: Produza a terra criaturas vivas de acordo com as suas espécies. E após 387 492 871 tentativas, Deus finalmente fez um rato que funcionou”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa pode parecer uma explicação estranha, mas é exatamente o que o evolucionismo teísta deve postular para cada uma das centenas de milhares de diferentes espécies de plantas e animais sobre a terra: elas todas teriam se desenvolvido por meio de um processo de mutação casual durante milhões de anos, aumentando gradualmente em complexidade à medida que a vasta maioria das mutações eram prejudiciais, mas as mutações ocasionais tornavam-se vantajosas para a criatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evolucionista teísta pode objetar que Deus interveio no processo e guiou-o em muitos pontos na direção planejada por ele. Mas, uma vez que se admita isso, há propósito e desígnio inteligente no processo — não temos mais qualquer evolução, porque não há mais mutação casual (nos pontos da interação divina há a produção de resultados).&lt;br /&gt;A evolução teísta também parece incompatível com a descrição que a Bíblia dá da palavra criadora produzindo uma resposta imediata. Quando a Bíblia fala a respeito da palavra criadora de Deus, ela enfatiza o poder dessa palavra e sua capacidade de realizar o propósito divino. “Mediante a palavra do SENHOR foram feitos os céus, e os corpos celestes, pelo sopro de sua boca. [...] Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo surgiu” (S1 33.6,9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa espécie de afirmação parece que contraria a idéia de que Deus falou e, após milhões de anos e milhões de mutações casuais nas coisas vivas, seu poder produziu o resultado que ele exigiu. Antes, tão logo após Deus ter dito “Cubra-se a terra de vegetação”, a frase imediata nos garante: ”E assim foi” (Gn 1.1 1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atual papel ativo de Deus em criar ou formar cada coisa viva que agora vem à existência também é difícil de conciliar com o tipo de advertência “não se meta” da evolução que é proposto pelo evolucionismo teísta. Davi foi capaz de confessar: “Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe” (S1 139.13). E Deus disse a Moisés: “Quem deu boca ao homem? Quem o fez surdo ou mudo? Quem lhe concede vista ou o torna cego? Não sou eu, o SENHOR?” (Ex 4.11). Deus faz o pasto crescer (SI 104.14; Mt 6.30) e alimenta as aves do céu (Mt 6.26) e as outras criaturas da floresta (Sl 104.21,27-30). Se Deus está tão envolvido produzindo o crescimento e o desenvolvimento de cada etapa de todo ser vivo até agora, parece de acordo com a Escritura dizer que essas formas de vida foram originariamente produzidas pelo processo evolutivo dirigido pela mutação casual e não pela criação direta e plena de propósito de Deus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente, a criação especial de Adão, bem como de Eva a partir de Adão, é uma razão forte para romper com o evolucionismo teísta. Esses evolucionistas teístas que defendem a criação especial de Adão e Eva por causa das afirmações de Gênesis 1 e 2 realmente rompem com a teoria evolucionista no ponto mais importante no que diz respeito aos seres humanos. Mas se, com base na Escritura, insistimos na intervenção especial de Deus na questão da criação de Adão e Eva, o que impediria ou permitiria que Deus interviesse, de modo similar, na criação dos organismos vivos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos perceber que a criação especial de Adão e Eva, conforme o registro da Escritura, demonstra que eles eram muito diferentes das criaturas que os evolucionistas descreveram como os primeiros seres humanos, criaturas primitivas, com pouquíssimas habilidades, que descenderiam de criaturas não humanas altamente desenvolvidas, sendo apenas um pouco superiores a elas. A Escritura descreve o primeiro homem e a primeira mulher, Adão e Eva, como possuidores de capacidades altamente desenvolvidas: lingüísticas, morais e espirituais, desde o momento em que foram criados. Eles podiam falar um com o outro. Podiam até falar com Deus. Eram muito diferentes daqueles seres humanos primitivos mais parecidos com animais, descendentes de criaturas não humanas parecidas com macacos, da teoria evolucionista.&lt;br /&gt;Parece mais apropriado concluir com as palavras do geólogo Davis A. Young: “A posição do evolucionismo teísta como expressa por alguns de seus proponentes não é uma posição coerente com o cristianismo. Não é uma posição verdadeiramente bíblica, porque ela é baseada em parte em princípios que são importados para o cristianismo” . Segundo Louis Berkhof, ”é realmente uma vergonha dizer que Deus é chamado, a intervalos periódicos, a socorrer a natureza, remediando os abismos vazios que bocejam aos pés dela. A doutrina da criação não é isso, nem tampouco uma coerente teoria da evolução”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;c. Notas sobre a teoria darwiniana da evolução.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Desafios atuais à evolução. A palavra evolução pode ser usada de diferentes modos. As vezes ela é usada para referir-se à “micro-evolução” — pequenos desenvolvimentos dentro de uma espécie, de modo que vemos moscas ou mosquitos tornando-se imunes a inseticidas, ou seres humanos ficando mais altos, ou cores diferentes e variedades de rosas se desenvolvendo. Exemplos inumeráveis de tal micro-evolução são evidentes hoje, e ninguém nega que eles existem. Mas esse não é o sentido em que a palavra evolução é geralmente usada quando as teorias da criação e evolução são discutidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo evolução é usado com mais freqüência para referir-se à macro-evolução — a saber, a “teoria da evolução geral”, ou a concepção de que “as substâncias sem vida deram surgimento ao primeiro material vivo, que subseqüentemente reproduziu-se e diversificou-se para produzir todos os organismos extintos e existentes”. Neste capítulo, quando usamos a palavra evolução, ela é usada para referir-se à macro-evolução ou à teoria da evolução geral. Na teoria darwiniana moderna de evolução, a história do desenvolvimento da vida começou quando uma mistura de elementos químicos presentes na terra produziu espontaneamente uma forma de vida muito simples, provavelmente unicelular. Essa célula viva reproduziu-se, e finalmente houve algumas mutações ou diferenças nas novas células produzidas. Essas mutações levaram ao desenvolvimento de formas de vida mais complexas. Um ambiente hostil significava que muitas delas haveriam de perecer, mas as que fossem mais bem adaptadas ao seu ambiente sobreviveriam e se multiplicariam. Assim, a natureza exerceu o processo de “seleção natural” no qual os organismos variantes mais adaptados ao ambiente sobreviveram. Mais e mais mutações finalmente se desenvolveram em mais e mais variedades de coisas vivas, de modo que, a partir dos organismos bem mais simples, as formas mais complexas de vida vieram a se desenvolver, mediante esse processo de mutação e seleção natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Desde que Charles Darwin publicou sua obra A origem das espécies por meio de seleção natural, em 1859, essa teoria tem sido desafiada tanto por cristãos como por não-cristãos. Críticos modernos estão promovendo críticas cada vez mais devastadoras à teoria evolucionista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Autor: Wayne Grudem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Teologia Sistemática do autor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-5285969844300170951?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/5285969844300170951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/5285969844300170951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/06/criao.html' title='A Criação'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-5053862411811339763</id><published>2008-06-29T11:04:00.000-07:00</published><updated>2008-06-29T11:17:08.370-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Obras e os Decretos de Deus'/><title type='text'>A Graça Comum</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;A Graça Comum&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;. EXPLICAÇÃO E BASE BÍBLICA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Introdução e definição&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando Adão e Eva pecaram, tornaram-se réus da punição eterna e da separação de Deus (Gênesis 2:17). Do mesmo modo, hoje, quando os seres humanos pecam, eles se tornam sujeito à ira de Deus e à punição eterna: “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23). Isso significa que, uma vez que as pessoas pecam, a justiça de Deus requer somente uma coisa — que elas sejam eternamente separadas de Deus, alienadas da possibilidade de experimentar qualquer bem da parte dEle, e que elas existam para sempre no inferno, recebendo eternamente apenas a Sua ira. De fato, isso foi o que aconteceu aos anjos que pecaram e poderia ter acontecido exatamente conosco também: “Pois Deus não poupou aos anjos que pecaram, mas os lançou no inferno, prendendo-os em abismos tenebrosos a fim de serem reservados para o juízo” (2 Pedro 2:4).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas, de fato, Adão e Eva não morreram imediatamente (embora a sentença de morte começasse a ser aplicada na vida deles no dia em que pecaram). A execução plena da sentença de morte foi retardada por muitos anos. Além disso, milhões de seus descendentes até o dia de hoje não morrem nem vão para o inferno tão logo pecam, mas continuam a viver por muitos anos, desfrutando bênçãos incontáveis nesta vida. Como pode ser isso? Como Deus pode continuar a conferir bênçãos a pecadores que merecem somente a morte — não somente aos que finalmente serão salvos, mas também a milhões que nunca serão salvos, cujos pecados nunca serão perdoados?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A respostas a essas perguntas é que Deus concede-lhes graça comum. Podemos definir graça comum da seguinte maneira: Graça comum é a graça de Deus pela qual Ele dá às pessoas bênçãos inumeráveis que não são parte da salvação. A palavra comum aqui significa algo que é dado a todos os homens e não é restrito aos crentes ou aos eleitos somente.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diferentemente da graça comum, a graça de Deus que leva pessoas à salvação é muitas vezes chamada “graça salvadora”. Naturalmente, quando falamos a respeito da “graça comum” e da “graça salvadora”, não estamos sugerindo que há duas diferentes espécies de graça no próprio Deus, mas apenas estamos dizendo que a graça de Deus se manifesta no mundo de duas maneiras diferentes. A graça comum é diferente da graça salvadora quanto aos resultados (ela não traz salvação), seus destinatários (é dada aos crentes e descrentes igualmente) e sua fonte (ela não flui diretamente da obra expiatória de Cristo, visto que a morte dEle não obtém nenhuma medida de perdão para os descrentes e, portanto, nem os crentes nem os descrentes fazem jus às suas bênçãos). Contudo, sobre o último ponto, deve ser dito que a graça comum flui indiretamente da obra redentora de Cristo, porque o fato de Deus não julgar o mundo assim que o pecado entrou nele talvez seja apenas porque Ele planejou finalmente salvar alguns pecadores por meio da morte de Seu Filho.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Exemplos de graça comum&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se olhamos para o mundo ao nosso redor e o contrastamos com o fogo do inferno que ele merece, podemos ver imediatamente a abundante evidência da graça comum de Deus em milhares de exemplos na vida diária. Podemos distinguir diversas categorias específicas nas quais essa graça comum pode ser vista.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A esfera física.&lt;/span&gt; Os descrentes continuam a viver neste mundo somente por causa da graça comum de Deus — cada vez que as pessoas respiram é pela graça, pois o salário do pecado é a morte, não a vida. Além disso, a terra não produz somente espinhos e ervas daninhas (Gênesis 3:18), nem permanece um deserto ressequido, mas a graça comum de Deus provê comida e material para roupa e abrigo, muitas vezes em grande abundância e diversidade. Jesus disse: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. Porque Ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos” (Mateus 5:44,45). Aqui Jesus apela para a abundante graça comum de Deus como encorajamento aos seus discípulos, para que eles também concedam amor e orem para que os descrentes sejam abençoados (cf. Lucas 6:35,36). Semelhantemente, Paulo disse ao povo de Listra: “No passado [Deus] permitiu que todas as nações seguissem os seus próprios caminhos. Contudo. Deus não ficou sem testemunho: mostrou sua bondade, dando-lhes chuva do céu e colheitas no tempo certo, concedendo-lhes sustento com fartura e um coração cheio de alegria” (Atos 14:16,17). &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Antigo Testamento também fala da graça comum de Deus que vem aos descrentes tanto quanto aos crentes. Um exemplo específico é o de Potifar, o capitão da guarda do Egito que comprou José como escravo: “o Senhor abençoou a casa do egípcio por causa de José. A bênção do Senhor estava sobre tudo o que Potifar possuía, tanto em casa como no campo” (Gênesis 39:5). Davi fala de modo muito mais geral a respeito das criaturas que o Senhor fez:&lt;br /&gt;“O Senhor é bom para todos; a sua compaixão alcança todas as suas criaturas. [...] Os olhos de todos estão voltados para ti, e tu lhes dás o alimento no devido tempo. Abres a tua mão e satisfazes os desejos de todos os seres vivos” (Salmos 145:9,15,16).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estes versículos são outro lembrete de que a bondade que é encontrada em toda a criação não acontece automaticamente — ela se deve à bondade de Deus e Sua compaixão.&lt;br /&gt;2. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A esfera intelectual.&lt;/span&gt; Satanás é “mentiroso e pai da mentira” e “não há verdade nele” (João 8:44), porque lhe foi dado ter domínio sobre o mal e sobre a irracionalidade e comprometimento com a falsidade que acompanha o mal radical. Mas os seres humanos no mundo de hoje, mesmo os descrentes, não estão totalmente entregues à mentira, irracionalidade e ignorância. Todas as pessoas são capazes de ter um pouco de compreensão da verdade; de fato, algumas possuem grande inteligência e entendimento. Isso também deve ser visto como resultado da graça comum de Deus. João fala de Jesus como “a verdadeira luz, que ilumina todos os homens” (João 1:9), pois, em seu papel como criador e sustentador do universo (não particularmente em seu papel como redentor), o Filho de Deus concede iluminação e entendimento que vêm a todas as pessoas no mundo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A graça comum de Deus na esfera intelectual é vista no fato de que todas as pessoas têm certo conhecimento de Deus: “porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças” (Romanos 1:21). Isso significa que há um senso da existência de Deus e muitas vezes a fome de conhecer Deus que Ele permite que permaneça no coração das pessoas, embora isso resulte muitas vezes em muitos religiões diferentes criadas pelos homens. Portanto, mesmo quando falando a pessoas que sustentavam religiões falsas, Paulo pôde encontrar um ponto de contato com respeito ao conhecimento da existência de Deus, exatamente como fez quando falou aos filósofos atenienses: “Atenienses! Vejo que em todos os aspectos vocês são muito religiosos [...] o que vocês adoram, apesar de não conhecerem, eu lhes anuncio” (Atos 17:22,23).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A graça comum de Deus na esfera intelectual também resulta na capacidade de captar a verdade e distingui-la do erro e de experimentar crescimento em conhecimento que pode ser usado na investigação do universo e na tarefa de dominar a terra. Isso significa que toda ciência e tecnologia desenvolvida pelos não-cristãos é resultado da graça comum, permitindo-lhes fazer descobertas e invenções incríveis, para desenvolver os recursos do planeta na criação de muitos bens materiais, para produção e distribuição desses recursos e para alcançar habilidades na obra produtiva. Em sentido prático, isso significa que, cada vez que entramos em uma mercearia, andamos em um automóvel ou entramos em uma casa, devemos lembrar que estamos experimentando os resultados da abundante graça comum de Deus derramada tão ricamente sobre toda a raça.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A esfera moral.&lt;/span&gt; Pela graça comum Deus também refreia as pessoas de serem tão más quanto poderiam. Novamente o reino demoníaco, totalmente dedicado ao mal e à destruição, proporciona um contraste claro com a sociedade humana, na qual o mal é claramente refreado. Se as pessoas persistem dura e repetidamente em seguir o pecado durante o curso de sua vida, Deus finalmente as entregará ao maior de todos os pecados (cf. Salmos 81:12; Romanos 1:24,26,28), mas no caso da maioria dos seres humanos eles não caem nas profundezas às quais seus pecados normalmente os levariam, porque Deus intervém e coloca freio na sua conduta. Um refreamento muito eficaz é a força da consciência. Paulo diz: “De fato, quando os gentios, que não têm a Lei, praticam naturalmente o que ela ordena, tornam-se lei para si mesmos, embora não possuam a Lei; pois mostram que as exigências da Lei estão gravadas em seu coração. Disso dão testemunho também a sua consciência e os pensamentos deles, ora acusando-os, ora defendendo-os” (Romanos 1:32). E em muitos outros casos, essa sensação interior da consciência leva os indivíduos a estabelecer leis e costumes na sociedade que são, em termos da conduta exterior que eles aprovam ou proíbem, totalmente iguais às leis morais da Escritura. As pessoas muitas vezes estabelecem leis ou têm costumes que respeitam a santidade do casamento e da família, protegem a vida humana e proíbem o roubo e a falsidade no falar. Por causa disso, elas muitas vezes seguem caminhos moralmente retos e exteriormente andam conforme os padrões morais encontrados na Escritura. Embora a conduta moral delas não possa ganhar méritos com Deus, visto que a Escritura claramente diz que “diante de Deus ninguém é justificado pela Lei” (Gálatas 3:11) e “Todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer” (Romanos 3:12), contudo, em algum sentido menor que ganhar a aprovação ou o mérito eterno de Deus, os descrentes realmente fazem “o bem”. Jesus sugere isso quando diz: “E que mérito terão, se fizerem o bem àqueles que são bons para com vocês? Até os 'pecadores' agem assim” (Lucas 6:33).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A esfera da criatividade.&lt;/span&gt; Deus distribuiu medidas significativas de capacidade em áreas artísticas e musicais, assim como em outras esferas nas quais a criatividade e a habilidade podem expressar-se, como praticar esportes, cozinhar, escrever, e assim por diante. Além disso, Deus nos dá a capacidade de apreciar a beleza em muitas áreas da vida. E nessa área, assim como na esfera física e intelectual, as bênçãos da graça comum são às vezes derramadas sobre os descrentes até mais abundantemente que sobre os crentes. Todavia, em todos os casos, ela é resultado da graça de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A esfera da sociedade.&lt;/span&gt; A graça de Deus também é evidente na existência de várias organizações e estruturas na raça humana. Vemos isso primeiramente na família humana, ressaltado pelo fato de que Adão e Eva permaneceram marido e mulher após a queda e então tiveram filhos, homens e mulheres (Gênesis 5:4). Os filhos de Adão e Eva casaram-se e formaram famílias para si mesmos (Gênesis 4:17,19,26). A família humana permanece ainda hoje, não simplesmente como instituição para os crentes, mas para todas as pessoas.&lt;br /&gt;O governo humano é também resultado da graça comum. Ele foi instituído no princípio por Deus após o dilúvio (ver Gênesis 9:6) e, segundo Romanos 13 claramente afirma, foi estabelecido por Deus: “Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas”. Está claro que o governo é dom de Deus para a raça em geral, pois Paulo diz que a autoridade “é serva de Deus para o seu bem” e que ela é “serva de Deus, agente de justiça para punir quem pratica o mal” (Romanos 13:4). Um dos principais meios que Deus usa para refrear o mal no mundo é o governo humano. As leis humanas, as forças policiais e os sistemas judiciais proporcionam poderosa repressão às más ações, e esses são freios necessários, pois há muito mal no mundo que é irracional e pode ser restringido somente pela força, já que ele não será impedido pela razão ou pela educação. Obviamente a pecaminosidade das pessoas pode também afetar os governos em si mesmos, de forma que o governo humano, igual a todas as outras bênçãos da graça comum que Deus dá, pode ser usado tanto para o propósito do bem como do mal.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A esfera religiosa.&lt;/span&gt; Mesmo na esfera da religião humana, a graça comum de Deus traz algumas bênçãos para as pessoas incrédulas. Jesus nos diz: “Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem” (Mateus 5:44), e desde que não há qualquer restrição no contexto para que se ore simplesmente pela salvação deles e como a ordem de orar pelos que nos perseguem é combinada com a ordem de amá-los, parece razoável concluir que Deus pretende responder a nossas orações pelos que nos perseguem em muitas áreas de suas vidas. De fato, Paulo especificamente ordena que oremos “pelos reis e por todos os que exercem autoridade” (1 Timóteo 2:2). Quando procuramos o bem dos descrentes, isso é coerente com a própria prática divina de conceder sol e chuva a “maus e bons” (Mateus 5:45) e também está de acordo com a prática de Jesus durante o Seu ministério terreno, quando Ele curou cada pessoa que lhe era trazida (Lucas 4:40). Não há indicação alguma de que ele tenha exigido que todos cressem nele ou concordassem que ele era o Messias antes de lhes conceder cura física.&lt;br /&gt;Deus responde às orações dos descrentes? Embora Deus não tenha prometido responder às orações dos descrentes como prometeu responder às orações dos que vêm a Ele em nome de Jesus, e embora Ele não tenha obrigação de responder às orações dos descrentes, mesmo assim Deus pode por Sua graça comum ouvir e responder positivamente às orações deles, demonstrando dessa forma Sua misericórdia e bondade de outro modo ainda (cf. Salmos 145:9,15; Mateus 7:22; Lucas 6:35,36). Esse é provavelmente o sentido de 1 Timóteo 4:10, que diz que Deus é o “Salvador de todos os homens, especialmente dos que crêem”. Aqui “Salvador” não significa restritamente “quem perdoa pecados e dá vida eterna”, porque tais coisas não são dadas aos que não crêem. “Salvador” deve ter aqui um sentido mais geral — a saber, “quem resgata da miséria, quem liberta”. Em caso de pobreza e miséria, Deus muitas vezes ouve as orações dos descrentes e os livra graciosamente de seus problemas. Além disso, mesmo os descrentes muitas vezes possuem um senso de gratidão para com Deus pela bondade da criação, pela libertação em meio ao perigo e pelas bênçãos da família, do lar, das amizades e do país.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A graça comum não salva pessoas.&lt;/span&gt; A despeito de tudo isso, devemos perceber que a graça comum é diferente da graça salvadora. A graça comum não muda o coração humano nem traz pessoas ao genuíno arrependimento ou à fé — ela não pode salvar e não salva pessoas (embora na esfera intelectual e moral ela possa preparar as pessoas para torná-las mais dispostas a aceitar o evangelho). A graça comum refreia o pecado, mas não muda a disposição fundamental de pecar nem purifica a natureza humana decaída.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Devemos também reconhecer que as ações que os descrentes realizam por causa da graça comum não merecem a aprovação ou o favor de Deus. Essas ações não procedem da fé (“tudo o que não provém da fé é pecado”, Romanos 14:23) nem são motivadas pelo amor a Deus (Mateus 22:37), e sim pelo amor ao ego sob uma ou outra forma. Portanto, embora possamos prontamente dizer que as obras dos descrentes que se conformam externamente às leis de Deus são “boas” em algum sentido, contudo elas não são boas em termos de merecer a aprovação de Deus nem de tornar Deus endividado para com o pecador em sentido algum.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Finalmente, devemos reconhecer que os descrentes muitas vezes recebem mais graça comum que os crentes — eles podem ser mais habilidosos, trabalhar com mais esforço, ser mais inteligentes, mais criativos ou ter mais dos benefícios materiais desta vida para desfrutar. Isso não indica de forma alguma que eles são mais favorecidos por Deus no sentido absoluto ou que eles vão ganhar qualquer coisa relativa à salvação eterna, mas significa somente que Deus distribui as bênçãos da graça comum de vários modos, muitas vezes concedendo bênçãos bastante significativas a descrentes. Em tudo isso, obviamente, eles devem tomar consciência da bondade de Deus (Ateus 14:17) e reconhecer que a vontade revelada de Deus é que essa “bondade de Deus” finalmente os conduza “ao arrependimento” (Romanos 2:4).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Razões para a graça comum&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Por que Deus concede graça comum a pessoas imerecedoras que nunca virão à salvação? Podemos sugerir ao menos quatro razões.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para redimir os que serão salvos.&lt;/span&gt; Pedro diz que o dia do juízo e da execução final de punição está sendo retardado porque há ainda mais pessoas que serão salvas. “O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento.” (2 Pedro 3:9,10). De fato, essa razão foi verdadeira desde o princípio da história humana, pois, se Deus quisesse salvar qualquer pessoa entre todos que compõem a humanidade pecaminosa, Ele não poderia destruir todos os pecadores imediatamente (nesse caso não sobraria ninguém da raça humana). Ao contrário, Ele resolveu permitir que seres humanos pecaminosos vivessem algum tempo de modo a ter uma oportunidade de arrependimento e também para que pudessem gerar filhos, capacitando gerações subseqüentes a viver, a ouvir o evangelho e se arrepender.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para demonstrar a bondade e a misericórdia de Deus.&lt;/span&gt; A bondade e a misericórdia de Deus não são vistas somente na salvação dos crentes, mas também nas bênçãos que Deus dá aos pecadores que não as merecem. Quando Deus “é bondoso para com os ingratos e maus” (Lucas 6:35), essa bondade é revelada no universo, para a Sua glória. Davi diz: “O Senhor é bom para todos; a sua compaixão alcança todas as suas criaturas” (Salmos 145:9). Na história de Jesus conversando com o moço rico, lemos: “Jesus olhou para ele e o amou” (Marcos 10:21), embora o homem fosse um descrente que no mesmo instante afastou-se de Jesus porque possuía muitas riquezas. Berkhof diz que Deus “derrama incontáveis bênçãos sobre todos os homens e também indica claramente que elas são expressões de uma disposição favorável de Deus que, contudo, fica muito aquém da volição positiva exercida para lhes perdoar, suspender a sentença a eles imposta e assegurar-lhes a salvação”.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não é injusto Deus retratar a execução da punição do pecado e dar temporariamente bênçãos aos seres humanos, porque a punição não é esquecida, mas apenas retardada. Retardando a punição, Deus mostra claramente que não tem prazer em executar o juízo final, mas, ao contrário, Ele se deleita na salvação de homens e mulheres. “Juro pela minha vida, palavra do Soberano, o SENHOR, que não tenho prazer na morte dos ímpios, antes tenho prazer em que eles se desviem dos seus caminhos e vivam” (Ezequiel 33:11). Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:4). Em tudo isso o tempo de espera da punição dá uma evidência clara da misericórdia, bondade e amor de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Para demonstrar a justiça de Deus.&lt;/span&gt; Quando repetidamente Deus convida os pecadores a virem à fé e repetidamente eles recusam os Seus convites, a justiça de Deus em condená-los é vista muito mais claramente. Paulo adverte que quem persiste na incredulidade está simplesmente acumulando a ira para si mesmo: “Contudo, por causa da teimosia e do seu coração obstinado, você está acumulando ira contra si mesmo, para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento” (Romanos 2:5). No dia do juízo todas as bocas serão silenciadas (Romanos 3:19), e ninguém será capaz de contrapor que Deus foi injusto.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Para demonstrar a glória de Deus. Finalmente, a glória de Deus é mostrada de muitas formas pelas atividades dos seres humanos em todas as áreas nas quais a graça comum está em operação. No desenvolvimento e no exercício do domínio sobre a terra, homens e mulheres demonstram e refletem a sabedoria do seu Criador, comprovam as qualidades dadas por Deus, as virtudes morais e a autoridade sobre o universo, e coisas semelhantes. Embora todas essas atividades sejam contaminadas por motivos pecaminosos, elas apesar disso refletem a excelência de nosso Criador e, portanto, trazem a glória a Ele, não de forma plena e perfeita, mas ainda assim significativa.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Nossa resposta à doutrina da graça comum&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Pensando sobre as várias espécies de bondades vistas na vida dos descrentes por causa da graça comum que Deus dá abundantemente, devemos ter em mente três pontos.&lt;br /&gt;1. Graça comum não significa que quem a recebe será salvo. Mesmo uma porção excepcional de graça comum não significa que quem a recebe será salvo. Até as pessoas mais habilidosas, mas inteligentes, mais ricas e poderosas no mundo ainda carecem do evangelho de Jesus Cristo ou serão condenadas eternamente! Os nossos vizinhos mais bondosos e de moral mais elevada ainda carecem do evangelho de Jesus Cristo ou serão condenados eternamente! Exteriormente pode parecer que eles não têm necessidade algumas, mas a Escritura ainda diz que os descrentes são “inimigos de Deus” (Romanos 5:10; cf. Colossenses. 1:21; Tiago 4:4) e são “contra” Cristo (Mateus 12:30). Eles são “inimigos da cruz de Cristo” e “só pensam nas coisas terrenas” (Filipenses 3:18,19), sendo “por natureza merecedores da ira” (Efésios 2:3).&lt;br /&gt;2. Devemos ser cuidados em não rejeitar as coisas boas que os descrentes fazem, considerando-as totalmente más. Pela graça comum os descrentes fazem algumas coisas boas, e devemos ver a mão de Deus nelas, sendo agradecidos por elas, como por exemplo nas amizades, em cada ato de bondade, no que elas trazem de bênçãos para outras pessoas. Tudo isso — embora o descrente não o saiba — procede em última análise de Deus, e Deus merece a glória por tudo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A doutrina da graça comum deveria estimular nosso coração à gratidão muito maior a Deus.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando descemos uma rua e vemos casas, jardins e famílias vivendo em segurança, ou quando negociamos no mercado e vemos os resultados abundantes do progresso tecnológico, ou quando andamos pelos bosques e vemos a beleza da natureza, ou quando somos protegidos pelas autoridades, ou quando somos educados no vasto conhecimento humano, devemos perceber não somente que Deus, em Sua soberania, é o responsável último por todas essas bênçãos, mas também que Deus as tem concedido aos descrentes, embora eles não tenham absolutamente nenhum mérito com relação a elas! Essas bênçãos no mundo não são apenas evidências do poder e sabedoria de Deus, mas a manifestação contínua da Sua graça abundante. A percepção deste fato deveria fazer nosso coração se encher de gratidão a Deus em cada atividade de nossa vida.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Autor: Wayne Grudem&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Teologia Sistemática do autor&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-5053862411811339763?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/5053862411811339763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/5053862411811339763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/06/graa-comum.html' title='A Graça Comum'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-8698236532654152669</id><published>2008-06-29T10:59:00.000-07:00</published><updated>2008-06-29T11:04:05.898-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Obras e os Decretos de Deus'/><title type='text'>A Providência</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A Providência&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Jó 38-1 a 41.34;&lt;/span&gt;    &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Dn 4.34,35;&lt;/span&gt;    &lt;span style="color:#006600;"&gt;At 2.22-24;&lt;/span&gt;    &lt;span style="color:#993399;"&gt;Rm 11.33-36&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A maior cidade de Rhode Island [um estado americano] chama-se Providência. Existe algo de extraordinário neste nome. Ele chama a nossa atenção para a grande lacuna na maneira de pensar entre as gerações passadas e a nossa sociedade atual. Quem iria chamar uma cidade de Providência, hoje em dia? A própria palavra soa arcaica e fora de moda.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando leio os escritos de cristãos de séculos atrás, fico surpreso com a enorme quantidade de referências à providência de Deus. É como se antes do século XX os cristãos fossem muito mais conscientes e sensíveis para com a providência de Deus em sua vida. O espírito do naturalismo, que interpreta todos os eventos na natureza como sendo governados por forças independentes, causou um impacto em nossa geração.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O significado fundamental da palavra providência é "ver antes ou com antecedência", ou "prover algo para". Com tais sentidos, a palavra fica longe de conseguir cobrir o profundo significado da doutrina da providencia, a qual significa muito mais do que Deus ser um espectador dos eventos humanos. Contém muito mais o que mera referência à providência de Deus.&lt;br /&gt;A Confissão de Fé de Westminster, feita no século XVII, definida providência da seguinte maneira:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Pela mui sábia e santa providência, segundo a sua infalível presciência e o livre e imutável conselho de sua própria vontade, Deus, o grande Criador de todas as coisas, para o louvor da glória de sua sabedoria, poder, justiça, bondade e misericórdia, sustenta, dirige, dispõe e governa todas as criaturas, todas as ações delas e todas as coisas, desde a maior até a menor”.(CAP VI)&lt;br /&gt;Aquilo que Deus cria, ele também sustenta. O universo não só depende de Deus para sua origem, mas depende dele também para continuar existindo. O universo não pode existir nem operar por seu próprio poder. Deus sustente todas as coisas por seu poder. Nele nós vivemos, nos movemos existimos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O ponto central da doutrina da providência é a ênfase no governo de Deus sobre o universo. Ele governa sua criação com absoluta soberania e autoridade. Ele governa aquilo que acontece, desde os maiores eventos até os menores. Nada jamais acontece além do âmbito do seu governo soberana e providencial. Ele faz a chuva cair e o sol brilhar. Levanta e derruba reinos. Ele conta os cabelos da nossa cabeça e os dias da nossa vida.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Existe uma diferença fundamental entre a providência de Deus e fortuna[aquilo que sucede por acaso], destino ou sorte. A chave para esta diferença está no caráter pessoal de Deus. A fortuna é cega, enquanto Deus vê todas as coisas. O destino é impessoal enquanto Deus é nosso Pai. A sorte é muda enquanto Deus pode falar. Não existem forças cegas e impessoais na história humana. Tudo se passa por meio de mão invisível da providência de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Num universo governado por Deus não existem eventos casuais. De fato, não existe algo como acaso. O acaso não existe. Não passa de uma palavra que usamos para descrever possibilidades matemáticas, mas que não tem nenhum poder em si, porque não tem existência. O acaso não é uma entidade capaz de influenciar a realidade. Acaso não é algo real. Não é nada.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outro aspecto da providência chama-se concorrência. Concorrência refere-se às ações conjuntas de deus e seres humanos. Mesmo assim, o poder causal que exercemos é secundário. A soberana providência de Deus está acima e além das nossa ações. Ele opera sua vontade por meio das ações da vontade humana, sem violar a liberdade dessa vontade humana. O exemplo mais claro de concorrência encontrado nas Escrituras é o caso de  José e seus irmãos. Apesar de os irmãos de José serem verdadeiramente culpados pela traição que fizeram contra ele, a providência de Deus estava operando até mesmo através do pecado deles. José disse aos irmãos: "Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o intentou para bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar muita gente com vida." (Gn 50.20).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A providência redentora de Deus pode operar através das ações mais diabólicas. A pior ofensa que já foi cometida por um ser humano foi a traição de Jesus Cristo por Judas Iscariotes. Mesmo assim, a morte de Cristo não foi um acidente na História. Aconteceu de acordo com o conselho determinado por Deus. O ato de perversidade de Judas ajudou a promover a melhor coisa que já aconteceu na História, a Expiação. Não é fortuito quando nos referimos àquele dia histórico com sexta-feira "santa".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Sumário&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. O conceito da providência divina geralmente não é entendido em nossos dias.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. A providência inclui a obra de Deus em sustentar sua criação.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. A providência se refere  principalmente ao governo de Deus sobre a criação.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. À luz da providência divina, não existem forças impessoais tais como fortuna, destino ou acaso.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. A providência inclui a concorrência, por meio da qual Deus opera sua vontade divina por intermédio da vontade de suas criaturas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Autor:  R. C. Sproul&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: 1º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã – R.C.Sproul.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-8698236532654152669?l=abibliadiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8698236532654152669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/90478356902800369/posts/default/8698236532654152669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://abibliadiz.blogspot.com/2008/06/providncia.html' title='A Providência'/><author><name>.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-90478356902800369.post-8394029674242468911</id><published>2008-06-29T10:51:00.000-07:00</published><updated>2008-06-29T10:58:52.241-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Obras e os Decretos de Deus'/><title type='text'>Os Milagres</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Os Milagres&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="color:#990000;"&gt;Ex 4.1-9; 1&lt;/span&gt;     &lt;span style="color:#cc6600;"&gt;Rs 17.21-24;&lt;/span&gt;    &lt;span style="color:#006600;"&gt;Jo 2.11;&lt;/span&gt;   &lt;span style="color:#990000;"&gt; Hb 2.1-4&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Às vezes, quando jogo golfe com os amigos, na minha vez de jogar (que geralmente é marcada por um grande número de bolas dentro d'água) eu acerto uma boa tacada, fazendo a bola atravessar por cima de um lago e cair na terra firme do outro lado. Por eu ser pastor, tal proeza é recebida pelos amigos com sobrancelhas erguidas e a expressão: "É um milagre!" Qualquer criança sabe que não é preciso um milagre para atirar uma pedra por cima de um lago. Também não é preciso um milagre para fazer uma bolinha de golfe atravessar por cima da água. Desde que a bola tenha a velocidade adequada e esteja na direção certa, a questão é simples.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;O termo milagre&lt;/span&gt; tende a ser usado levianamente hoje em dia. Um gol no futebol, uma situação em que se escapa "por um triz", ou a beleza de um pôr-do-sol são rotineiramente chamados de milagres. Entretanto, a palavra milagre pode ser usada de três maneiras distintas. A primeira descreve eventos comuns, mas que são impressionantes. Falamos sobre o nascimento de um bebê, por exemplo, como um milagre. Ao fazer isso, glorificamos a Deus pela complexidade e pela beleza da criação. Ficamos maravilhados diante da majestade do cosmos, quando Deus opera por intermédio dos meios secundários das leis naturais, as quais são também criação dele. Aqui o termo milagre refere-se às coisas comuns que apontam para uma causa incomum no poder de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;A segunda maneira&lt;/span&gt; em que podemos usar o termo milagre é similar à primeira. Freqüentemente, nas Escrituras, lemos sobre Deus operando através dos meios secundários num tempo e lugar mais específicos. A estrela de Belém, por exemplo, talvez tivesse uma causa natural e científica. O extraordinário alinhamento de um grupo de estrelas, ou  uma fase da lua poderiam explicar seu intenso brilho. Considerar essas possibilidades, entretanto, não torna o evento menos miraculoso. A luz espelhou seu brilho no momento do nascimento de Cristo. Mostrou o caminho de Belém aos magos.A estrela então era um milagre por ter ocorrido no tempo e no lugar certos. Tal milagre glorifica a Deus pela maneira como ele tece a tapeçaria da História de tal maneira que o evento ocorreu no momento exato, de uma maneira miraculosa.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Terceiro&lt;/span&gt;, milagre referem-se a atos de Deus contrariando o que é natural. Este é o uso mais técnico do termo. Jesus transformando água em vinho ou ressuscitando Lázaro dentre os mortos são exemplo de Deus operando contra suas leis da natureza. POde não haver nenhuma explicação natural para tais eventos. Servem para validar Cristo como divino Filho de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;A Bíblia&lt;/span&gt; utiliza várias palavras para definir o conceito contido na simples palavra milagre. A Bíblia fala de sinais, maravilhas e prodígios. Em seu senso mais restrito, ligamos milagre à palavra bíblica para sinal. Milagres são chamados de sinais porque, como todos os sinais, eles apontam, para além de si mesmo, para algo mais significativo. Deus usou os milagres para provar ou atestar seus agentes da revelação divina (Hb 2.3,4). Deus deu poder a Moisés para realizar milagres a fim de demonstrar que o tinha enviado. Da mesma maneira, o Pai autenticou o ministério do Filho por meio dos sinais que ele operou.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atualmente existem três perspectivas diferentes de milagres. A &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;primeira&lt;/span&gt; é a visão &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;cética&lt;/span&gt; que nega que os milagres possam ocorrer. A &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;segunda&lt;/span&gt; visão argumenta que os milagres aconteceram nos tempos bíblicos e continuam a acontecer hoje. A &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;terceira &lt;/span&gt;visão á a que os verdadeiros milagres aconteceram na Bíblia, mas que Deus cessou de operar milagres uma vez que a revelação foi estabelecida nas Escrituras. Essa visão sustenta que Deus ainda opera no mundo de maneira sobrenatural, mas não concede mais poderes de operar milagres a seres humanos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Sumário&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;1. A Bíblia fala sobre sinais, prodígios e maravilhas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;2. A Bíblia registra diferentes tipos de milagres.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;3. Todo milagre é uma evento sobrenatural, mas nem todo evento sobrenatural constitui um milagre.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Autor:  R. C. Sproul&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: 1º Caderno Verdades Essenciais da Fé Cristã – R.C.Sproul.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/90478356902800369-8394029674242468911?l
